Mastite causada por Staphylococcus aureus tem cura?

Identificar as vacas infectadas é apenas o primeiro passo no controle da mastite causada por Staphylococcus aureus. Este caso mostra como o Protocolo da Clínica do Leite reduziu a mastite por S. aureus em um rebanho comercial.

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Staphylococcus aureus é um dos principais agentes etiológicos de mastite bovina, sendo reconhecido por sua alta prevalência nos rebanhos leiteiros e significativo impacto econômico, principalmente advindo de perdas derivadas da redução na produção de leite e descarte precoce de vacas. Trata-se de um patógeno com grande capacidade de adaptação ao ambiente intramamário, o que dificulta a resposta do sistema imunológico da vaca infectada e reduz a eficácia dos tratamentos com antibióticos (Barkema et al., 2006; Peton & Le Loir, 2014).

Devido ao seu potencial de disseminação e à dificuldade de erradicação, S. aureus representa um dos maiores desafios no manejo da mastite contagiosa, de forma que a sua detecção em um rebanho geralmente é recebida como um anúncio da não perpetuidade do negócio.

O controle da mastite causada por Staphylococcus aureus apresenta desafios específicos que demandam estratégias direcionadas às características biológicas e epidemiológicas desse patógeno. Um dos principais entraves ao controle efetivo é o fato de que grande parte das infecções intramamárias por S. aureus são crônicas e subclínicas, passando despercebidas em triagens que se baseiam apenas na detecção de casos clínicos. Dessa forma, a restrição das medidas de controle ao tratamento de vacas com mastite clínica permite a permanência de vacas infectadas no rebanho, funcionando como reservatórios silenciosos que mantêm a transmissão da bactéria (Barkema et al., 2006; Leuenberger et al., 2019).

Além disso, a eliminação de S. aureus no leite ocorre de forma intermitente, o que reduz a sensibilidade de testes diagnósticos baseados em cultura microbiológica ou PCR, especialmente em coletas únicas (Middleton et al., 2014). Esses fatores reforçam a importância da realização de triagens periódicas e abrangentes em todo o rebanho, mesmo em vacas aparentemente sadias, para a correta identificação e manejo das fontes de infecção.

Outro aspecto relevante é a diversidade genética de S. aureus, que inclui diferentes genótipos e linhagens com variações na capacidade de adesão, invasão celular e produção de toxinas, refletindo em diferentes níveis de patogenicidade (Roberson et al., 1994; Piccinini et al., 2010). A presença da bactéria no rebanho não implica necessariamente em infecção, mas fatores de risco, como lesões nos tetos e falhas na higiene, podem favorecer a instalação da doença. Diante desse cenário, é essencial adotar medidas integradas de controle que atuem simultaneamente na redução das consequências — como o tratamento e o descarte de vacas crônicas — e na correção das causas — como a melhoria da ordenha, prevenção de lesões nos tetos e biosseguridade; para que se alcance um controle efetivo e sustentável da mastite causada por Staphylococcus aureus.

Do diagnóstico à ação: Aplicação do método FCA (Fato–Causa–Ação)

Com base nesse entendimento, a Clínica do Leite desenvolveu um protocolo específico para o controle de mastite contagiosa. A primeira etapa desse protocolo consiste na triagem sistemática do rebanho, o que permite a identificação das vacas infectadas (Figura 1).

A partir dessa identificação, as vacas positivas para patógenos contagiosos (Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae e Mycoplasma bovis) são separadas dos demais animais, minimizando o risco de novas infecções e possibilitando a adoção de estratégias direcionadas para o manejo e/ou descarte dos animais infectados.

Paralelamente, o protocolo contempla uma abordagem estruturada de análise do problema na fazenda, denominada FCA (Fato – Causa – Ação). Essa abordagem permite estratificar o problema da mastite de forma prática e orientada, identificando as principais causas-raízes relacionadas à disseminação da doença — como falhas nos procedimentos de ordenha, manejo de higiene, estrutura das instalações e treinamento da equipe — e propondo um plano de ação viável e mensurável para cada realidade. Ao integrar diagnóstico preciso com análise estratégica, o protocolo visa não apenas tratar os animais doentes, mas reestruturar a gestão do sistema de produção para prevenir novas infecções e alcançar resultados sustentáveis no longo prazo.

