Gargalos e oportunidades da produção leiteira a pasto

O programa Conexão Leite e Derivados teve a participação de Wagner Beskow, abordando o assunto sobre produção de leite intensiva a pasto. Confira!

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Apresentado pelo professor Paulo Martins, o programa conexão leite e derivados teve a participação de Wagner Beskow, é Engenheiro Agrônomo e Sócio-Diretor da Transpondo, consultoria e treinamento agropecuário e colunista aqui no MilkPoint, para falar sobre produção de leite intensiva a pasto.
 

Produção de leite no Sul do país

Historicamente sendo um grande produtor de leite, o Sul tem suas características marcantes que vão além do frio e do chimarrão. Wagner destacou o sistema a pasto como um padrão da região. “Nos três estados, a região sul tinha como característica que a produção de leite seja geralmente de filhos ou netos de colonos com pequenas propriedades, sempre com alguma área de pasto. Uns com mais dependência de pasto, outros com menos. Mas o sistema de pastagem sempre presente” destacou.
 

Mudanças no sistema de produção de leite

Próximo da década de 90, com trabalho muito intenso de entidades do setor, os produtores do sul passaram a compreender a importância da produção de silagem, o que ocasionou uma ruptura do padrão de produção de leite altamente dependente de pasto. “Quando as cooperativas, juntamente com entidades do setor começaram a ensinar aos produtores a importância de se produzir uma silagem de boa qualidade, isso só melhorou a produção e até hoje continuamos progredindo neste sentido”, disse ele.
 

Gargalos e oportunidades de evolução na produção leiteira do Sul

Em tempos difíceis, a evolução da produção vai muito ao encontro com a eficiência dela. “Antigamente as vacas passeavam no pasto, hoje vemos um aproveitamento muito melhor das áreas de pastagem. Identificamos os gargalos através do nosso trabalho, percebemos o que estava acontecendo quanto ao pasto e os manejos relacionados a ele, e pudemos evoluir”, destacou.
 

Forrageiras e necessidade de manejo

Com o clima característico da região, o Sul tem suas particularidades e necessidades frente ao frio local. As forrageiras também sentem às mudanças de temperatura e necessitam de cuidados e atenção de manejo para permanecerem disponíveis e com qualidade para o rebanho. “Diferente de outras regiões do Brasil, o Sul apresenta um contraste muito grande entre as temperaturas de verão e de inverno, então é praticamente impossível que uma única espécie forrageira possa produzir pasto o ano todo”, enfatizando a necessidade de ter alternativas de produção de forrageira e planejamento para fornecimento de silagem aos animais”, pontuou Wagner.

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A entrevista contou ainda com temas sobre os recursos disponíveis na região, cultivares, qualidade e componentes das forrageiras, implementações para áreas de pasto, gargalos que ainda podem ser mitigados para evolução da produção leiteira e muitos outros assuntos. Confira a entrevista completa abaixo.

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Material escrito por:

Stephanie Gonsales

Stephanie Gonsales

Zootecnista formada pela Universidade Estadual de Maringá e pós-graduada em Gestão do Agronegócio. Responsável pela Equipe de Conteúdo do MilkPoint.

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