Logo do site MilkPoint
Entrar
  • NOTÍCIAS & MERCADO
    GIRO DE NOTÍCIASPANORAMA DE MERCADOCONCEITOS DE MERCADOMILK EXPRESS
  • PREÇO DO LEITE
  • COLUNAS
  • MILKPLAY
  • ARTIGOS
    PRODUÇÃO DE LEITEINDÚSTRIA DE LATICÍNIOSESPAÇO ABERTOE-BOOKSCRUZADINHA
  • EVENTOS
    MILK PRO SUMMITINTERLEITE BRASILDAIRY VISIONFÓRUM MILKPOINT MERCADOPRÓXIMOS EVENTOS
  • TOP 100
  • EMPRESAS
    CEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMALDELAVAL - PRODUÇÃO DE LEITE EFICIENTEMSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITENOVIDADES DOS PARCEIROS
  • MILKIA
  • CONTATO
    NEWSLETTERANUNCIEENVIAR UM ARTIGOFALE CONOSCOTRABALHE CONOSCOQUEM SOMOS
Acesse sua conta Ou cadastre-se
INÍCIO
NOTÍCIAS & MERCADO
GIRO DE NOTÍCIASPANORAMA DE MERCADOCONCEITOS DE MERCADOMILK EXPRESS
PREÇO DO LEITE
COLUNAS
MILKPLAY
ARTIGOS
PRODUÇÃO DE LEITEINDÚSTRIA DE LATICÍNIOSESPAÇO ABERTOE-BOOKSCRUZADINHA
EVENTOS
MILK PRO SUMMITINTERLEITE BRASILDAIRY VISIONFÓRUM MILKPOINT MERCADOPRÓXIMOS EVENTOS
TOP 100
EMPRESAS
CEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMALDELAVAL - PRODUÇÃO DE LEITE EFICIENTEMSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITENOVIDADES DOS PARCEIROS
MILKIA
CONTATO
NEWSLETTERANUNCIEENVIAR UM ARTIGOFALE CONOSCOTRABALHE CONOSCOQUEM SOMOS
  • Acesse o MilkPoint Ventures MilkPoint Ventures
  • Acesse o CaféPointCaféPoint
  • Acesse o MilkPoint Mercado MilkPoint Mercado
  • Acesse o Milk Pro Master Milk Pro Master
  • Acesse o Milk Monitor Milk Monitor
  • Acesse o MapLeite MapLeite
Kuhn do Brasil!
  1. Início >
  2. Colunas >
  3. LIPA/UFV

Salmoura para queijos: preparo e cuidados!

A salga em salmoura é o método mais comum e, quando se fala neste assunto, a primeira ideia que pode surgir é: só colocar o queijo na água com sal. Nada disso!

Publicado por: MilkPoint

Publicado em: 27/10/2022 - 10 minutos de leitura

Ícone para ver comentários 5
Ícone para curtir artigo 6

A salga reduz a atividade de água (aw) dos queijos, melhorando a sua estabilidade química, microbiana e bioquímica, além de intensificar o sabor do produto final. Em geral, a salga de queijos pode ser realizada de três maneiras (Hayaloglu, 2017):

  • Método de salga aplicado à coalhada (salga na massa);
  • Método de salga superficial aplicado à superfície do queijo (salga na superfície);
  • Método de salga por imersão dos queijos em solução salina (salmoura).

 

A salga em salmoura é o método mais comum e, quando se fala neste assunto, a primeira ideia que pode surgir é: só colocar o queijo na água com sal e está tudo certo! Nada disso! A salga utilizando salmouras é uma das etapas mais desafiadoras dentro da indústria de laticínios, pois a qualidade da salmoura influencia diretamente a qualidade do queijo.

Desse modo, a equipe de Controle de Qualidade deve ter atenção redobrada nesta etapa, podendo até classificá-la como um ponto crítico de controle. Desta forma, neste artigo, discorreremos sobre o preparo e os cuidados que envolvem a salmoura.