Figura 1. Protocolo da Clínica do Leite para a triagem e identificação de animais infectados para Staphylococcus aureus.

Protocolo da Clínica do Leite para a triagem e identificação de animais infectados para Staphylococcus aureus.

Neste artigo, será apresentado um caso real de aplicação desse protocolo em uma fazenda leiteira, demonstrando na prática como a combinação entre diagnóstico sistemático e análise estratégica pode contribuir para o controle efetivo da mastite contagiosa causada por Staphylococcus aureus.

Implementação do protocolo

Para avaliação da aplicação e eficiência do protocolo desenvolvido pela Clínica do Leite, esse foi implementado em um rebanho comercial de vacas da raça Holandesa em junho de 2024. O rebanho era composto por 718 vacas de primeira à sétima lactação, distribuídas em oito lotes. A média dos dias em lactação (DEL) era de 186 DEL, e a produção média diária de 35,3 kg de leite por vaca.

Tratava-se de um rebanho com histórico de prevalência de Staphylococcus aureus, sendo que, nos 12 meses anteriores ao início do protocolo, 18% das amostras individuais analisadas por PCR (de um total de 253 amostras) apresentaram resultado positivo para esse agente. Além disso, a média de contagem de células somáticas (CCS) das vacas era de 358 mil células/mL. Os principais indicadores relacionados à mastite incluíam uma prevalência de 26%, taxa de novas infecções de 9% e taxa de cronicidade de 19% (Figura 2).

Figura 2. Dinâmica da infecção do rebanho avaliado entre junho de 2023 e novembro de 2024. (Fonte: RebStat – Relatórios Avançados da Clínica do Leite, 2025). Destaca-se a estabilidade da taxa de novas infecções (em laranja) e taxa de vacas crônicas (em vermelho) durante a primeira etapa do protocolo (junho a novembro de 2024).

Dinâmica da infecção do rebanho avaliado entre junho de 2023 e novembro de 2024.

 

Estratégia de triagem e identificação das vacas infectadas

Com base no protocolo estabelecido, foi realizada uma triagem mensal do rebanho entre junho e outubro de 2024, com o objetivo de identificar vacas infectadas por Staphylococcus aureus. A metodologia empregada consistiu na utilização de PCR em tempo real para a análise de amostras compostas (pools) de leite. Cada pool foi formado por alíquotas de amostras de leite individual de 3 a 6 vacas, agrupadas conforme o lote de manejo e a CCS individual. As vacas incluídas em pools positivos tiveram as suas amostras analisadas individualmente, possibilitando assim a identificação dos animais infectados.

Durante esse período de triagem (junho a outubro de 2024), foram detectadas 60 vacas positivas para Staphylococcus aureus. Dentre essas, 46 foram submetidas ao tratamento durante à lactação e 8 à secagem, enquanto 6 vacas foram destinadas ao lote de descarte. A partir disso, foi ainda estabelecida uma linha de ordenha em que primeiramente eram ordenhadas as vacas sadias (lote verde e lote cinza), posteriormente as vacas destinadas ao descarte (lote vermelho) e, por último, as vacas em tratamento (lote amarelo).

Causas-raízes e plano de ação

Apesar da identificação e segregação das vacas infectadas, os indicadores de saúde do úbere permaneceram estáveis (taxa de novas infecções e taxa de vacas crônicas, Figura 2), sinalizando que as medidas implementadas até então não estavam atuando sobre as causas raízes do problema. Aqui cabe salientar que muitos programas de redução da CCS param nessa etapa, após as primeiras ações de controle. No entanto, o protocolo da Clínica do Leite prevê a continuidade do processo com a aplicação da metodologia FCA (Fato-Causa-Ação), visando aprofundar a análise e atuar de forma mais direcionada. Com base nisso, em novembro de 2024 foi conduzido um ciclo de melhoria estruturado nessa metodologia FCA, com foco na compreensão da situação de mastite na fazenda. Nisto, foi observado que, considerando o rebanho como um todo:

  • A CCS do tanque permanecia por volta de 230 mil células/mL;
  • A CCS média das vacas era de 238 mil células/mL;
  • A prevalência do rebanho era de 25%;
  • A produção de leite nas vacas subclínicas era de 6 a 8kg menor comparativamente às vacas sadias;
  • A taxa de novas infecções era de 6%, a taxa de crônicas de 19% enquanto a taxa de vacas curadas era de apenas 6%;
  • As vacas estavam se infectando ao longo da lactação, principalmente após o 150 DEL;
  • As infecções eram predominantemente causadas por Staphylococcus aureus, Streptococcus uberis e Streptococcus dysgalactiae.

