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  2. Indústria de laticínios

Leite A2: entendendo o que é, como é produzido e quem pode consumir

O leite A2, muitas vezes chamado de a2a2, representa um nicho de mercado crescente entre pessoas com alergia. Entenda sobre o leite A2 neste artigo, acesse!

Publicado por: Elizangela Domenis MarinoeANA MARIA CENTOLA VIDAL

Publicado em: 10/08/2021 - 6 minutos de leitura

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O que é leite A2?

O leite A2, muitas vezes chamado de a2a2, é um tipo de leite proveniente de vacas com o genótipo a2a2. Mas o que faz ele ser diferente e qual a sua importância na saúde dos seres humanos?

O gene CSN-2 do bovino e de todos os outros mamíferos é responsável pela produção de beta-caseína, que possui 13 diferentes variantes, dentre elas as mais comuns são a A1 e a A2. A diferença entre estas duas variantes é possível devido a uma mudança na sua sequência de nucleotídeos, que permitem que no momento da construção da cadeia de aminoácidos da “beta-caseína” modifiquem a sua sequência produzindo o aminoácido histidina (no alelo A1) e prolina (no alelo A2) na posição 67 da cadeia de aminoácidos, ambos se ligam ao aminoácido Isoleucina (Woodford, 2007; Kaminski et al., 2007).

Em virtude desta alteração na sequência de aminoácidos da beta-caseína, no momento na quebra desta proteína por meio de enzimas, ocorre a liberação de uma sequência de aminoácidos conhecida como beta-casomorfina-7 (BCM-7).

No leite A2 proveniente de vacas com o genótipo A2A2 é 4 vezes menor quando comparado com o leite que contém o alelo A1( Kaminski et al., 2007), pois a atuação das enzimas proteolíticas durante a clivagem dos aminoácidos é mais eficiente entre o aminoácido histidina e Isoleucina (no alelo A1), disponibilizando em maior quantidade a BCM-7 no leite com este alelo.

 

 

Qual a importância da bcm-7?

A BCM-7 é um peptídeo bioativo com propriedades opióides, e segundo pesquisas pode aumentar o risco de doenças crônicas; doença cardíaca isquêmica humana; arteriosclerose; diabetes tipo 1; síndrome da morte súbita do lactente e desconfortos no sistema gastrointestinal (Sokolov et al., 2005; De Noni & Cattaneo, 2010). Este peptídeo bioativo também é absorvido por regiões cerebrais relevantes e podem alterar o comportamento de pessoas com esquizofrenia e transtorno do espectro do autismo (TEA).

 

leite a2a2

 

Quais os benefícios do leite a2a2?

Assim, a ingestão de leite a2a2 (proveniente de vacas com o genótipo A2A2) poderia ser uma alternativa para pacientes com sensibilidade no sistema digestivo ao ingerir leite, bem como poderia causar benefícios para pacientes portadores destas patologias.

No entanto, os benefícios deste leite ainda não estão completamente esclarecidos pelos pesquisadores. Contudo, muitos estudos referentes a este assunto veem sendo realizados no Brasil e no mundo. Neste sentindo, a produção e o consumo de leite A2 abriu portas para um novo nicho de mercado para produtores que buscam alternativas de produção e valor agregado ao produto. 

É importante ressaltar que o leite não é um vilão para a saúde de seus consumidores e que seus benefícios são fortemente comprovados. Além disso, o leite proveniente de vacas com o genótipo A2A2 não busca substituir o leite, e sim somar, proporcionando outra alternativa para os consumidores.

 

Como é produzido o leite a2a2?

O gene da beta-caseína A2 (CSN-2) é responsável pela formação dos genótipos nos animais, que podem ser homozigotos (A1A1 e A2A2) ou heterozigotos (A1A2), tudo dependerá de seus pais. Para que se saiba a frequência destes genótipos no seu rebanho é necessário que se faça a genotipagem dos animais. Não é necessário que 100% do rebanho de uma propriedade seja de animais com genótipo A2A2.

As granjas leiteiras que já genotiparam seus animais e foram certificadas, estão aptas a produzir leite proveniente de vacas A2A2 no Brasil, pois assim podem separar as vacas A2A2 em lactação que entram primeiro na linha de ordenha, sendo o leite separado imediatamente.