 

O que é a salmoura?

Consiste na imersão do queijo em uma solução de cloreto de sódio (sal de cozinha) com concentração variando na faixa de 20% a 22% (m/v).  A salmoura é armazenada em tanques de fibra, situados no interior das câmaras frias, visando a manutenção de baixas temperaturas. Geralmente, são mantidas a uma temperatura entre 10 e 15°C para evitar a multiplicação de microrganismos indesejáveis (Aquarone et al., 2001).

Além disso, deve ser limpa e de coloração esverdeada, não podendo conter depósitos estranhos (Furtado, 2005). O queijo fica imergido em um tempo que pode variar de 10 minutos a 72 horas, a depender das características de cada processo, como o tipo, tamanho, formato e pH do queijo; bem como temperatura, concentração, agitação e pH da salmoura (Santos et al., 2022).

 

Quais cuidados devem ser tomados no preparo da salmoura?

Preparar uma salmoura parece simples, mas não é uma tarefa tão trivial assim. A qualidade da água é de extrema importância, assim como a qualidade do sal. Alguns estudos mostram que a água e o sal utilizados no preparo da salmoura podem ser carreadores de contaminação para os queijos, portanto, deve-se dar atenção para a qualidade destes insumos (Martins, 2001).

É importante frisar que água deve ser potável, isto é, não gerar nenhum risco para a saúde do consumidor. Outro ponto importante que deve ser analisado refere-se à dureza desta água. A dureza é uma propriedade referente à concentração de determinados cátions em solução, principalmente cálcio e magnésio (Baccan et al., 2004).

Muito se fala sobre o impacto da dureza da água na caldeira e nas tubulações, mas você sabia que esse fator afeta diretamente a qualidade do queijo que é imergido na salmoura? Isso mesmo! Uma água dura pode propiciar modificações na casca do queijo, tornando-a, por exemplo, mais rígida.

A qualidade do sal também é de extrema importância. Segundo Furtado (1991), o sal utilizado para salmouras deve apresentar boa qualidade química e bacteriológica. Geralmente, o sal extraído de minas pode conter microrganismos do gênero de Micrococcus, Corynebacterium, Bacillus, além de outras bactérias e leveduras.

Já no sal de origem marinha encontra-se, sobretudo, Micrococcus, mas também Clostridium (butyricum e sporogenes) que podem causar alterações indesejáveis no produto e riscos à saúde dos consumidores. Quando se trata de sal refinado, o índice de contaminação reduz consideravelmente. Quimicamente, o sal utilizado em salmouras deve conter baixos teores de sulfatos (SO4-) e de metais pesados como chumbo (Pb), cobre (Cu) e arsênico (As).

Da mesma forma, a água pode ser veículo de microrganismos deteriorantes e/ou patogênicos que, além de alterar a qualidade dos queijos, podem representar risco potencial à saúde dos consumidores (Gusso e Farina, 2010).

Continua depois da publicidade Nexo Agro

Dessa forma, lembre-se: antes da salmoura ser liberada para uso, é importante que ela seja pasteurizada! O binômio de pasteurização das salmouras varia de acordo com o tipo de queijo e a concentração de sal da salmoura. Por exemplo, para a salmoura de muçarela a 20%, o binômio de tempo e temperatura usado é: 100-105 °C por 40-45 minutos.

 

Existem padrões microbiológicos e físico-químicos para salmoura?

Atualmente, não existe uma legislação vigente que determine os parâmetros físico-químicos e microbiológicos, com seus respectivos limites toleráveis, para a salmoura. Entretanto, a Portaria n°04 de 03 de janeiro de 1978 cita que estes parâmetros devem ser avaliados, mas a responsabilidade da avaliação e monitoramento da qualidade da salmoura é exclusivamente da indústria.