A alta porcentagem de vacas infectadas após os 150 DEL (Figura 3) e a baixa taxa de vacas curadas (Figura 2, em verde escuro) era condizente com a presença de Staphylococcus aureus no rebanho, visto que é uma bactéria de comportamento contagioso e que possui baixa taxa de cura espontânea. Assim, definiu-se que o verdadeiro problema no rebanho eram as infecções causadas por S. aureus, indicando problemas na ordenha. Porém, a presença de S. uberis e S. dysgalactiae indicavam também a presença de problemas ambientais.

Figura 3. Porcentagem de animais infectados (com CCS > 200 mil células/ml) por estágio de lactação (DEL) e ordem de lactação (NL). (Fonte: RebStat – Relatórios Avançados da Clínica do Leite, 2025).

Porcentagem de animais infectados (com CCS > 200 mil células/ml) por estágio de lactação (DEL) e ordem de lactação (NL).

Para a estratificação do problema, além das informações obtidas a partir das análises do leite (do tanque e individual), foram realizadas mensurações a campo para verificar questões associadas à imunidade dos animais, à biosseguridade do rebanho, ao processo da ordenha, ao equipamento de ordenha, ao ambiente e à mão-de-obra. Os pontos críticos detectados foram: a alta porcentagem de vacas com tetos erodidos, variando de 18 a 48% de acordo com o lote; intervalo entre o primeiro estímulo e colocação das teteiras curto (menor do que 1 minuto), e vacas chegando na ordenha com pernas e pés sujos. Adicionalmente, foi observada uma alta flutuação do vácuo no sistema de ordenha como consequência do tempo de resposta elevado da bomba à queda do vácuo gerada pela colocação das teteiras.

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Questionando o porquê de ocorrência desses pontos, foi possível identificar as causas raízes (Figura 4) e definir o plano de ação, isto é, determinar as medidas necessárias para eliminar ou controlar as causas-raízes de um problema (o que será feito), estabelecendo os responsáveis (por quem) e prazos (quando), garantindo a sua execução e acompanhamento eficaz para atingir a meta estabelecida (Tabela 1).

Figura 4. Estratificação do problema de mastite para a definição das causas-raízes.

. Estratificação do problema de mastite para a definição das causas-raízes.

Tabela 1. Plano de ação definido de acordo com causas-raízes encontradas.

O quê?

Quem?

Quando?

Corrigir a instrução de trabalho do procedimento de ordenha

Gerente

15/11

Capacitar operadores no processo de ordenha

Supervisor

30/11

Regular o equipamento de ordenha

Proprietário

15/11

Ajustar o Programa de Manutenção de Máquinas

Proprietário

15/11

Aumentar a frequência da reposição da cama

Gerente

22/11

 

Paralelamente, a partir de novembro de 2024, a triagem do rebanho para vacas infectadas focou em determinados grupos de vacas, como:

  • Vacas recém-paridas;
  • Novas infecções do lote verde: vacas que estavam sadias no mês anterior (CCS menor do que 200 mil células/mL) e que tiveram CCS maior do que 200 mil células/mL no mês vigente;
  • Crônicas do lote verde: vacas que estavam com a CCS maior do que 200 mil células/mL há dois meses consecutivos e cujo resultado da análise de PCR do mês anterior tinha sido negativo para todos os patógenos investigados.

Resultados e impacto

Com a ação sobre as causas-raízes, a média do intervalo de tempo entre o primeiro estímulo e colocação das teteiras aumentou para 90 a 120 segundos. A bomba de vácuo foi ajustada para operar em fluxo contínuo, mantendo o vácuo à 42 KPa e reduzindo a flutuação. Em abril de 2025, abriu-se o novo galpão para cerca de 100 vacas, corrigindo então a questão da superlotação. Os indicadores de saúde do úbere do rebanho, obtidos um ano após o início do protocolo (maio de 2025), são apresentados na Tabela 2.

