Como resultado dessa dinâmica, a média nacional (BR) fechou o período cotada a R$ 3,059, registrando um avanço de R$ 0,170. As cotações mínimas e máximas nacionais também subiram, atingindo R$ 2,780 (+R$ 0,130) e R$ 3,450 (+R$ 0,200), respectivamente. O movimento de alta foi sentido em todos os estados monitorados, com destaque para Minas Gerais e São Paulo:
São Paulo (SP): registrou a maior média do período, a R$ 3,275 (alta de R$ 0,120). Apesar disso, foi a única praça a registrar uma leve queda no seu valor máximo, que fechou em R$ 3,320 (-R$ 0,050).
Minas Gerais (MG): apresentou o maior ganho absoluto na média, com alta de R$ 0,262, fechando em R$ 3,205. Juntamente com a média nacional, registrou o maior valor máximo do período (R$ 3,450).
Goiás (GO): também teve forte valorização, com a média subindo R$ 0,247 e fechando em R$ 3,023. O estado teve o maior salto na cotação máxima, subindo R$ 0,538 (R$ 3,350).
Rio Grande do Sul (RS): manteve a menor média entre os estados (R$ 2,880), mas ainda assim apresentou recuperação (+R$ 0,135).
A intensificação dos preços reflete um movimento em cadeia. A valorização dos derivados no varejo e no atacado dá fôlego às indústrias, que repassam essa sustentação para as negociações no mercado spot diante da necessidade de garantir o abastecimento frente à maior demanda.
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