Além disso, a presente portaria discorre que a salmoura deve ser periodicamente submetida à regeneração através de aquecimento, filtração, correção da concentração salina para os índices adequados (18 a 22 ºBé), conforme o tipo de queijo a ser fabricado e, quando for o caso, ser realizada a correção do pH.

 

Então, como a indústria realiza o monitoramento dos parâmetros sem legislação?

Como o órgão fiscalizador não apresenta um padrão para o grupo microbiano a ser investigado, a alternativa mais prudente é fazer uma análise crítica e sistêmica do processo de fabricação. Dessa forma, esse padrão é determinado pelo histórico de qualidade da salmoura e dos produtos, ou seja, pelos problemas de qualidade relatados, pelas análises de shelf life, pelo tipo de queijo etc.

A partir dessas informações, a equipe de Controle de Qualidade irá determinar quais microrganismos serão pesquisados. Vale ressaltar que para essa determinação não existe certo ou errado. A empresa vai definir os critérios microbiológicos e eles serão sustentados e justificados no plano de APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle). Entretanto, é consenso que a pesquisa de bolores e leveduras deve ser realizada.

Durante o tempo em que o queijo permanece na salmoura, o sal é transferido da salmoura para o centro do queijo devido à diferença na concentração de sal entre a fase aquosa do queijo e a salmoura, enquanto o soro de leite é transferido do queijo para a salmoura, a fim de equilibrar a pressão osmótica (Giroux, Lemaire e Britten, 2022).

Resumidamente, com a dessoragem do queijo, ocorre o aumento da matéria orgânica na salmoura. Nestas condições, o meio se torna atrativo para o crescimento de bolores e leveduras. Outros microrganismos podem ser pesquisados como, por exemplo, Salmonella (principalmente para salmouras de queijos frescos), psicotróficos, coliformes e Escherichia coli (a pesquisa de coliformes, por exemplo, é muito importante para verificar se o plano de Boas Práticas de Fabricação está realmente sendo respeitado e, a avaliação da qualidade microbiológica da salmoura comprova essa resposta).

No geral, diariamente, os laticínios monitoram os parâmetros físico-químicos de acidez, pH e concentração de sal.

O pH da salmoura é muito importante e deve ser o mais próximo do pH do queijo para que ocorra as trocas bioquímicas de forma balanceada. Para a maioria dos queijos, o pH da salmoura vai variar de 5,0 a 5,4 (Furtado, 1991). De acordo com Gusso e Farina (2010), quando o pH está baixo, este se aproxima do ponto isoelétrico da caseína (pH 4,6 a 20 ºC), ocasionando a perda de umidade e reduzindo a velocidade de absorção do sal, com consequente formação de uma camada gordurosa na casca.

Já o pH alto, favorece a putrefação da mesma e retarda a salga dos queijos. Sendo assim, conforme dito anteriormente, para evitar problemas relacionados a qualidade do produto, o ideal é que o pH da salmoura seja o mais próximo possível ao pH do queijo. Devido ao poder tamponante da salmoura, o pH não varia muito, mas a acidez titulável tende a subir e deve ser periodicamente corrigida para valores que não alterem o pH drasticamente (Furtado, 1991).

Em relação à concentração de sal, quanto menor sua concentração na salmoura, maior o tempo de salga e menor a velocidade de absorção. Para manter a concentração de sal constante na salmoura, o sal deve ser reposto, introduzindo-o diretamente sob agitação, para uma dissolução eficiente (Gusso e Faria, 2010). Essa análise deve ser realizada com frequência em salmouras de alto giro, ou seja, aquelas que recebem queijos com mais frequência.  

Outro parâmetro que deve também ser monitorado é a temperatura. Além disso, o teor de cálcio da salmoura deve ser ajustado através da adição de cloreto de cálcio (0,6 –0,8%). Esse ajuste evita a peptização da casca do queijo (Furtado, 1991).

