Fatores a serem considerados visando elevar as taxas de concepção em vacas de leite - Parte 3
Antes da disponibilidade de PGF<sub>2</sub> e GnRH para controle do ciclo estral pela a indução de estro e ovulação, havia muita preocupação quanto a períodos longos demais de espera antes da IA pós-parto. O objetivo era chegar a intervalos entre partos de 12 a 13 meses. Para manter os intervalos entre partos nesta faixa, era comum observar PVE de 40 a 50 dias, porém com base em um resumo de 8 diferentes estudos Britt, (1975) concluiu que a concepção à primeira IA atinge o pico entre 80 a 90 dias pós-parto.
Publicado em: - 9 minutos de leitura
Fatores que Afetam as Taxas de Concepção
Duração do Período Voluntário de Espera (PVE)
Antes da disponibilidade de PGF2 e GnRH para controle do ciclo estral pela a indução de estro e ovulação, havia muita preocupação quanto a períodos longos demais de espera antes da IA pós-parto. O objetivo era chegar a intervalos entre partos de 12 a 13 meses. Para manter os intervalos entre partos nesta faixa, era comum observar PVE de 40 a 50 dias, porém com base em um resumo de 8 diferentes estudos Britt, (1975) concluiu que a concepção à primeira IA atinge o pico entre 80 a 90 dias pós-parto.
Um estudo alemão (Tenhagen et al., 2003) tentou determinar qual poderia ser o PVE ideal de um rebanho, estudando 1.288 vacas holandesas. Os autores usaram o protocolo Ovsynch para responder 3 perguntas:
1) A concepção é influenciada por nível individual de produção (ex., baixo, médio ou alto) em relação ao ranking do rebanho?
2) A concepção é mais elevada quando a primeira IA é iniciada mais tardiamente na lactação?
3) A concepção é afetada por estágio de lactação ou nível real de produção de leite?
Níveis baixo, médio e alto de rendimento leiteiro (avaliados aos 35 DEL) para vacas de primeira lactação foram: menor que 25 kg; de 26 a 30 kg e maior que 30 kg, e para vacas multíparas: menor que 32 kg; de 33 a 40 kg e maior que 40 kg. Quando o protocolo Ovsynch foi aplicado a todos os 3 grupos de produção e as inseminações ocorreram entre 73 e 81 DEL, as taxas resultantes de prenhez foram ligeiramente reduzidas à medida que a produção de leite aumentava (Tenhagen et al., 2003).
Quando o protocolo Ovsynch foi aplicado somente a vacas de baixa produção inseminadas entre 53 e 59 dias, comparadas a seus pares de baixa produção de leite inseminadas entre 73 e 81 dias, as taxas de prenhez foram maiores neste grupo (35% vs. 14%). Quando o protocolo Ovsynch foi aplicado a somente vacas de alta produção inseminadas entre 73 e 81 dias, comparadas a seus pares de alta produção inseminadas entre 94 e 104 dias, mais uma vez as taxas de prenhez foram mais elevadas neste grupo (41% vs. 28%).
Claramente, as taxas de prenhez não são afetadas por alta produção de leite, quando vacas de alta produção são inseminadas depois de um período mais longo e adequado de espera. Outros estudos em múltiplos rebanhos também indicaram aumento das taxas de prenhez depois do protocolo Ovsynch aplicado a vacas inseminadas pela primeira vez depois de 75 pós-parto (Pursley et al., 1997).
Fertilidade do Touro e Mestiçagem
Desde 1986, o Sistema de Registros de Produção de Leite (Dairy Records Management Systems -DRMS; Raleigh, NC, EUA) faz avaliações de fertilidade de touros Holandeses e Jersey com base em registros de melhoramento de rebanho (DHI) apenas para primeiros serviços. A taxa estimada relativa de concepção (ERCR) é uma avaliação fenotípica da fertilidade dos touros baseada em uma taxa fixa de não retorno de 70 dias. Estes resumos são atualizados trimestralmente e estão disponíveis no site http://aipl.arsusda.gov/eval/summary/ercr.cfm. O ranking dos touros considera a posição relativa a outros touros em serviço de IA em rebanhos localizados em grande parte do território dos EUA. Os resultados da atualização de agosto de 2007 variam de -10 a +7 para os touros Holandeses e de -7 a +5 para os touros Jersey.
