O criador do leite carbonatado ou “refrigerante de leite” MO2, de Waikato, Nova Zelândia, Richard Revell, lançou no mês passado seis novos sabores do produto – café gelado, limão, manga, piña colada, baunilha e frutas silvestres. Ele está planejando estabelecer uma planta produzindo 9.500 garrafas de 250 mililitros por hora na região.
Revell levou nove anos desenvolvendo a bebida, primeiramente em sua propriedade leiteira e, então, através da Rede de Inovação de Alimentos da Nova Zelândia e usando uma máquina que enche 1.600 garrafas por dia.
Inicialmente, a bebida tinha os sabores de cola e limonada, mas, após ser distribuída em 20 varejistas de Hamilton, Revell colheu informações junto aos consumidores e descobriu que eles esperavam algo diferente do leite carbonatado. “Eles adoraram o conceito, mas não queriam cola ou limonada. Eles queriam um leite com sabor, mas com gás”.
Revell levou três anos desenvolvendo os novos sabores, enquanto compartilhou o conceito em eventos comerciais em todo o mundo. Ele disse que a empresa busca uma máquina capaz de embalar produtos longa vida, após ter surgido interesse de distribuidores no exterior. “Não podemos fazer isso hoje, porque não temos uma máquina de embalagem longa vida. É muito louco. Ainda estamos fazendo um produto fresco com validade de 35 dias”. Os dados são do http://www.stuff.co.nz.
Revell levou nove anos desenvolvendo a bebida, primeiramente em sua propriedade leiteira e, então, através da Rede de Inovação de Alimentos da Nova Zelândia e usando uma máquina que enche 1.600 garrafas por dia.
Inicialmente, a bebida tinha os sabores de cola e limonada, mas, após ser distribuída em 20 varejistas de Hamilton, Revell colheu informações junto aos consumidores e descobriu que eles esperavam algo diferente do leite carbonatado. “Eles adoraram o conceito, mas não queriam cola ou limonada. Eles queriam um leite com sabor, mas com gás”.
Revell levou três anos desenvolvendo os novos sabores, enquanto compartilhou o conceito em eventos comerciais em todo o mundo. Ele disse que a empresa busca uma máquina capaz de embalar produtos longa vida, após ter surgido interesse de distribuidores no exterior. “Não podemos fazer isso hoje, porque não temos uma máquina de embalagem longa vida. É muito louco. Ainda estamos fazendo um produto fresco com validade de 35 dias”. Os dados são do http://www.stuff.co.nz.