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Cinco tendências para o e-commerce em 2021

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 08/12/2020

3 MIN DE LEITURA

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De acordo com uma pesquisa recente da Comscore , o tempo gasto pelo shopper em plataformas digitais de varejo é maior em aparelhos móveis, que contam hoje com mais de 72 milhões de usuários ativos no Brasil. 

Apesar disso, ainda existem 17 milhões de pessoas que utilizam apenas o computador no seu dia a dia, sendo necessário que as empresas adaptem suas lojas de e-commerce para funcionarem perfeitamente em ambas plataformas, conforme analisa Rodrigo Vaca — diretor-geral da Zoho Brasil —, empresa especializada em aplicativos de gestão na nuvem.

"As práticas de e-commerce mudaram ao longo dos meses de 2020 e, agora, mais do que nunca, o foco dos negócio é a experiência do usuário", afirma. Confira 5 tendências para observar em 2021, de acordo com o especialista:

1. Omnichannel é rei

Seja em vendas, logística, cadeia de suprimentos ou comunicação, omnichannel é uma das palavras do momento e o futuro de todos os negócios em desenvolvimento. O termo refere-se a uma estratégia de conteúdo de canal cruzado que as organizações usam para melhorar a experiência do usuário e conduzir melhores relacionamentos com seu público.

O segredo para uma estratégia omnicanal vencedora é entender o que seus clientes precisam antes mesmo que eles saibam que precisam, oferecendo todo o suporte por meio de diferentes canais de vendas. Depois de ter uma experiência completa para seus consumidores em diferentes canais e dispositivos que pareça natural e consistente, você aumentará suas vendas exponencialmente e tornará os clientes leais à sua marca, acredita Rodrigo Vaca.

2. Voice Shopping

“Ok Google”, “Hey Siri” e “Hi Alexa” se tornarão as frases mais faladas depois que o Voice Shopping se tornar uma realidade em todo o mundo. As pessoas estão começando a gostar da ideia de ter um assistente com dispositivo de voz em suas casas, como Assistente Google e Alexa.

A compra por meio desses dispositivos de voz chegará a US $ 40 bilhões em 2022. Isso acontecerá porque a Amazon e o Google estão visando mercados ao redor do mundo, incluindo diferentes idiomas. Essas empresas apostam no conforto e comodidade para seus clientes e muitas outras seguirão criando aplicativos que usarão comandos de voz para executar suas ações.

À medida que a popularidade dos dispositivos assistidos por voz aumenta, há uma preocupação crescente com a privacidade do usuário. Essa conversa provavelmente continuará no próximo ano, conforme prevê o diretor-geral da Zoho Brasil.

3. Produtos verdes e sustentabilidade assumirão o controle

A nova geração é formada por compradores conscientes, seu comportamento de compra é focado em valores como responsabilidade social e ambiental. Em 2021, se as marcas não se adaptarem a uma política pró-sustentabilidade, ecológica e livre de crueldade, elas correm o risco de serem substituídas por empresas que, embora potencialmente mais caras, defendem essas práticas. Os jovens consumidores preferem marcas que compartilhem seus valores e moral, empresas que tenham um propósito definido. 

4. Inteligência artificial e realidade aumentada

Espera-se que a inteligência artificial (IA) e a realidade aumentada (AR) sejam um dos maiores investimentos dos vendedores em 2021. As empresas gastarão dinheiro e esforços para garantir que o e-commerce ofereça a melhor experiência aos clientes.

Os benefícios da IA no próximo ano virão principalmente da otimização do processo e da maximização da receita. Embora a IA ofereça experiências personalizadas para pessoas diferentes, rastreando o histórico do cliente e o comportamento de navegação e oferecendo exatamente o que ele está procurando ou a combinação perfeita para o que acabou de comprar, o AR se concentrará em satisfazer a necessidade do cliente de inspecionar fisicamente o produto, mostrando todas as características do seu produto e como ficaria bem com eles, mas no conforto de suas casas.

5. Comércio visual

Uma imagem vale mais que mil palavras, dizem eles. E isso nunca poderia ser mais preciso quando se trata de comércio eletrônico. As lojas mais relevantes do mundo não usam imagens apenas na página de produtos, mas também em todo o site para atrair a atenção dos consumidores e convertê-los em clientes na hora.

Toneladas de imagens de alta qualidade podem comprometer a velocidade de carregamento da página e diminuir a experiência do cliente, portanto, as empresas precisam ficar de olho nisso. 

Para 2021, os e-commerces terão de investir em formatos modernos para venderem, como imagens e vídeos 360° dos produtos, ferramentas de busca visual e se manterem atualizado com as novidades em imagem, finaliza Rodrigo Vaca. 

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As informações são do SA.Varejo. 

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