De acordo com a IN 62, a partir de 1º de julho deste ano, o leite produzido no Espírito Santo deverá apresentar no máximo 600 mil células somáticas (CCS) e 600 mil unidades formadoras de colônias de bactérias (CBT) por mililitro de leite.
O programa Leite Legal oferecerá aos produtores rurais treinamentos de 16 horas de aulas teóricas, abordando assuntos relativos a manejo de ordenha, qualidade da água, estrutura da glândula mamária, mastite, higienização, armazenamento e resfriamento do leite e noções de segurança e saúde no trabalho, e claro conhecimento das exigências da IN 62.
Resultados
Após o treinamento teórico, os instrutores visitam as propriedades dos participantes do programa e verificam os pontos críticos onde pode estar ocorrendo contaminação do leite, apontando as ações a serem tomadas para minimizar o problema.
Em seguida, é feita uma visita na propriedade para orientar sobre a aplicação dos procedimentos ensinados na parte teórica. Após dois meses, um grupo irá se reunir para avaliar os resultados das análises feitas após as duas etapas anteriores.
As propriedades que alcançarem os limites estabelecidos pela IN 62 cumprem a missão do programa. As que não atingirem os índices recebem nova visita, com orientações sobre os procedimentos e ações corretivas. Aquelas que mesmo com essas medidas não conseguirem alcançar o objetivo do programa poderão ser encaminhadas para assistência técnica.
Os interessados em participar dos treinamentos do Senar/ES devem procurar o Sindicato Rural de seu município.
AS informações são da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo - FAES, adaptadas pela Equipe MilkPoint.
