Doenças e saúde

Características de fazendas com baixa CCS de tanque
Marcos Veiga dos Santos

Características de fazendas com baixa CCS de tanque

Gestão da Qualidade: "Com relação às práticas de gestão da fazenda, a CCS de tanque foi menor nas fazendas em que havia o monitoramento da rotina de ordenha dos funcionários e participação ativa do gerente ou proprietário durante o processo de ordenha. Esse maior monitoramento durante a rotina de ordenha poderia ajudar a reduzir a incidência de mastite. Da mesma forma, foi observada menor CCS de tanque nos rebanhos nos quais os produtores iniciavam a implementação de medidas de controle de mastite, mesmo em níveis mais baixos de CCS de tanque (<300.000 cels/mL)", por Marcos Veiga e Danielle de C. M. da Fonseca, da FMVZ/USP.

Cruzamentos entre raças leiteiras: aspectos sobre saúde e longevidade - Parte 1
Nathã Carvalho e Emmanuel Veiga de Camargo

Cruzamentos entre raças leiteiras: aspectos sobre saúde e longevidade - Parte 1

Melhoramento Genético: "Já discutimos nos textos anteriores os impactos da adoção de diferentes cruzamentos entre raças leiteiras em características importantes na bovinocultura de leite como fertilidade, resistência a mastites, rusticidade e adaptabilidade aos ambientes tropicais e subtropicais. Retomando esta discussão, vamos abordar agora alguns estudos que avaliaram a sobrevivência, a saúde, as taxas de descarte e desta forma, a longevidade de matrizes puras e oriundas de cruzamento", por Nathã S. de Carvalho e Emmanuel V. de Camargo, do Instituto Federal Farroupilha, campus Alegrete/RS.

Secagem de quartos com mastite crônica
Marcos Veiga dos Santos

Secagem de quartos com mastite crônica

Seção Qualidade do Leite: "A mastite crônica caracteriza-se pela longa duração da infecção, podendo ocorrer sinais de fibrose dos quartos acometidos, acompanhados ou não de perda da capacidade de produção de leite. Além disso, os quartos com mastite crônica não respondem aos tratamentos com antibióticos e são potenciais reservatórios de bactérias que podem ser transmitidas para outras vacas sadias", por Marcos Veiga e Melina Melo Barcelos, da FMVZ/USP.

Boas práticas na produção do leite
Espaço Aberto

Boas práticas na produção do leite

A produção de leite envolve uma série de cuidados em relação à higiene do rebanho, do equipamento, do local de coleta e do armazenamento do leite cru, que pode impactar no produto final. Produtores de leite que trabalham em cooperativas costumam compartilhar o uso de tanques refrigerados, sendo necessário um padrão de coleta e armazenamento, como forma de garantir qualidade. Boas práticas de higienização do processo de produção do leite podem aumentar o rendimento do produtor e garantir uma alta qualidade do produto. Neste relatório você vai se inteirar sobre as melhores práticas de higienização ao longo de todo o processo de produção do leite.

Quartos com maior abertura de tetos são mais susceptíveis a terem novas infecções intramamárias
Grupo Apoiar

Quartos com maior abertura de tetos são mais susceptíveis a terem novas infecções intramamárias

Blog Grupo Criar: "Muitas vezes somos questionados sobre qual é o impacto do sistema de ordenha sobre a incidência de mastite em rebanhos leiteiros. Esta pergunta é um tanto complexa para se ter uma única resposta, pois além da mastite ser uma doença que apresenta diversos fatores de risco, os sistemas de ordenha, o ambiente e as características das vacas interagem e podem resultar em diferentes respostas para cada rebanho".

Como identificar o agente infeccioso causador da diarreia neonatal?
Viviani Gomes

Como identificar o agente infeccioso causador da diarreia neonatal?

Seção Medicina de Produção: "O cenário encontrado nas fazendas A e B de alta produção, que possuem um sistema de manejo extremamente rigoroso, nos fez pensar onde estamos errando. Na busca por esta resposta, verificamos que o 1o passo para a elaboração de um programa de controle de diarreias neonatais é a identificação do agente etiológico (causador). Somente com esta resposta em mãos podemos corrigir protocolos de tratamento, vacinação e desinfecção do bezerreiro", por Viviani Gomes e Camila C. Martin, da Universidade de São Paulo (USP).