Gollo, Ansian e Valduga (2003) estabeleceram limites críticos para controle diário da salmoura do queijo Minas Frescal, onde a temperatura ideal deve ser entre 10 e 12 ºC e a concentração de sal de 17 a 18 ºBé por 1,5h para 25 caixas de queijos.

Esses autores concluíram também que fatores combinados, como temperatura, acidez e concentração de sal (com porcentagem média de 17%) são capazes de reduzir a contaminação de patógenos como Salmonella sp., Listeria monocytogenes e S. aureus. Estes microrganismos são inibidos por concentrações de 10 a 16% de sal, e essa inibição pode ser potencializada quando o pH for mais baixo.

 

De quanto em quanto tempo tem que trocar a salmoura?

Assim como as pesquisas microbiológicas, a troca da salmoura também vai depender do seu histórico. É muito comum ter como referência a contagem de mesófilos aeróbios. Quando a contagem for superior a 1,0 x 105 UFC/mL para mesófilo, é hora de trocar a salmoura. Entretanto, são casos e casos, e, por isso, é complicado cravar um valor de referência.

Por exemplo, quando se coloca um queijo na salmoura que será maturado, existe a possibilidade de parte do fermento utilizado migrar para a salmoura. Neste contexto, Amaral et al. (1992) asseguraram que microrganismos mesófilos podem ser transferidos do queijo para a salmoura. Porém, os mesmos autores relataram que contagens superiores também podem ocorrer devido a falhas de higiene durante o processamento.

Considerando o reaproveitamento da solução, a qualidade microbiológica das salmouras é de fundamental importância, pois pode levar à contaminação dos queijos. Furtado (2005) recomenda que, a cada quinze dias, dependendo da intensidade de uso, a salmoura deve ser tratada por cerca de 18 horas com uma solução de cloro (Hipoclorito de sódio 10%) à base de 500mL/1000L, ou peróxido de hidrogênio 130 volumes (cerca de 35%) à base de 300mL/1000L de salmoura. Em qualquer dos casos, não poderá haver queijos na salmoura no momento do tratamento.

Continua depois da publicidade Robusto, confiável e feito para durar  - Melhorando a vida na fazenda - NEDAP

A cada 4 meses de uso, a salmoura pode ser recuperada. A recuperação da salmoura compreende o tratamento térmico rigoroso, seguido por resfriamento, decantação, filtração e reajuste do teor de sal, cálcio e pH (Furtado, 1991). A reutilização da salmoura representa um ponto crítico no processo, devido ao acúmulo de impurezas nesta solução, o que pode favorecer a sobrevivência e/ou multiplicação de microrganismos, comprometendo a qualidade do queijo que será imergido (Amaral et al. 1992).

 

Considerações finais

A salga em salmoura é uma importante etapa do processo de fabricação de queijos que exige manipulação e rotatividade de produtos. Para manutenção da qualidade da salmoura o monitoramento periódico e aplicação de ferramentas de controle de qualidade são fundamentais. Além disso, os critérios de uso e reuso da salmoura também devem ser amplamente observados, com a finalidade de não colocar em risco a saúde dos consumidores.

 

Autores

Jeferson Silva Cunha (Bacharel em Ciência e Tecnologia de Laticínios e membro do Laboratório de Inovação no Processamento de Alimentos - LIPA/DTA/UFV)

Profa. Dra. Érica Nascif Rufino Vieira (Professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos da UFV e coordenadora do Laboratório de Inovação no Processamento de Alimentos - LIPA/DTA/UFV)

Prof. Dr. Bruno Ricardo de Castro Leite Júnior (Professor do Departamento de Tecnologia de Alimentos da UFV e coordenador do Laboratório de Inovação no Processamento de Alimentos - LIPA/DTA/UFV)

 

Agradecimentos: Os autores agradecem a CAPES - Código Financiamento 001; à Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG) pelo financiamento do projeto APQ-00388-21; ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pelo financiamento do projeto (429033/2018-4) e pela bolsa de produtividade à B.R.C. Leite Júnior (n°306514/2020-6).