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Tabela 2. Indicadores da saúde do úbere do rebanho no início do protocolo (junho/2024), na implementação do método FCA (novembro/2024) e atual (maio/2025).

Mês

Indicador

CCS do tanque

Média CCS das vacas

Prevalência

Taxa de novas infecções

Taxa de vacas crônicas

 

(x 1000 células/ml)

(%)

Jun/24

263

358

27

9

19

Nov/24

215

238

25

6

19

Maio/25

198

186

19

5

15

 

Figura 5. Média de contagem de células somáticas (x 1000 células/mL de leite) do rebanho entre junho de 2023 e maio de 2025. (Fonte: Fonte: RebStat – Relatórios Avançados da Clínica do Leite, 2025).

Média de contagem de células somáticas (x 1000 células/mL de leite) do rebanho entre junho de 2023 e maio de 2025

Excluindo-se os lotes de descarte, os indicadores em maio/2025 eram:

  • Contagem de células somáticas do tanque (lote verde e lote cinza) igual a 100 mil células/mL;
  • Média de CCS das vacas igual a 108 mil células/mL;
  • Prevalência igual a 11%, taxa de novas infecções igual a 7% e taxa de crônicas igual a 5%.

Adicionalmente, desde janeiro de 2025 não foi detectado S. aureus na amostra de leite do tanque dos lotes verde e cinza, refletindo o menor número de vacas infectadas por S. aureus nesse lote. Em maio de 2025, por exemplo, nenhuma vaca foi detectada para S. aureus entre as vacas pós-parto e as vacas pertencentes ao lote verde.

Vacas detectadas para Staphylococcus aureus

Das 77 vacas com diagnóstico positivo para S. aureus, detectadas entre junho de 2024 e maio de 2025, 58 foram tratadas durante a lactação, 12 receberam tratamento no período seco e 7 foram destinadas ao descarte (Figura 6). A avaliação da cura foi realizada por meio das análises de PCR aos 14 e 21 dias após o período de carência do antibiótico para as vacas tratadas durante a lactação, e aos 14 e 21 dias após o parto para aquelas tratadas na secagem.

Aproximadamente 59% das vacas tratadas durante a lactação apresentaram cura, com resultados negativos nos dois testes de PCR subsequentes. Adicionalmente, todas as vacas tratadas no período seco foram consideradas curadas.

Figura 6. Número de análises de PCR realizadas por mês desde o início do protocolo juntamente ao número de vacas detectadas para Staphylococcus aureus, tratadas (na lactação ou na secagem) e com confirmação de cura (por PCR) após o tratamento ou secagem.

Número de análises de PCR realizadas por mês desde o início do protocolo juntamente ao número de vacas detectadas para Staphylococcus aureus, tratadas (na lactação ou na secagem) e com confirmação de cura (por PCR) após o tratamento ou secagem.

*Duas vacas (uma em cada mês) ainda estão no período seco e não foram avaliadas pós-tratamento.

Embora o número reduzido de vacas avaliadas limite conclusões mais robustas, trata-se de uma taxa de cura notável, considerando que estudos nessa área geralmente reportam valores inferiores (Sol et al., 2000). Esse desempenho pode ter sido favorecido pelas características desse grupo de vacas. 

A maioria eram vacas com CCS baixa (36%) ou novas infecções (46%), e apenas 15% eram vacas crônicas, indicando que a maior parte das vacas foi detectada no início da infecção. Além disso, 76% eram vacas de primeira ou segunda lactação. Portanto, a alta taxa de cura observada pode estar associada à predominância de vacas jovens, com infecções recentes e baixos níveis de CCS no momento do diagnóstico – características já reconhecidamente associadas a maiores taxas de sucesso no tratamento (Barkema et al., 2006; Sol et al., 2000). Esses resultados reforçam a importância do diagnóstico precoce para o sucesso terapêutico em casos de mastite por S. aureus.