O uso de touros com maiores taxas de concepção traz retornos rapidamente. Entretanto, se espera pouca melhora genética da fertilidade dos machos ao longo do tempo (Norman et al., 2007). As mudanças desfavoráveis na fertilidade de vacas leiteiras ocorridas nos últimos anos são bem documentadas e 50% destas mudanças são atribuídas à genética. A seleção para maior taxa de prenhez das filhas (daughter pregnancy rate - DPR) pode melhorar diretamente a fertilidade, enquanto a seleção para maior vida produtiva (productive life - PL) e menor forma leiteira pode aumentar indiretamente a fertilidade (Dechow, 2007).
Alguns estudos de mestiçagem em que vacas Holandeses foram cruzadas com a raça Normanda, Montbeliarde e diversos Scandinavian Reds e produziram filhas F1 cujas características de produção (Heins et al., 2006a), reprodução e sobrevida foram acompanhadas (Heins et al., 2006b). A produção de leite durante a primeira lactação das vacas mestiças F1 foi reduzida em 5 a 13%, enquanto sobrevida ou permanência no rebanho durante a primeira lactação e as taxas de concepção foram melhores nas mestiças F1 em comparação a vacas puras.
Tratamentos Hormonais
Somatotropina Bovina: Com o advento dos protocolos de IA programada que reduzem a necessidade de detecção de estro (pelo menos ao primeiro serviço), os efeitos negativos do bST sobre a prenhez podem ser atenuados. Em estudo na Flórida observou que o uso de bST em associação com o protocolo Ovsynch melhorou as taxas de concepção em vacas leiteiras (Moreira et al., 2000). As vacas foram tratadas com Ovsynch e inseminadas aos 73 ± 3 DEL. Um grupo recebeu a primeira injeção de GnRH simultaneamente à primeira injeção de bST, enquanto o segundo grupo não recebeu bST até 4 a 5 semanas (105 ± 3 dias) depois da primeira IA.
A concepção melhorou com a combinação das injeções de bST com o protocolo Ovsynch. A próxima pergunta a ser respondida foi se o momento das injeções de bST era importante em relação ao momento da IA ao final do protocolo Ovsynch (Moreira et al., 2001). O primeiro estudo foi repetido com um tratamento adicional. Todas as vacas foram tratadas com Ovsynch e inseminadas aos 73 ± 3 DEL. Um grupo recebeu a primeira injeção de GnRH e o protocolo Ovsynch simultaneamente à primeira injeção de bST aos 63 ± 3 dias, enquanto o segundo grupo recebeu a primeira injeção de bST simultaneamente à IA aos 73 ± 3 dias. O controle neste experimento não recebeu bST até 6 a 7 semanas depois da primeira IA depois do Ovsynch.
As vacas leiteiras que estavam ciclando no grupo em que o tratamento com bST foi iniciado no dia 63 ± 3 (início do protocolo Ovsynch) ou no dia 73 ± 3 próximo à IATF associada ao protocolo Ovsynch apresentaram taxas de concepção semelhantes, independentemente de quando as injeções bi-semanais de bST tivessem sido iniciadas. Em ambos os casos, entretanto, as taxas de concepção foram de 34% e superiores às dos controles (25%) em que as injeções de bST só foram iniciadas bem depois da primeira IA (dia 147 ± 3). Quando todas as vacas foram inseminadas como parte do protocolo Ovsynch depois da pré-sincronização dos ciclos estrais (Presynch), aquelas que receberam bST ao início (63 ± 3 dias) ou ao final (73 ± 3 dias) do protocolo Ovsynch apresentaram taxas mais elevadas de prenhez (56 a 58%) que as vacas controle (43%) que foram inseminadas no mesmo período (73 ± 3 dias), mas só receberam bST aos 147 ± 3 DEL.
Outro estudo (Santos et al., 2004) testou se as taxas de concepção ao primeiro serviço seriam melhoradas em vacas que estavam ciclando tratadas ou não com bST. Neste estudo com vacas leiteiras em lactação e que estavam ciclando, as vacas foram inseminadas após detecção de estro depois de tratamento com GnRH + PGF2 (7 dias depois do protocolo de GnRH). As vacas tratadas com bST apresentaram taxas de concepção mais elevadas aos 45 dias depois da primeira IA (53%) que as vacas inseminadas porém não tratadas com bST (40%). O tratamento com bST também reduziu as perdas de prenhez depois da primeira IA.