 

 

Referências 

AMARAL, L.A.D.; NADER FILHO, A.; IARIA, S.T.; FERRO, J. A. Variação das características físico-químicas e microbiológicas das salmouras empregadas na salga de queijos tipo mussarela durante o período de sua utilização. Revista de Saúde Pública, v. 26, p. 41-45, 1992.

AQUARONE, E.; BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U.A. Biotecnologia Industrial. v. 4. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.

BACCAN N.; ANDRADE J. C. de; GODINHO O. E. S.; BARONE J. S. Química analítica quantitativa elementar. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.

FURTADO, M.M. A arte e a ciência do queijo. 2. ed. São Paulo: Editora Globo S.A, 1991.

FURTADO, M.M. Principais problemas dos queijos: Causas e prevenção. São Paulo: Fonte comunicações e editora, 2005.

GIROUX, H.J.; Lemaire, N.; Britten, M. Effect of cheese composition and cheese-making conditions on salt and moisture transfer during brining. International Dairy Journal, 129, Article 105325, 2022.

GOLLO, R; CANSIAN, R.L; VALDUGA, E. Identificação de alguns pontos críticos no processamento dos queijos prato e mussarela. Brazilian Journal of Food Technology, v.6 (1), p.43-51, 2003.

GUSSO, AP; FARINA, LO. Processo de salga em queijos. Leite e Derivados, São Paulo, ano XIX, n.120, p 82-87, 2010.

HAYALOGLU, A. A. Cheese varieties ripened under brine. In P. L. H. McSweeney, P. F. Fox, P. D. Cotter, & D. W. Everett (Eds.), Cheese chemistry physics and microbiology, v. 2, p. 997–1040, 2017.

SANTOS et al. Tratamentos da salmoura na produção de queijos. Milkpoint, 2022.

*Fonte da foto do artigo: Freepik

QUER ACESSAR O CONTEÚDO? É GRATUITO!

Para continuar lendo o conteúdo entre com sua conta ou cadastre-se no MilkPoint.

Tenha acesso a conteúdos exclusivos gratuitamente!

CADASTRE-SE ENTRAR
Ícone para ver comentários 5
Ícone para curtir artigo 6
Nexo Agro

Publicado por:

Foto MilkPoint

MilkPoint

O MilkPoint é maior portal sobre mercado lácteo do Brasil. Especialista em informações do agronegócio, cadeia leiteira, indústria de laticínios e outros.

Kuhn do Brasil!

Deixe sua opinião!

Foto do usuário

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração.

Nayara Aguiar
NAYARA AGUIAR

PARÁ DE MINAS - MINAS GERAIS - DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS (CARNES, LÁCTEOS, CAFÉ)

EM 05/03/2025

Tem alguma legislação que aporta o uso de peróxido de hidrogênio 130 volumes ?
William luiz pereira
WILLIAM LUIZ PEREIRA

MONTES CLAROS - MINAS GERAIS

EM 19/07/2024

Eu gostaria de saber quanto tempo um queijo fica na salmora de acordo com seu tamanho. Ex. Queino de 1 kg ou 2 kh sendo de formato redondo ou retangular. Queiro cilidrinco tipo provolone nos mesmos tamanhaos e tbqueijo cabacinha e trancinha nos tamanho xe 300 a 400 gramas. Antecipo meus agradecimentos.
Ricardo brizolla
RICARDO BRIZOLLA

TENENTE PORTELA - RIO GRANDE DO SUL - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 10/01/2025

Boa tarde William !geralmente faz o cálculo de que para cada kg de queijo é necessário 1 dia de salga
William luiz pereira
WILLIAM LUIZ PEREIRA

MONTES CLAROS - MINAS GERAIS

EM 27/03/2024

É possil maturar queijos usando geladeira comum?
William luiz pereira
WILLIAM LUIZ PEREIRA

MONTES CLAROS - MINAS GERAIS

EM 27/03/2024

Quantos dias fica um queijo na salmora de acordo com seu peso.500 gramas 2000 kg 2000 kg e outros tamanhos e tb queijos prato quejo mozzarella parmesão e outros minas frescal minas curado gouda queijo reino etc.

