Posicionamento do Sindileite - SC sobre operações "Leite Adulterado I e II"
O Sindicato das Indústrias de Laticinios e Produtos Derivados do Estado de Santa Catarina (SINDILEITE-SC) vem manifestar apoio ao órgão de fiscalização, especialmente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), nas ações de combate as fraudes [...]
Publicado por: MilkPoint
Publicado em: - 1 minuto de leitura
O Sindicato das Indústrias de Laticinios e Produtos Derivados do Estado de Santa Catarina (SINDILEITE-SC) vem manifestar apoio ao órgão de fiscalização, especialmente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), nas ações de combate as fraudes do leite no território catarinense e nacional.
O SINDILEITE defende a melhoria da qualidade do leite e dos produtos derivados e, para isso, deve haver um trabalho integrado entre produtores, transportadores, indústrias e poder público, sempre respeitando integralmente a legislação, os direitos dos cidadãos e dos consumidores.
Cumpre esclarecer que o caso de adulteração em Santa Catarina ocorreu com empresas que fornecem a maioria do leite in-natura (conhecido como “spot”), vendido na sua maioria para fora do estado, o que não atinge a qualidade do leite industrializado pelas indústrias catarinenses.
As indústrias associadas ao SINDILEITE investem fortemente em estrutura, capacitação de profissionais para realização de análises na entrada do leite em suas plataformas e da mesma forma na melhoria contínua da qualidade dos produtos finais, levando à mesa dos brasileiros alimentos seguros e saudáveis.
Não temos dúvidas que a maioria absoluta dos produtores de leite, transportadores e empresas lácteas do estado de Santa Catarina, apesar das dificuldades, são idôneas, que lutam todos os dias para que o setor evolua de forma sustentável e organizada.
O SINDILEITE recomenda o consumo dos produtos das indústrias catarinenses e defende punição exemplar para todos que comprovadamente fraudam este alimento indispensável à saúde que é o “Leite”.
Valter Antônio Brandalise - Presidente SINDILEITE-SC.
Para continuar lendo o conteúdo entre com sua conta ou cadastre-se no MilkPoint.
Tenha acesso a conteúdos exclusivos gratuitamente!
Publicado por:
MilkPoint
O MilkPoint é maior portal sobre mercado lácteo do Brasil. Especialista em informações do agronegócio, cadeia leiteira, indústria de laticínios e outros.
Deixe sua opinião!
CRUZ ALTA - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO
EM 01/09/2014
A turma me olhou meio sem acreditar... pois bem, aí está. Agora é SC, amanhã será PR (já denunciado até por uma fiscal do MAPA nas discussões dos artigos que escrevi aqui, antes de irromper tudo isso); acima já temos denúncia de MG... se preparem.
Isso tudo terá um impacto de curto prazo muito negativo. E lhes digo mais: não vem em boa hora, mas será necessário um choque para que se limpe do setor esse tipo de pessoas inescrupulosas que, nos artigos abaixo, chamei de bandidos antes mesmo de se iniciarem as primeiras investigações do MP do RS.
Pagaremos esta conta, todos nós, mas é necessário. Em leite não se adiciona NADA. Ponto final. Quem não aceita mude-se para países africanos. Lá, a própria ONU aceita oficialmente que água oxigenada é necessária, tamanha a precariedade da cadeia do leite no continente. Aqui não tem desculpa. Falta vergonha na cara; ajeitar as estradas; contratar transportadores com CNPJ, estampando a marca da indústria contratante, e com cláusulas rígidas de rescisão; criar um cadastro nacional de picaretas do leite; proibir que o transportador seja comprador de leite; pagar por percurso, não volume; proibir que empresas atentem transportar por centenas de quilômetros interestaduais um produto altamente perecível, que na origem já está no seu limite; igualar as condições municipais e estaduais às federais de fiscalização; cortar fiscais corruptos; e sobretudo, dar mais importância ao desenvolvimento de tecnologias de triagem de fraudes, de preferência que possam ser usadas pelo verdadeiro chefe desse negócio: o senhor consumidor, lesado, enganado, correndo riscos que ainda nem se conhece onde poderão chegar.
