Foto: Arquivo pessoal/Divulgação
A morte de animais durante tempestades não é novidade, mas ainda sim, os prejuízos colocam em risco a permanência dos produtores na atividade leiteira. Em agosto, a série de tornados e temporais no Sul do Brasil provocaram perdas de animais e, equipamentos e estrutura de propriedades. No Rio Grande do Sul, um produtor com cerca de quarenta vacas em lactação decidiu abandonar a atividade após ser atingido por uma sequência de tempestades que trouxeram prejuízos irrecuperáveis.
Além dos acidentes relacionados às estruturas das fazendas, os animais também podem ser atingidos por descargas elétricas ao se abrigarem em locais inadequados ou sem para-raios. Em fevereiro de 2025, quatro vacas de corte morreram ao se abrigarem em uma árvore que foi atingida por um raio em São José dos Campos, na região do Vale do Paraíba em São Paulo.
Segundo a Embrapa, os produtores podem diminuir as chances de acidentes com raios e eletrocussões ao limitarem os abrigos dos animais a galpões ou outras estruturas protegidas com para-raios. Outra solução seria a o aterramento das cercas elétricas a cada cinquenta ou cem metros de extensão, garantindo que o raio não passe da cerca. Também é importante permanecer atento a postes ou equipamentos que conduzam eletricidade nas áreas habitadas pelos animais, evitando o entorno desses locais sempre que possível durante chuvas com descargas elétricas.
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