Poucos meses após ter lançado a Practijarra (um saquinho de leite que não derrama – veja matéria relacionada), a fabricante de produtos lácteos da Colômbia, Alquería, lançou um iogurte em embalagens pouco convencionais.
Com uma tampa em que se gira uma peça plástica para formar um bocal, canudo expansível e colheres escondidas dentro da embalagem são parte da proposta com a qual a Alquería chega a um mercado que está em pleno crescimento, já que o consumo per capita anual de iogurte na Colômbia é de 4 quilos, enquanto em outros países, como Argentina, chega a 14 quilos, 10 quilos no México e 8 quilos no Brasil.
O projeto, no qual foram investidos 2 milhões de euros (cerca de R$ 5,83 milhões), começou a ser planejado há dois anos e boa parte do trabalho se concentrou em fazer uma embalagem diferente da dos concorrentes. “Foi um trabalho extenso que se concentrou em buscar elementos diferenciadores para a marca e, por sua vez, muito satisfatórios para o consumidor. Foi uma inovação 100% colombiana e, com ela, estamos certos de que vamos revolucionar o mercado”, disse o diretor de Negócios de Snacking da Alquería, Pedro Merizalde.
Para participar desse novo negócio, a companhia fez adaptações na planta de Cajicá e não descarta que, em longo prazo, esse nicho se amplie com diferentes apresentações.
A meta da Alquería é vender 1.500 toneladas no primeiro ano do novo produto, o que significa um milhão de unidades mensais comercializadas. Merizalde disse que o iogurte Alquería está à venda desde o final de 2014 no país, de lojas de bairro até supermercados. A companhia busca ser a primeira ou a segunda marca dessa categoria.
A multinacional francesa Danone é um aliado estratégico da Alquería nesse projeto. Desde 2007, essa empresa europeia concretizou um acordo de US$ 10 milhões com a Alquería para executar uma infraestrutura industrial que permitisse precisamente participar em novas categorias, como os iogurtes.
Fonte: LaRepublica.co
Com uma tampa em que se gira uma peça plástica para formar um bocal, canudo expansível e colheres escondidas dentro da embalagem são parte da proposta com a qual a Alquería chega a um mercado que está em pleno crescimento, já que o consumo per capita anual de iogurte na Colômbia é de 4 quilos, enquanto em outros países, como Argentina, chega a 14 quilos, 10 quilos no México e 8 quilos no Brasil.
O projeto, no qual foram investidos 2 milhões de euros (cerca de R$ 5,83 milhões), começou a ser planejado há dois anos e boa parte do trabalho se concentrou em fazer uma embalagem diferente da dos concorrentes. “Foi um trabalho extenso que se concentrou em buscar elementos diferenciadores para a marca e, por sua vez, muito satisfatórios para o consumidor. Foi uma inovação 100% colombiana e, com ela, estamos certos de que vamos revolucionar o mercado”, disse o diretor de Negócios de Snacking da Alquería, Pedro Merizalde.
Para participar desse novo negócio, a companhia fez adaptações na planta de Cajicá e não descarta que, em longo prazo, esse nicho se amplie com diferentes apresentações.
A meta da Alquería é vender 1.500 toneladas no primeiro ano do novo produto, o que significa um milhão de unidades mensais comercializadas. Merizalde disse que o iogurte Alquería está à venda desde o final de 2014 no país, de lojas de bairro até supermercados. A companhia busca ser a primeira ou a segunda marca dessa categoria.
A multinacional francesa Danone é um aliado estratégico da Alquería nesse projeto. Desde 2007, essa empresa europeia concretizou um acordo de US$ 10 milhões com a Alquería para executar uma infraestrutura industrial que permitisse precisamente participar em novas categorias, como os iogurtes.
Fonte: LaRepublica.co