Estamos no caminho. Alguns testes estão sendo desenvolvidos. Pessoas estão sendo processadas, multadas, presas, negócios fechados e vai muito longe ainda, pois a coisa tem escala nacional.
Os artigos que me referi são "Transportador de leite: o elo esquecido - Parte I e II", aqui:
http://www.milkpoint.com.br/mypoint/transpondo/blog.aspx

PATOS DE MINAS - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS
EM 27/08/2014
Faço aqui um "alerta" às autoridades e órgãos de fiscalização federais, estaduais e municipais, sobre o que está acontecendo na região do Alto Paranaíba- MG, relacionado ao assunto tratado na matéria, e que considero de "alta gravidade"! Existem inúmeros "ajuntadores de leite" funcionando hoje nesta região!!! Eu falo desta região, porque estou aqui e sei como e onde acontece!!! Mas imagino que já seja um problema disseminado em todo o país onde haja produção e comercialização de leite!!! Pessoas sem o mínimo de conhecimento e sem o mínimo de estrutura física e, fatalmente, sem o mínimo de recursos que garantam a segurança alimentar do leite; sem que estejam cadastrados e devidamente autorizados ou legalizados perante os órgãos fiscalizadores (incluindo-se aqui a receita federal, órgão ambiental, anvisa imetro, e outros) COLETAM, COMPRAM, ESTOCAM E REVENDEM LEITE CRÚ EM GRANDES VOLUMES, À TERCEIROS QUE O REVENDEM, OU MESMO À INDÚSTRIAS SEM OU COM REGISTRO NO SIF OU IMA, SEM RESPEITO A NENHUMA LEGISLAÇÃO PERTINENTE À ESSES ÓRGÃOS, abertamente, sem nenhuma preocupação em se esconderem, à luz do dia e do conhecimento de todos, sem que NINGUÉM tome qualquer providência no sentido de obrigá-los a se adequarem a nada! E é nessas condições que, certamente, muitas soluções extremas para conservar e adulterar esse leite, por inúmeros motivos, acontecem sem que se tome nenhuma atitude! Esses "comerciantes informais" de leite estão crescendo em volumes e faturamento, sem investirem em nada que garanta a qualidade ou segurança desse leite para o consumidor, com a conivência das indústrias que "CONHECEM MUITO BEM" a legislação e sabem que eles não a cumprem, mas compram seu produto adulterado ou fraudado, "LITERALMENTE ESQUENTANDO-O" e usando-o em favor de seus interesses econômicos.
A falta de ação da fiscalização, a conivência ou cumplicidade de várias indústrias e a impunidade garantida, fazem desse "crime" uma grande oportunidade de negócio que está proporcionando a proliferação do que podemos chamar de "empresariado bandido do leite"! Entre o momento que a vaca fornece o nobre alimento puro e estéril, até ele chegar às indústrias, estão acontecendo barbaridades... e nenhum órgão de fiscalização faz nada para impedir!!! Que vergonha! Que decepção! Como podemos esperar que se acabem as fraudes e os riscos à saúde dos inocentes consumidores???
SANTA ROSA - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 27/08/2014
SANTA ROSA - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 27/08/2014
Conheço vário laticínis que não aida não tem su laboratório para algumas análises mais específicas, o que é fundamental no processo, antes da desarga do produto na plataforma. O Governo diz não ter condições de fiscalizar tudo, então a sgestão seria criar centros de análise próximo aos polos produores com equipamentos em comodato aos laticínios e responsabilizando o pessoal da produção da empresas, neste caso tecnologos e engenheiros de alimentos ou de produção.

SANTO CRISTO - RIO GRANDE DO SUL - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS
EM 26/08/2014