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Energia solar: entenda a viabilidade econômica para o produtor rural

NOVIDADES DOS PARCEIROS

EM 28/02/2020

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Anteriormente, em nosso artigo sobre como a energia solar fotovoltaica ajuda a aumentar seus lucros na produção de leite, alguns leitores tiveram dúvidas quanto ao investimento e à viabilidade econômica da energia solar. Dessa forma, resolvemos trazer aqui o exemplo do senhor Carlos, um produtor de leite do sudoeste mineiro.

O senhor Carlos estava com um grande problema em sua produção: o alto custo na conta de energia. Sua fatura girava em torno de R$ 17.000,00 mensais, com consumo médio aproximado de 26.000 KWh.

Ele estava cansado de desembolsar essa quantia todo mês e ao procurar soluções para o seu problema, senhor Carlos conheceu o sistema fotovoltaico, que possui performance de até 25 anos. Assim, viu que ao adquirir, ele reduziria muito o valor da sua conta.

Para elaborar o projeto em sua fazenda, ele se atentou, principalmente, nos fatores:

• o estudo de viabilidade;

• as qualificações técnicas e de segurança das equipes que iriam executar a obra;

• o suporte e a garantia oferecidos pela empresa.

A empresa escolhida por senhor Carlos foi a I.S Brasil, que projetou uma usina solar que atendesse suas necessidades e apresentou o seguinte estudo, baseado em dados reais de consumo da sua fazenda:

Senhor Carlos nem imaginava que em até 4 anos, o valor da economia acumulada seria mais que suficiente para pagar sua usina solar. As parcelas de financiamento poderiam ser iguais ou até mesmo menores que o valor da conta de energia que ele estava acostumado a pagar.

Nesse momento, sr. Carlos já estava decidido em mudar sua vida e sua fazenda com a energia solar. A partir daí, seus lucros aumentariam e os custos da produção de leite iriam diminuir.

Agora, sr. Carlos está muito contente por ter feito um ótimo investimento. Além da economia gerada, ele tem muita tranquilidade na segurança e na garantia do seu sistema fotovoltaico. E você? Está esperando o que para mudar o seu negócio?

Entre em contato agora mesmo com a I.S Brasil – Soluções Sustentáveis e aumente já seus lucros na produção de leite.

Telefone: (35) 3523-5485

E-mail: contato@isbrasilsolar.com.br

Ou pelo box abaixo:

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JOSÉ JOAQUIM GOMES

ALEXÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/03/2020

Como produtor pequeno de leite que sou, gostaria de dizer que o sistema de energia solar é bom mas deixa dúvida quando o produtor tem uma fornecedora de energia elétrica que o deixa na mão com grande frequência. Como produzir leite em duas ordenhas noturnas se a energia elétrica faltar? Difícil, não é?
FABRICIO AUGUSTO

PASSOS - MINAS GERAIS

EM 23/03/2020

Olá José Joaquim, tudo bem com você? Primeiramente, agradeço a leitura da nossa matéria e a participação.

Em conversa com a nossa equipe de engenharia, apresentei o seu caso e me falaram que como você possui uma distribuidora disponível, a solução seria um sistema híbrido.

Sua usina solar, além de estar ligada na rede elétrica, também estaria ligada em uma bateria para armazenamento de energia. A prioridade seria: energia para seu consumo, energia para carga da bateria e energia para a rede elétrica.

Dessa forma, você terá mais segurança energética para seu negócio.

Qualquer dúvida, fico a disposição. Você pode me contatar pelo e-mail fabricio.augusto@isbrasilsolar.com.br. Abraços ;)
EM RESPOSTA A FABRICIO AUGUSTO
JOSÉ JOAQUIM GOMES

ALEXÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 27/03/2020

Fabrício Augusto:
A solução para o pequeno produtor não está no sistema fotovoltaico, pois como já disse, a necessidade de 3 ordenhas não permite se garantir energia elétrica à noite.
Senão vejamos:
1) O sistema fotovoltaico gera energia por um período diário de aproximadamente 8 horas diurnas, que pode ser realmente ser ligado à rede da distribuidora. No entanto se a distribuidora não proporcionar certeza no fornecimento o produtor ficará sem produzir o seu leite se não tiver uma outra fonte.
2) A instalação de um sistema fotovoltaico com armazenamento através de baterias, pelo que já me informei é totalmente inviável em virtude do preço de baterias para este ser muito oneroso.
Assim, penso que a única saída seria a instalação de um sistema gerador com o uso do biogás, produzido em um biodigestor.
Todavia, tenho procurado empresas que atuam nesse ramo e, por incrível que pareça, todas que contactei me informaram que eu precisaria de um plantel muito superior a que possuo.
Assim, continuo no mato sem cachorro.
EM RESPOSTA A JOSÉ JOAQUIM GOMES
FABRICIO AUGUSTO

PASSOS - MINAS GERAIS

EM 27/03/2020

Olá José Joaquim, tudo bem?

