Vacas em lactação (n=315) foram aleatoriamente distribuídas nos dois grupos no dia zero, sendo que as do grupo Ovsynch (n=155) receberam 100 mcg de GnRH (IM, Cystorelin) no dia zero, 25 mg PGF2a (IM, Lutalyse) no dia 7, 100 mcg de GnRH (IM, Cystorelin) no dia nove, e inseminadas em horário pré-determinado 16h depois; as do grupo Heatsynch (n=160) receberam 100 mcg de GnRH (IM, Cystorelin) no dia zero, 25 mg PGF2a (IM, Lutalyse) no dia 7, 1 mg de cipionato de estradiol (IM, ECP) no dia oito, e inseminadas em horário pré-determinado 48h depois. Em ambos os grupos, vacas que mostraram estro no dia nove foram inseminadas.
No dia zero, as vacas foram classificadas por fase do ciclo estral, quando levou-se em consideração o encontrado no útero e no ovário, através do exame por ultra-som.
Os animais foram distribuídos nos seguintes estágios:
Diestro = presença de corpo lúteo e de folículo >12mm;
Metaestro = presença de edema uterino, corpo lúteo hemorrágico, e ausência de folículos >12mm;
Proestro = presença de tônus uterino e de folículo >12mm;
Cística = presença folículos >20mm e ausência de corpo lúteo e de tônus uterino.
As taxas de prenhez foram de 18,0% (28/155) para as vacas que receberam o protocolo Ovsynch e de 18,7% (30/160) para o Heatsynch.
As taxas de prenhez por fase do ciclo estão na Tabela abaixo:

Como pode ser observado, em média, não houve diferença entre os protocolos. Porém, para vacas em metaestro o melhor resultado foi com o protocolo Heatsynch e, em vacas císticas, o melhor resultado foi com o protocolo Ovsynch.