Quantificando a mastite clínica do rebanho
A prevalência da mastite em um rebanho é definida como sendo o número de vacas (ou quartos) que são diagnosticados como infectados. Saiba mais sobre aqui.
Professor Associado da FMVZ-USP Qualileite/FMVZ-USP Laboratório de Pesquisa em Qualidade do Leite Endereço: Rua Duque de Caxias Norte, 225 Departamento de Nutrição e Produção Animal-VNP Pirassununga-SP 13635-900 19 3565 4260
A prevalência da mastite em um rebanho é definida como sendo o número de vacas (ou quartos) que são diagnosticados como infectados. Saiba mais sobre aqui.
<i>C. Bovis</i> é a espécie de corinebacterium mais comumente isolada em bovinos. Este agente causador de mastite é considerado um patógeno secundário, que habita normalmente o canal do teto e, desta forma, pode ser controlado pelo uso da desinfecção dos tetos após a ordenha (pós-dipping). Em rebanhos nos quais não é realizado do pós-dipping, o <i>C. Bovis</i> pode ser isolado em até 60% dos quartos.
Alguns fatores individuais de cada vaca podem estar associados com o aumento da susceptibilidade a novas infecções intramamárias no período seco.
O período seco (PS) é uma necessidade fisiológica para a vaca leiteira e apresenta relação direta com a saúde da glândula mamária.
O uso de terapia sistêmica tem sido bastante avaliado na tentativa de aumentar as taxas de cura dos tratamentos intramamários de mastite em vacas leiteiras.
A severidade da hiperqueratose pode ser classificada visualmente através de uma avaliação em escores. Dos diversos sistemas de avaliação existente, o método mais usado como padrão internacional é o preconizado pelo <i>The Teat Club International</i>, que propõe recomendações para classificação e a interpretação dos resultados.
A barreira primária contra a entrada de microrganismos causadores de mastite é mantida pela integridade da extremidade da pelo dos tetos.
As vacas leiteiras no período peri-parto (cerca de duas semanas antes e após o parto) apresentam elevada incidência de doenças metabólicas e infecciosas.
Em grandes rebanhos leiteiros o centro de ordenha é considerado uma das principais limitações para a expansão do número de vacas em produção. Sendo assim, para maximizar os investimentos realizados busca-se o equilíbrio entre eficiência no uso do equipamento, otimização da produção e obtenção de máxima qualidade do leite.
A principal medida de biossegurança para prevenção da introdução de mastite por Mycoplasma nos rebanhos leiteiros é pela amostragem e cultura das vacas.
Os conceitos de biossegurança aplicados ao controle de mastite é um conjunto de medidas de manejo para controlar e prevenir a introdução de agentes causadores.
O Streptococcus uberis apresenta inúmeras cepas e os estudos mais recentes apontam para uma dificuldade deste agente como contagioso ou ambiental.
O cobre ode atuar na redução da incidência de mastite e no tipo de resposta a infecções experimentais causadas por E. coli. Saiba mais, acesse!
Muitos produtores e técnicos dizem que as novilhas antes do primeiro parto são totalmente livres de infecções intramamárias, mas é fato que existem. Saiba mais
Você sabia que O aumento da frequência de ordenhas de vacas leiteiras resulta no aumento da produção diária? Confira mais sobre o assunto neste artigo!
O agente causador de mastite Staphylococcus aureus ainda é um dos mais isolados em amostras de leite de casos de infecção da glândula mamária.
O equipamento de ordenha pode estar associado ao desenvolvimento de novas infecções intramamária de quatro formas. Saiba mais sobre o assunto!
soluções a base de iodo são as mais empregadas para produtos usados para pós-dipping. Você sabe quais varáveis afetam sua eficácia? Leia neste artigo!
No 2º Congresso Panamericano de Qualidade do Leite e Controle de Mastite, realizado em Ribeirão Preto, foram discutidos variados temas associados com a saúde da glândula mamária de vacas leiteiras. Dentre os vários resultados de pesquisa apresentados, destacou-se um estudo da Universidade da Califórnia, EUA, que estudou a utilização da prática de ordenha antes do parto em novilhas (primíparas) e os seus efeitos sobre a incidência de mastite e outras características de desempenho da lactação seguinte destes animais.
A CCS do tanque tem sido usada como ferramenta importante para monitoramento da qualidade do leite e da saúde da glândula mamária. Saiba mais aqui!
A CCS do tanque tem sido usada como uma importante ferramenta para monitoramento da qualidade do leite e da saúde da glândula mamária. Saiba mais aqui!
Os requerimentos de microminerais publicados no NRC 2001 não estão apresentados como concentrações destes minerais na dieta de vacas leteiras.
Vários micronutrientes (minerais e vitaminas) têm relação direta com o funcionamento adequado do sistema imune das vacas leiteiras.
A importância do período seco sobre a dinâmica das infecções intramamárias tem sido bastante estudada. Saiba mais sobre o assunto, acesse!