Investimento com retorno

Considerando as análises de PCR e CCS entre junho de 2024 e maio de 2025, o investimento para controlar S. aureus foi de 240 mil reais. Em junho/24 as perdas calculadas anuais devido à mastite eram de quase 1 milhão de reais.

Com a redução da CCS do leite do tanque para 198 mil células/mL, essas perdas foram calculadas em 300 mil reais anuais, ou seja, houve uma economia de 700 mil reais com o controle de S. aureus frente à um custo de diagnóstico de 240 mil reais (Figura 7). O produtor ainda tem um grande trabalho à frente para reduzir a CCS do rebanho para menos de 100 mil células/mL; mas agora os custos analíticos giram em torno de 12 mil reais ao mês e a produção já está acima de 40 kg por animal/dia, mostrando o alto custo/benefício do programa. Isso sem mencionar o fato de reduzir o descarte de vacas com S. aureus que se curaram após tratamento com antibióticos, como discutido anteriormente.

Figura 7. Estimativa do custo anual da fazenda devido à mastite, considerando os indicadores da saúde de úbere ao início da implementação do protocolo (junho/2024) e atualmente (maio/2025) (Fonte: RebStat - Simulador de custos e impacto financeiro da mastite, Clínica do Leite, 2025).

Estimativa do custo anual da fazenda devido à mastite, considerando os indicadores da saúde de úbere ao início da implementação do protocolo (junho/2024) e atualmente (maio/2025)

 

E afinal, Staphylococcus aureus tem cura?

Sim, Staphylococcus aureus tem cura. A experiência apresentada neste artigo demonstra que, mesmo diante de um dos patógenos mais desafiadores da mastite bovina, é possível alcançar o controle efetivo e a cura das vacas infectadas quando o problema é enfrentado com seriedade, disciplina e gestão técnica. O protocolo desenvolvido e implementado pela Clínica do Leite mostrou que a combinação de diagnóstico precoce, segregação estratégica dos animais, ações corretivas direcionadas às causas-raízes e monitoramento contínuo é capaz de transformar a realidade sanitária de um rebanho, resultando em um rebanho mais produtivo, saudável e longevo.

A mensagem final é clara: mastite por Staphylococcus aureus não é uma sentença de falência para o produtor. Com um protocolo bem estruturado, disciplina na execução e compromisso com a melhoria contínua, é possível reverter cenários críticos, promover bem-estar animal, melhorar a qualidade do leite e garantir a perpetuidade e lucratividade da fazenda leiteira.

Referências bibliográficas

Referências:

Barkema, H. W., Schukken, Y. H., & Zadoks, R. N. (2006). The role of cow, pathogen, and treatment regimen in the therapeutic success of bovine Staphylococcus aureus mastitis. Journal of Dairy Science, 89(6), 1877–1895.

Leuenberger, A., Sartori, C., Irmler, S., Boss, R., & Steiner, A. (2019). Genotypes of Staphylococcus aureus in bovine mastitis. Veterinary Microbiology, 233, 49–56.

Middleton, J. R., Fox, L. K., Lombard, J. E., & Gay, J. M. (2014). Sensitivity and specificity of microbiological culture for identifying intramammary infections in dairy cows using a latent class analysis. Journal of Dairy Science, 97(1), 1–8.

Peton, V., & Le Loir, Y. (2014). Staphylococcus aureus in veterinary medicine. Infection, Genetics and Evolution, 21, 602–615.

Roberson, J. R., Fox, L. K., Hancock, D. D., Gay, J. M., & Besser, T. E. (1994). Ecology of Staphylococcus aureus isolated from various sites on dairy farms. Journal of Dairy Science, 77(11), 3354–3364.

Sol, J., Sampimon, O. C., Barkema, H. W., & Schukken, Y. H. (2000). Factors associated with cure after therapy of clinical mastitis caused by Staphylococcus aureus. Journal of Dairy Science, 83(12), 2786–2792.

Piccinini, R., Taccioli, C., Borromeo, V., & Daprà, V. (2010). Relationships among Staphylococcus aureus genotype, pathogenicity traits, and clinical signs in bovine mastitis. Journal of Dairy Research, 77(3), 257–263.

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Material escrito por:

Paulo Fernando Machado

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