Projeto Balde Cheio quer combater baixa produção de leite no Amapá

Pecuaristas que comercializam leite no Amapá estão sendo orientados sobre novos métodos para aumentar a produção. O projeto Balde Cheio, que está sendo desenvolvido na 51ª Expofeira do Amapá, pelo Sebrae e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ensina técnicas que melhoram a qualidade do leite e reduzem os custos para a criação de animais.

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Pecuaristas que comercializam leite no Amapá estão sendo orientados sobre novos métodos para aumentar a produção. O projeto Balde Cheio, que está sendo desenvolvido na 51ª Expofeira do Amapá, pelo Sebrae e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ensina técnicas que melhoram a qualidade do leite e reduzem os custos para a criação de animais.

De acordo com o gestor de projetos do Sebrae, Isaac Andrade de Oliveira, a iniciativa surgiu no estado por conta da baixa produtividade registrada. Segundo ele, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Amapá só produz 10% do que é consumido no estado. “O restante é importado de outros estados. A nossa proposta é criar uma unidade demonstrativa dentro da Expofeira para apresentar o programa e as tecnologias para que os pecuaristas possam aderir a esta nova metodologia, que reduzirá custos e incentivará a produção”, disse.


Gestor de projetos do Sebrae, Isaac Andrade
de Oliveira (Foto: Jéssica Alves/G1)

Tecnologia



Os pesquisadores desenvolveram técnicas que permitem melhorar a qualidade do leite ordenhado mediante a organização alimentar do animal. Para isto, segundo Oliveira, é necessário o manejo adequado do pasto, que vai permitir ao produtor alcançar a sustentabilidade da propriedade. “Desta forma são cultivados capins de determinadas variedades, cujas espécies são cuidadosamente separadas. A partir deste arranjo, a rotina de alimentação do animal é readequada e ele passa a comer os diferentes capins com uma rotatividade definida”, explicou.

Enquanto algumas espécies crescem novamente, outras estão prontas para o consumo. O ciclo das diferentes espécies vai garantir a sustentabilidade do pasto, sem a degradação do consumo desenfreado. 

As informações são do G1.
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abrahão gomes de holanda
ABRAHÃO GOMES DE HOLANDA

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 09/11/2015

Parabéns pela iniciativa.Tendo em vista o défice de produção de leite desta região.

Os benefícios são diversos:Melhora a renda dos pequenos pecuaristas ,gera emprego e serviço para as famílias ,melhoras as condições  alimentares do rebanho ,consequentemente diminuindo  as doenças carenciais do rebanho ,o que diminuem os índices de mortalidades do rebanho desta região

As condições climáticas regional favorece sobremaneira o desenvolvimento das                

pastagens   resultando no almento da  capacidade de suporte das pastagens tendo em vista a luminosidade e o período chuvoso . A baixa produção de leite por vaca está diretamente ligada a alimentação .Não se conhece o potencial genético  para produção de leite do

do rebanho local. Acho que é preciso desenvolver primeiro a alimentação adequada

para depois incrementar programa de melhoramento genético do rebanho nativo sem nunca trazer animais de fora ,que muitas vezes não goza de rusticidade adquerida ao

longo dos anos constituindo -se um forte patrimônio genético que costuma-se chamar

de Germo plasma.Foram estas as minhas considerações

Qual a sua dúvida hoje?