Um experimento foi conduzido para determinar o efeito do bST sobre o desenvolvimento de embriões de doadoras superovuladas e sobre as taxas de prenhez de vacas receptoras também tratadas com bST (Thatcher et al., 2001). As vacas doadoras foram superovuladas com estrógeno, progesterona, norgestomet e FSH durante um protocolo de 7 dias e em seguida inseminadas ao estro e a cada 12 horas até o final do cio. No momento da primeira inseminação, as vacas foram alocadas para receber uma dose única de bST ou para o grupo não tratado com bST. Os ovos e embriões foram coletados 7 dias depois da IA. De uma forma geral, este estudo indicou que o tratamento das vacas doadoras com bST aumentou as taxas de fertilização (menor número de ovos não fertilizados), a porcentagem de embriões transferíveis ou congeláveis e acelerou a maturação embrionária (maior número de embriões na fase inicial de blastocisto e blastocisto expandido).
A segunda fase do experimento determinou se a transferência de embriões de vacas doadoras tratadas com bST ou controles para vacas receptoras tratadas com bST ou controles afetaria as taxas de prenhez. Vacas holandesas em lactação foram usadas como receptoras e receberam tratamento com bST 1 dia depois da observação de estro ou atuaram como controles não tratados. Depois do tratamento inicial com bST, os tratamentos com bST foram continuados a cada 14 dias durante a lactação. Embriões bST ou controles foram descongelados e transferidos diretamente a receptoras tratadas com bST ou controles no dia 7 depois da detecção de estro.
O diagnóstico de prenhez foi realizado aos 40 a 45 dias depois da TE. Entre as receptoras controle, a transferência de embriões de doadoras tratadas com bST aumentou as taxas de prenhez em comparação à transferência de embriões controle (56 vs. 26%). Independentemente da fonte dos embriões, as taxas de concepção das receptoras tratadas com bST foram mais elevadas que as de receptoras controle. De uma maneira geral, estes resultados indicam que o bST pode elevar as taxas de prenhez em vacas leiteiras em lactação ao aumentar as taxas de fertilização, acelerar o desenvolvimento embrionário precoce e afetar fatores nas vacas prenhes que estimulam o desenvolvimento do embrião.
Gonadotrofina Coriônia Humana. Estudos em que o hCG foi administrado pós-inseminação demonstram taxas de concepção mais elevadas em vacas leiteiras em lactação. Quando 3.000 UI foram administradas no dia 5 pós-IA, as taxas de concepção foram elevadas em 5 pontos percentuais (Santos et al., 2001). Recentemente, outro estudo relatou que as taxas de concepção foram elevadas em 5,3 pontos percentuais quando uma dose semelhante foi administrada uma vez entre 4 e 9 dias pós-IA (Stevenson et al., 2007). Em ambos os estudos, mais de 75% das vacas ovularam em resposta ao hCG e as concentrações séricas de progesterona foram elevadas em comparação a vacas controle.
Progesterona. Não houve aumento das taxas de concepção quando o dispositivo intravaginal de progesterona (CIDR) foi aplicado na fase média ou final do ciclo estral (Macmillan e Peterson, 1993). Por outro lado, quando os tratamentos foram iniciados antes da fase média do ciclo, as taxas de concepção foram mais elevadas em vacas tratadas com CIDR por 6 ou 12 dias a partir de 4 a 9 dias depois da IA, em comparação com controles (Macmillan e Peterson, 1993). O tratamento que resultou em melhora consistente das taxas de concepção foi CIDR por 7 dias, a partir do dia 6 a 8 depois da IA. Além disso, uma meta-análise de 17 estudos de suplementação de progesterona indicou que o tratamento durante a primeira semana pós-IA aumenta as taxas de concepção, mas não tem efeito quando administrado durante a segunda ou terceira semanas pós-IA (Mann e Lamming, 1999). Recentemente, outro estudo relatou uma tendência de maiores taxas de concepção pós-IA em 711 vacas leiteiras em lactação tratadas com CIDR por 7 dias a partir de 4 a 9 dias pós-IA, em comparação a 708 vacas controle não tratadas (Stevenson et al., 2007).
Material escrito por:
Ricarda Maria dos Santos
Professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia. Médica veterinária formada pela FMVZ-UNESP de Botucatu em 1995, com doutorado em Medicina Veterinária pela FCAV-UNESP de Jaboticabal em 2005.
Acessar todos os materiaisJosé Luiz Moraes Vasconcelos
Médico Veterinário e professor da FMVZ/UNESP, campus de Botucatu
Acessar todos os materiaisDeixe sua opinião!