Nutrição, metabolismo e saúde uterina em vacas leiteiras pós-parto - Parte 2
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Nutrição, metabolismo e saúde uterina em vacas leiteiras pós-parto - Parte 2

Seção Reprodução: "O ambiente endócrino e metabólico da vaca em lactação afeta a capacidade da mesma para reconceber no pós-parto. Há uma ampla evidência de que os hormônios responsáveis pelos mecanismos homeorréticos que suportam o início da lactação também podem atuar sobre o ovário e o útero, afetando sua função antes e durante o período reprodutivo", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Avaliação de riscos ambientais para ocorrência de mastite
Marcos Veiga dos Santos

Avaliação de riscos ambientais para ocorrência de mastite

Seção Qualidade do Leite: "No caso da mastite contagiosa, a maior parte das novas infecções são transmitidas durante o processo de ordenha a partir de uma vaca doente. Por outro lado, na mastite ambiental podemos perceber que a vaca torna-se infectada no intervalo das ordenhas ou durante a ordenha, mas o principal reservatório das causas mastite ambiental é o ambiente que a vaca vive, principalmente quando há excesso de esterco, barro ou outro composto orgânico", por Marcos Veiga Santos e Bruna Gomes Alves, da FMVZ-USP.

Selante de tetos associado com antibiótico de vaca seca reduz mastite e CCS no início da lactação
Marcos Veiga dos Santos

Selante de tetos associado com antibiótico de vaca seca reduz mastite e CCS no início da lactação

Seção Qualidade do Leite: "Selantes de teto são formulações inertes, sem propriedades antimicrobianas, e que são injetados no canal do teto no momento da secagem para atuar como uma barreira física contra a invasão de micro-organismos causadores de mastite. Um estudo recente demonstrou que o selante de teto aplicado em associação com antibióticos intramamários na secagem reduziu o risco de mastite clínica na lactação subsequente em 48% em comparação a vacas que receberam apenas o antibiótico", por Marcos Veiga Santos (Professor Associado da FMVZ-USP) e Tiago Tomazi (doutorando da FMVZ-USP).

Como secar de forma permanente quartos mamários com mastite crônica?
Marcos Veiga dos Santos

Como secar de forma permanente quartos mamários com mastite crônica?

Seção Qualidade: "Nos rebanhos com elevada porcentagem de vacas com mastite crônica ou com alta prevalência de vacas com Staphylococcus aureus, o descarte de todas as vacas nem sempre é uma medida viável, pois implica em um custo imediato elevado e redução drástica da produção de leite. Nestas situações, recomenda-se que as vacas com mastite crônica sejam primeiramente segregadas e que seja feito o diagnóstico do agente causador da mastite, para que a tomada de decisão em relação à vaca seja feita de forma mais acertada", por Marcos Veiga Santos, da FMVZ/USP.

Retenção de placenta e endometrite subclínica: prevalência e relação com o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras mestiças
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Retenção de placenta e endometrite subclínica: prevalência e relação com o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras mestiças

Seção Reprodução: "Após o parto, para que a vaca esteja apta a conceber novamente, é necessário que vários processos ocorram, sendo eles a involução uterina, a regeneração do endométrio, a eliminação do conteúdo bacteriano do útero e a retomada da atividade cíclica ovariana (Sheldon et al., 2008). O risco da ocorrência de doenças uterinas é aumentado quando existem falhas em um ou mais desses processos, reduzindo assim a fertilidade de vacas leiteiras (Djuricic et al., 2012). Além disso, fatores endócrinos, imunológicos, genéticos, de manejo e suas interações contribuem para o aumento na incidência de infecções uterinas", por Rodrigo R. Buso, Carla C. Campos e Ricarda M. Santos, da Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal de Uberlândia.

Sanidade na criação de bezerras - Parte IVa: desmame e tristeza parasitária bovina
Viviani Gomes

Sanidade na criação de bezerras - Parte IVa: desmame e tristeza parasitária bovina

Seção Medicina de Produção: "Este artigo possui o objetivo de apresentar um protocolo para a realização de desmame com menor grau de estresse, assim como métodos para a identificação precoce e prevenção das principais enfermidades observadas no dia a dia pelos produtores entre o desmame e a puberdade (entrada à idade reprodutiva)", por Natália Meirelles Sobreira e Viviani Gomes, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo.

