Bem-estar animal no leite: o que os dados da fazenda ajudam a enxergar?
Uma análise de dados de 326 fazendas brasileiras encontrou uma associação entre CCS mais elevada e menores escores de bem-estar animal.
Uma análise de dados de 326 fazendas brasileiras encontrou uma associação entre CCS mais elevada e menores escores de bem-estar animal.
É possível reduzir a pegada de carbono do leite e, ao mesmo tempo, melhorar o desempenho produtivo e econômico da fazenda?
O comércio agropecuário global começa a fazer uma nova pergunta aos produtores: não apenas quanto se produz, mas também onde e como se produz.
Hoje, a pegada de carbono não é somente um indicador ambiental. Ela passou a funcionar como instrumento de decisão, especialmente para laticínios e outras indústrias que precisam responder a exigências de mercado, investidores e consumidores.
Se o ESG 2.0 cria um novo desafio para o campo, é o de gerar informação e comunicar. Afinal, o ESG como estratégia traz à tona algo que os produtores sempre souberam: produzir bem, com eficiência e responsabilidade, está diretamente ligado ao desenvolvimento social.
O futuro da pecuária passa pela sustentabilidade. Saiba como medir a pegada de carbono, acompanhar o bem-estar animal e melhorar o desempenho ESG da sua fazenda.
A iniciativa fortalece a conexão entre inovação e regeneração na pecuária brasileira, que será compartilhada nesta coluna dedicada à sustentabilidade no leite.