PLANALTO - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 10/04/2016
UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 14/05/2009
Obrigada pela participação!
Se você aplicar só o ECP a vaca vai manisfestar cio, mas nem sempre vai ovular, por isso você não pode usar a aplicação de ECP isoladamente.
A prostaglandina pode ser aplicada isoladamente, mas é preciso observar a manifestação de cio das vacas, e inseminar 12 horas após a manifestação.
Até mais,
Ricarda.

PADRE PARAÍSO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 09/05/2009
UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 05/05/2008
Obrigada pela participação!
O bST tem sido estudado em aplicações estratégicas visando aumentar a concepção ao primeiro serviço de vacas de alta produção, normalmente no primeiro serviço as vacas ainda não estão sendo tratadas com bST. Nas inseminções subsequentes temos que obedecer a rotina de aplicação de bST.
Um abraço, até mais,
Ricarda.

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 04/05/2008
Gostaria de saber qual melhor momento (dia) da aplicação de bst em protocolos de IATF em gado de alta produção, uma vez que estes animais recebem bst a cada 14 dias e como é uma rotina na fazenda será que existe a possibilidade escolher um dia exato para tal aplicação? Estou relatando isto porque as vezes a IATF coincide de ser no inicio/meio ou fim do ciclo de 14 dias do bst, portanto sabendo um melhor momento de aplicação de bst podemos fazer ajustes e programação para coincidir melhor aplicação de bst com melhores resultados de IATF?
Att. Marcello Mamedes dos Santos.
UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 29/04/2008
A aplicação da PGF no dia 7 é muito eficiente, com taxa de regressão do CL é de quase 100%. Não podemos deixar para aplicar a PGF no dia 8, pois o folículo poderia ficar velho e perder a capacidade de ovular em reposta a aplicação do ECP.
Obrigada pela participação,
Ricarda.

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 28/04/2008

GOUVÊA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 21/04/2008
O artigo é muito bom e esclarecedor, pricipalmente no meu caso, cuja base do rebanho é da raça holandesa. Eu já havia identificado alguma dificuldade das mesmas para entrarem no cio, e estava em busca de explicações e/ou procedimentos que resolvessem o problema, mas havia outra dificuldade, exatamente o que este artigo trata, a melhora da taxa de concepção. Pretendo testar o protocolo sugerido em um grupo de vacas.
Obrigado pelo artigo, de novo, muito bom, excepcional.

CAMPINAS - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 17/04/2008
Pelo que entendi, os trabalhos citados foram realizados com vacas da raça holandesa. Meu rebanho é da raça gir. Há algum trabalho com mesmo objetivo para esta raça?
Fico grato pale informação.
Franceschi
UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 15/04/2008
O protocolo que temos utilizado em vacas mestiças mantidas a pasto é o seguinte:
dia 0 - aplicação de 2 ml de BE + inserção do CIDR
dia 7 - aplicação de prostaglandina
dia 9 - retirada do CIDR + aplicação de 0,5ml de ECP + aplicação de 1mL de Folligon.
Depois da aplicação do ECP observa-se o cio, e as
vacas são inseminadas 12 horas após a detecção do
cio. As vacas que não demostram cio são inseminadas 48h após a aplicação do ECP.
Para vacas de alta produção usamos:
dia 0 - aplicação de 1ml de Fertagyl + inserção do CIDR
dia 7 - aplicação de prostaglandina e retirada d CIDR
dia 8 - aplicação de 0,5ml de ECP
Depois da aplicação do ECP observa-se o cio, e as
vacas são inseminadas 12 horas após a detecção do
cio. As vacas que não demostram cio são inseminadas 48h após a aplicação do ECP.
O tratamento pós-IA que foi relatado no texto, são resultados de experimentos com vacas de alta produção que tem deficiência de progesterona.
Obrigada,
Ricarda.

CRUZ DAS ALMAS - BAHIA - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 14/04/2008
Faço uso do CIDR em minhas vacas quando passam do 90 dias pós-patro como forma de reduzir este intervalo, utilizo o CIDR no dia zero com 1ml do estrogin, no 9º dia o dispositivo é retirado e novamente aplicado 2ml de estrogin a vaca é inseminada de 12 a 18 horas após a retirada do dispositivo. Só não entendi quanto ao tratamento pós I.A. Gostaria de saber se estou certo ou errrado em fazer este protocolo e também se há outro protocolo com CIDR, mais eficiente em relação ao número de dias ou associação a outros hormônios?
Obrigado.
UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 13/04/2008
Obrigada pelo comentário!
Tomaremos mais cuidado no próximo texto. Sempre que tiver alguma dúvida por favor nos escreva.
Segue a lista de algumas siglas do texto:
PGF2alfa - prostaglandina
GnRH - hormônio liberador das gonadotrofinas
DEL - dias em lactação
Ovsynch - protocolo de sincronização da ovulação (dia 0- aplicação de GnRH; dia 7 - aplicação de prostaglandina; dia 9 - aplicação de GnRH)
bST - somatotropina bovina
IATF - inseminação artificial em tempo fixo
FSH - hormônio folículo estimulante
TE - transferência de embrião
hCG - gonadotrofina coriônica humana
CIDR - dispositivo intravaginal de progesterona
Obrigada,
Ricarda.

FORMIGA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 11/04/2008
SÃO MIGUEL DO OESTE - SANTA CATARINA - PESQUISA/ENSINO
EM 09/04/2008
Parabéns