Entendemos a problemática em que o senhor está envolvido e concordamos em várias questões apresentadas.

Em relação às baterias, o ideal seria fazer um estudo econômico para ver realmente a viabilidade comparado às perdas por paradas na produção.

Enquanto não se encontra uma solução mais adequada e ambientalmente mais responsável, um gerador à Diesel pode, por hora, suprimir o seu problema.

Outra questão que pode ser vista, é uma reclamação primeiramente junto a concessionária de energia. Posteriormente outra reclamação na ouvidoria da concessionária e por fim, uma reclamação formal na Aneel. Assim, o senhor indica e prova as suas perdas de produção junto à esses órgãos supracitados.

Qualquer dúvida, conte comigo!
Abraços ;)
EM RESPOSTA A JOSÉ JOAQUIM GOMES
BRENO

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS

EM 06/04/2020

Bom dia Fabricio, tenho estudado muito sobre a implantação do sistema de biodigestor, e realmente as empresas que elaboram o projeto e implantam, estão fora da curva e não sabem orientar o produtor, tenho um amigo que colocou em uma granja de porcos e consegue produção de biogás para uso próprio e dos vizinhos, e em um artigo que li, o técnico diz que com uma única vaca vc consegue produzir até 3 botijões de gás por mês, e em meu poucos conhecimentos mas lembrando quando eu era jovem de uns 18 anos, tinha um amigo e vizinho nosso que possuíam uma GM C14 a gáz que era para o transporte de leite, agora se imaginarmos que uma simples adaptação e um bom gerador, vc poderá produzir energia suficiente para tocar uma ordenha de uns 3 ou 4 cv, e mais, um vizinho meu tem um pequeno gerador a gasolina e toca uma ordenha de 3 cv, porém, não toca o tanque, e se pesquisar verá alguns projetos de ITAIPU e no entorno da barragem que incentiva os produtores a produzirem o biogás e com eficiência geram energias suficientes para tocarem granjas, energia de casas e gás para os veículos, ou seja, no Brasil tudo que temos de produção é sub aproveitado, mas nós que somos meio loucos vamos adaptando na medida do possível e eu, ja tenho projeto que aos poucos vou implantar, e acredito que com um número de 5 vamos ja temos como produzir ga´s suficiente para tocar uma ordenha de 2 a 3 cvs.
EM RESPOSTA A BRENO
FABRICIO AUGUSTO

PASSOS - MINAS GERAIS

EM 23/04/2020

Olá Breno! Tudo bem? Obrigado pela participação.

Muito interessante seu comentário sobre biogás. Não tenho muito conhecimento sobre o assunto e até irei pesquisar depois. Caso tenha interesse em saber alguma coisa sobre a energia solar, me coloco a disposição.

Você pode me contatar pelo e-mail fabricio.augusto@isbrasilsolar.com.br.
Abraços ;)
ACIVALDO JOSÉ DE FREITAS

AMORINÓPOLIS - GOIÁS

EM 04/03/2020

E a legislação que falam que tem uns sem noção querendo mudar para tributar a energia solar?
FABRICIO AUGUSTO

PASSOS - MINAS GERAIS

EM 04/03/2020

Olá Acivaldo, tudo bem com você? Primeiramente, agradeço a leitura da nossa matéria e a participação.

Desde o ano passado, a ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica estuda alterar a Resolução 482 para que a energia produzida e injetada pelos consumidores na rede da distribuidora seja compensada apenas parcialmente.

Na proposta, essa taxação pode chegar em até 60% - um número elevado se comparado com outros países que adotaram essa prática.

Isso atrapalha não somente o consumidor e a economia dele, mas também o desenvolvimento da geração fotovoltaica e a sustentabilidade no Brasil.

O setor de energia solar está mobilizado e, juntamente com a ABSOLAR - Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, estamos lutando contra essa taxação.

Qualquer dúvida, fico a disposição. Você pode me contatar pelo e-mail fabricio.augusto@isbrasilsolar.com.br. Abraços ;)