Os pesquisadores australianos não fizeram projeções para o Brasil, mas não é difícil antever impactos positivos importantes de um aumento de cotas e redução de barreiras, dada a ausência de subsídios às exportações e o crescimento da competitividade do setor, observado após a desregulamentação do mercado e do programa de melhoria da qualidade do leite.
O protecionismo empobrece os países em desenvolvimento e os países desenvolvidos competitivos. Observa-se na evolução do valor das exportações mundiais dos principais produtos lácteos um certo crescimento após a conclusão da Rodada Uruguai (1994), seguido, entretanto, de uma reversão da tendência nos últimos anos.
Fonte: O Estado de São Paulo/Suplemento Agrícola (por Rubens Nunes), adaptado por Equipe MilkPoint
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