SP: derivados no varejo permanecem sob elevados patamares
Apesar de amargarem pequena queda frente ao mês passado, os derivados lácteos no varejo permaneceram, em junho, sob elevados patamares, registrando seu segundo maior valor do ano - maio apresentou os maiores valores. O leite longa vida fechou em R$ 2,11/litro, permanecendo praticamente estável (-0,89%) frente à média de maio, de R$ 2,13/litro. Já o tempo de prateleira, um indicativo de como estão as vendas, aumentou 17,5%, passando de 40 para 47 dias, em média. A piora no volume de vendas pode ser explicada pela proximidade das férias escolares em julho.

Apesar de amargarem pequena queda frente ao mês passado, os derivados lácteos no varejo permaneceram, em junho, sob elevados patamares, registrando seu segundo maior valor do ano - maio apresentou os maiores valores.
O leite longa vida fechou em R$ 2,11/litro, permanecendo praticamente estável (-0,89%) frente à média de maio, de R$ 2,13/litro. Já o tempo de prateleira, um indicativo de como estão as vendas, aumentou 17,5%, passando de 40 para 47 dias, em média. A piora no volume de vendas pode ser explicada pela proximidade das férias escolares em julho.
Para o queijo (mussarela) o reajuste foi de -2%, ficando em média R$ 18,30/kg. O leite em pó teve valorização de 1,66%, ficando em média a R$ 15,62/kg (embalagem fracionado de 400g).
Gráfico 1. Preços dos derivados lácteos no varejo de Piracicaba-SP.