Mercado de lácteos na China cresceu 139% em 4 anos

Publicado por: MilkPoint

Publicado em: - 1 minuto de leitura

Ícone para ver comentários 0
Ícone para curtir artigo 0

O mercado da China é vasto e, em relação a outros mercados desenvolvidos, está ainda passando por uma rápida expansão. Os consumidores chineses são muito sofisticados e muito conscientes. O grau de sofisticação está aumentando, à medida que mais marcas e produtos são introduzidas no mercado. O consumidor chinês continua comprando cada vez mais.

O aumento da renda média anual, a grande quantidade de refrigeradores e freezers, o aumento da influência ocidental, a cozinha internacional e a grande disposição de bens nos supermercados são fatores que contribuem para o aumento dos produtos lácteos na China.

O gosto do consumidor chinês está mudando. A chegada das redes de fast-food, supermercados no estilo ocidental, a grande divulgação dos benefícios para a saúde dos produtos lácteos e o surgimento de interesse em tentar novos produtos e novos mercados no país têm auxiliado no avanço dos produtos lácteos no território chinês. Apesar desse tipo de alimento não ser tradicional na China, o setor de lácteos está surgindo como um de mais rápido crescimento nesse mercado no momento.

Fatos-chave

- O mercado total para produtos lácteos cresceu 139% entre 1993 e 1997;

- O valor total do mercado de lácteos alcançou US$2,1 bilhões em 1997;

- Os iogurtes representam o maior setor do mercado, com 51% dele;

- Os produtos de soja competem diretamente com os produtos lácteos, especialmente no setor de bebidas.

fonte: Just-Food.com, por Equipe MilkPoint
Ícone para ver comentários 0
Ícone para curtir artigo 0

Publicado por:

Foto MilkPoint

MilkPoint

O MilkPoint é maior portal sobre mercado lácteo do Brasil. Especialista em informações do agronegócio, cadeia leiteira, indústria de laticínios e outros.

Deixe sua opinião!

Foto do usuário

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração.

Qual a sua dúvida hoje?