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CCGL investe em inovação e pesquisa para qualificar produção e garantir rentabilidade; leite na mira

Considerada uma das maiores cooperativas do Brasil, a Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) possui mais de 171 mil produtores. Os associados contam com apoio de suas unidades especializadas em tecnologias aplicadas na agropecuária, logística e laticínios.

Na área de tecnologia é feita a experimentação, validação, difusão de tecnologias e práticas agrícolas, buscando a rentabilidade das propriedades rurais de forma sustentável. Já a área de logística, é composta pelos terminais Termasa e Tergrasa, responsáveis pelos serviços de recebimento, armazenagem e expedição de granéis agrícolas no porto do Rio Grande. Juntos, os terminais representam cerca de 14% das exportações da soja brasileira e 52% do movimento dos grãos do Rio Grande do Sul. E, por último, a Unidade de Laticínios, com capacidade para produção de 2,2 milhões de litros de leite por dia, o parque industrial da CCGL conta em sua estrutura com um dos mais modernos processos de fabricação da América Latina.

Conforme o vice-presidente da CCGL, Darci Hartmann, mesmo com o planejamento de investimentos da cooperativa, os impactos da economia nacional refletem na comercialização dos laticínios. "O leite é uma atividade econômica que depende da confiança do mercado. Estamos vendo com preocupação essa redução da expectativa de confiança no crescimento econômico do País. É preciso que o governo elimine barreiras para que os investimentos possam ser feitos. No entanto, queremos acreditar que com a aprovação de reformas possamos ter uma expectativa de um mercado mais promissor para 2020", disse ele.

Hartmann destaca que a cooperativa, ao definir seus diferenciais competitivos, entendeu que investir em pesquisa seria importante para qualificar os seus produtores, com foco na sustentabilidade e na produção em escala e na rentabilidade. "Apesar dos desafios, conseguimos investir em projetos de inovação e na industrialização por meio da intercooperação", destacou. Nesse modelo intercooperativo, explica ele, a CCGL atua onde uma cooperativa individual não consegue trabalhar sozinha. "Recebemos aqui o leite de todas as cooperativas e nós ajudamos no processo de industrialização", ressaltou.

Conforme o dirigente, outro destaque são os projetos da Unidade de Tecnologia, que desenvolve estudos sobre a produção do leite, que tem por objetivo desenvolver e validar tecnologias que atendam às demandas do dia a dia dos produtores, servindo de base para a construção de um sistema simples de produção de baixo risco, alta rentabilidade e racionalização da mão-de-obra. 

As informações são do Jornal do Comércio.

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