Mais visualizadas de LIPA/UFV

27/04/2021

Composição do leite de vaca

01/11/2021

Fraudes no leite por adição de reconstituintes: como detectar?

06/05/2026

Da Terra à Lua: como a alimentação espacial impulsiona a inovação em lácteos

26/05/2023

Queijo de leite cru ou queijo de leite pasteurizado?

29/09/2021

Teste do álcool e do alizarol no leite

30/11/2022

Fermentação do iogurte: protocooperação das bactérias láticas

Biofarm
Dia 0 do protocolo de IATF!

Destaques de hoje

Ordenha robotizada, compost barn e decisões difíceis: o caso real da Fazenda Coqueiros
Interleite Brasil

Ordenha robotizada, compost barn e decisões difíceis: o caso real da Fazenda Coqueiros

Mapa reforça ações contra desabastecimento de vacinas no setor pecuário brasileiro
Giro de Notícias

Mapa reforça ações contra desabastecimento de vacinas no setor pecuário brasileiro

Tirol inaugura centro de distribuição em Maringá com foco em expansão no norte do Paraná
Giro de Notícias

Tirol inaugura centro de distribuição em Maringá com foco em expansão no norte do Paraná

Lácteos registram queda nas importações e nas exportações em abril
Panorama de Mercado

Lácteos registram queda nas importações e nas exportações em abril

Inmet emite alerta de tempestades: ciclone extratropical chega ao sul do país hoje
Giro de Notícias

Inmet emite alerta de tempestades: ciclone extratropical chega ao sul do país hoje

CIP mais eficiente para laticínios começa pela água
Novidades dos Parceiros

CIP mais eficiente para laticínios começa pela água

Quem produz o leite brasileiro

Assine nossa newsletter gratuitamente

E fique por dentro de todas as novidades do MilkPoint diretamente no seu e-mail.

Logo do site MilkPoint Logo do site MilkPoint Ventures

MilkPoint é um produto da rede MilkPoint Ventures

NOTÍCIAS & MERCADOGIRO DE NOTÍCIASPANORAMA DE MERCADOCONCEITOS DE MERCADOMILK EXPRESSPREÇO DO LEITECOLUNASMILKPLAYARTIGOSPRODUÇÃO DE LEITEINDÚSTRIA DE LATICÍNIOSESPAÇO ABERTOE-BOOKSCRUZADINHAEVENTOSMILK PRO SUMMITINTERLEITE BRASILDAIRY VISIONFÓRUM MILKPOINT MERCADOPRÓXIMOS EVENTOSTOP 100EMPRESASCEVA: JUNTOS, ALÉM DA SAÚDE ANIMALDELAVAL - PRODUÇÃO DE LEITE EFICIENTEMSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITENOVIDADES DOS PARCEIROSMILKIACONTATONEWSLETTERANUNCIEENVIAR UM ARTIGOFALE CONOSCOTRABALHE CONOSCOQUEM SOMOS

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

Copyright © 2026 MilkPoint - Todos os direitos reservados

MilkPoint Ventures Serviços de Inteligência de Mercado LTDA. - CNPJ 08.885.666/0001-86

Avenida Cezira Giovanoni Moretti, nº 905, sala 11A - Loteamento Santa Rosa, Inova Park - Torre A - Piracicaba/SP - CEP: 13.414-157

Usamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência em nossos serviços, personalizar anúncios e oferecer conteúdo relevante. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso dessas tecnologias. Confira nossa Política de Privacidade para mais detalhes sobre como protegemos seus dados.

Qual a sua dúvida hoje?