Grupo que furtou 2 mil cabeças de gado é alvo de megaoperação policial no Paraná: prejuízo estimado é de R$ 10 milhões

A investigação policial apurou que, desde 2019, o grupo furtou mais de dois mil animais e causou um prejuízo estimado em R$ 10 milhões.

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No dia 09 de setembro, a Polícia Civil do Paraná realizou uma operação contra um grupo especializado em furto de gado, que desde 2019 furtou mais de 2 mil animais, causando prejuízo de R$ 10 milhões. Foram expedidos 17 mandados de prisão e 47 de busca, resultando em 14 prisões preventivas e 7 em flagrante. A investigação revelou que o grupo, com cerca de 40 integrantes, realizava tarefas como reconhecimento de propriedades, execução de furtos e fraudes documentais.
Na manhã de 09 de setembro, um grupo especializado em furto de gado foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Paraná. A investigação policial apurou que, desde 2019, o grupo furtou mais de dois mil animais e causou um prejuízo estimado em R$ 10 milhões.

Grupo que furtou 2 mil cabeças de gado é alvo de megaoperação policial no Paraná

Foto: PC-PR

No total, foram expedidos 17 mandados de prisão e 47 mandados de busca e apreensão. Deste número, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e houve sete prisões em flagrante. A polícia apreendeu oito armas de fogo, 210 munições, dois caminhões e objetos de marcação de gado. Os nomes dos suspeitos ainda não foram divulgados oficialmente.

Grupo que furtou 2 mil cabeças de gado é alvo de megaoperação policial no Paraná

Foto: PC-PR

A investigação começou a partir do furto de 29 cabeças de gado no dia 13 de agosto de 2025, em Alto Paraná. A partir disso, a investigação policial identificou a estrutura criminosa que também realiza o transporte e a comercialização do animal. São apurados crimes de organização criminosa, furto qualificado de semoventes (animais para produção rural), receptação, corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistema de informações, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e contra a saúde pública.

Como o esquema funciona?

De acordo com a polícia, o grupo é composto por cerca de 40 pessoas. Elas se dividiam para realizar cinco tarefas:

  • Reconhecimento prévio das propriedades;
  • Execução dos furtos;
  • Apoio logístico;
  • Fraude documental para conferir aparência de licitude aos animais furtados;
  • Escoamento do rebanho para receptadores e leilões.

As informações são do G1, adaptadas pela equipe MilkPoint.

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