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 2
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 2

Seção Reprodução: "Os mecanismos biológicos que explicam as doenças que ocorrem no pós-parto, entretanto, não estão claramente entendidos. A maioria dos estudos é de natureza epidemiológica e a grande maioria está associado aos efeitos negativos de doenças durante o estágio inicial da lactação, com redução da taxa de prenhez por inseminação artificial ou com intervalos maiores até o início da gestação", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Práticas de manejo associadas com ocorrência de Staphylococcus aureus no tanque
Marcos Veiga dos Santos

Práticas de manejo associadas com ocorrência de Staphylococcus aureus no tanque

Seção Qualidade do Leite: "A mastite é atualmente a principal doença de rebanhos leiteiros e na maior parte das vezes as causas são de origem bacteriana. Dentro os principais agentes causadores, o grupo de Staphylococcus sp são os agentes etiológicos mais isolados em amostras de leite mastítico, sendo que o S. aureus é a espécie mais isolada em casos de mastite subclínica", por Marcos Veiga Santos e Bruna Gomes Alves, da FMVZ-USP.

Monitoramento de doenças metabólicas no periparto - Parte II: Cetose subclínica
Produção de leite

Monitoramento de doenças metabólicas no periparto - Parte II: Cetose subclínica

Seção Medicina de Produção: "No último artigo foi discutida a importância do monitoramento de distúrbios metabólicos na fazenda leiteira, com foco na cetose subclínica. Também foram revisados métodos e indicadores para avaliação da condição energética do rebanho associados às concentrações de beta-hidroxi-butirato (BHBA) no sangue. Nesse segundo e último artigo serão descritos os benefícios do manejo nutricional adequado e o uso de tecnologias estratégicas na prevenção e tratamento da cetose em vacas de leite durante o período de transição", por Davi Brito de Araujo, pecuarista e veterinário formado na UNESP de Botucatu.

Sanidade na criação de bezerras: dos 31 dias ao desmame - Parte IIIb
Viviani Gomes

Sanidade na criação de bezerras: dos 31 dias ao desmame - Parte IIIb

Seção Medicina de Produção: "Entre os agentes infecciosos causadores da DRB (Doença Respiratória Bovina) estão os vírus, as bactérias, os micoplasmas e os parasitos; sendo os vírus e as bactérias os mais importantes. Na maioria das vezes a infecção viral é a primeira a acontecer, e as lesões respiratórias provocadas aumentam as chances de instalação das bactérias classificadas como oportunistas, causando infecções secundárias e aumentando o dano pulmonar", por Karina Medici Madureira (UFBA) e Viviani Gomes (USP).

Sanidade na criação de bezerras: dos 31 dias ao desmame - Parte IIIa
Viviani Gomes

Sanidade na criação de bezerras: dos 31 dias ao desmame - Parte IIIa

Seção Medicina de Produção: "A Doença Respiratória Bovina (DRB) tem sido cada vez mais precoce dentro dos sistemas de criação de bezerras. Antigamente ressaltava-se a grande importância do estresse do desmame como fator de risco para a DRB, porém dados gentilmente cedidos pela consultora paranaense Cristiane Azevedo demonstraram que a ocorrência da doença, ao redor de 21%, tem sido maior entre 21 e 60 dias de vida. Esta taxa é superior à meta de 10% estabelecida pelo Dairy Calf and Heifer Association (2013), além disso ressalta-se que a DRB tem sido a principal causa de mortalidade em bezerras ainda em fase de aleitamento (12,5%)", por Karina Medici Madureira (UFBA) e Viviani Gomes (USP).

Eficácia de dois antimicrobianos para tratamento de mastite clínica
Marcos Veiga dos Santos

Eficácia de dois antimicrobianos para tratamento de mastite clínica

Seção Qualidade do Leite: "A terapia antimicrobiana por via intramamária continua sendo uma das principais formas de tratamento de mastite clínica em vacas leiteiras. A busca de tratamentos com antimicrobianos específicos contra os agentes causadores de infecções intramamárias (IIM) aumenta a eliminação do micro-organismo, e consequentemente, reduz os gastos com medicamentos e descarte de leite", por Marcos Veiga Santos (Professor Associado da FMVZ-USP) e Tiago Tomazi (doutorando da FMVZ-USP).

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