Características estas que se enquadram perfeitamente ao produtor de leite.
Sempre na linha de frente enfrentando os desafios — mesmo que não sejam reconhecidos —, muitas vezes atacados por pessoas desinformadas, geralmente baseadas em fake news.
Mas vejam só, o super-produtor sempre acha uma forma de contornar isso, seu objetivo é produzir leite de qualidade e conscientizar o consumidor disso.
Na batalha diária do super-produtor, várias são as lutas que ninguém enxerga. No silêncio dentro da porteira, quando uma vaca adoece, na dificuldade de encontrar mão-de-obra capacitada, custos cada vez mais altos, incertezas do mercado, dentre outras inúmeras dificuldades que fazem parte do seu dia-a-dia.
Além das labutas diárias, tem aquelas que surgem de tempos em tempos. Por exemplo, a greve dos caminhoneiros foi uma batalha dura enfrentada pelo super-produtor, que teve que jogar fora o sustento de sua família, vendo as contas batendo na porta.
Este ano vivemos uma seca histórica na região Sul e o super-produtor achou que esta seria a luta da vez. Mas aí veio o coronavírus, que, juntamento com a estiagem, fez cada produtor se reinventar, adaptar a sua rotina e continuar produzindo para alimentando o mundo.
Mas não pensem que os super-heróis não sentem medo. O super-produtor teme que o vírus chegue em sua casa e, por isso, toma todas as medidas necessárias para evitar isso que aconteça, enfrenta esta crise com coragem e fé, sabendo que milhões de pessoas dependem dele para sobreviver. Seu trabalho é sagrado: alimentar pessoas que ele não conhece e que, muitas vezes, o criticam.
Não é tão simples fazer tudo isso, somente os escolhidos e capacitados conseguem. Além de ter o dom, é preciso lapidá-lo, capacitando-se para enfrentar todos os ataques sofridos.
A missão de salvar o mundo passa pela alimentação e isto o super-produtor está garantindo. Sendo mais uma vez o herói que além de alimentar, sustenta a economia.