Posteriormente, entram na linha de ordenha os outros animais do rebanho com os genótipos A1A1 e A1A2 (o lote de animais que produz o leite com mistura do alelo A1 e A2). Esta técnica de manejo visa evitar que o leite proveniente de vacas com o genótipo A2A2 se misturem aos outros, garantindo a eficiência e idoneidade da produção de ambos os produtos.

Agora que você sabe sobre o leite proveniente de vacas com genótipo A2A2, você acredita que ele pode ser consumido por pessoas com intolerância à lactose e alergia a proteína do leite de vaca (APLV)? Para melhor esclarecimento, vamos explicar o que são cada uma dessas síndromes:

 

  • Intolerância à lactose

A intolerância à lactose está diretamente relacionada a diminuição da atividade da enzima lactase no intestino delgado dos seres humanos. Esta deficiência não permite que ocorra a hidrólise da lactose, o açúcar presente no leite, causando sintomas como distensão abdominal, flatulências e diarreias após consumo de leite e derivados lácteos que contenham lactose (Mattar, & Mazo, 2010).

 

  •  Alergia a proteína do leite de vaca (APVL)

A alergia a proteína do leite de vaca (APLV) é uma reação que o sistema imunológico causa ao ingerir certas frações de proteínas do leite de vaca, tais como a caseína, α-lactoalbumina, β-lactoglobulina, globulina e albumina sérica bovina.

Seus sintomas podem apresentar manifestações cutâneas (dermatite atópica e urticaria), respiratórias (tosses, dispneias e rinites) e digestórias (vômitos, diarreias, constipação, regurgitação, sangramento retal) logo após a ingestão de leite e derivados lácteos (Pardo et. al, 2021).

 

Considerações finais

Embora o leite proveniente de vacas com o genótipo A2A2 e a sua funcionalidade vem sendo constantemente associada à intolerância à lactose e à APLV de forma errônea, ele não tem nenhuma relação com o quadro destas duas síndromes.

O leite proveniente de vacas com o genótipo A2A2 está no mercado como mais uma alternativa para que os consumidores de leite possam consumir este alimento. Além disso, como já citado anteriomente, também pode ser uma alternativa para pessoas que possuem algum desconforto gastrointestinal ao consumir leite.

 

Leia também:

  • O leite A2 já é uma realidade, mas e os derivados?
  • Alergia à proteína do leite de vaca (APLV) e leite A2
  • Leite A2: um leite especial para pessoas especiais
  • Leite A1 vs. Leite A2: um é bom e o outro é ruim

 

 

Referências

ASLEDOTTIR, T. et al. Release of β-casomorphin-7 from bovine milk of different β-casein variants after ex vivo gastrointestinal digestion. International dairy journal, vol 81, p. 8-11, junho. 2018.

CIESLINSKA, A. et al. Milk from cows of different b-casein genotypes as a source of b-casomorphin-7. International Journal of Food Sciences and Nutrition, v. 63, n. 4, p. 426 - 430, 2012.

DE NONI I, CATTANEO S. Occurrence of b-casomorphins 5 and 7 in commercial dairy products and in their digests following in vitro simulated gastro-intestinal digestion. Food Chemistry, v. 119, n. 2, p. 560 - 566, 2010.

KAMINSKI, S. et al. Polymorphism of bovine beta-casein and its potential effect on human health. Journal of applied genetics, v. 48, n. 3, p. 189-198, 2007.

LINS, M. G. M. et al. Teste de desencadeamento alimentar oral na confirmação diagnóstica da alergia à proteína do leite de vaca. Jornal de Pediatria, v. 86, n. 4, p. 285-289, 2010.

MATTAR, R.; MAZO, DF de C. Intolerância à lactose: mudança de paradigmas com a biologia molecular. Rev Assoc Med Bras, v. 56, n. 2, p. 230-6, 2010.

NGUYEN, H. T.; SCHWENDEL, H. HARLAND, D.; DAY, L. Differences in the yoghurt gel microstructure and physicochemical properties of bovine milk containing A1A1 and A2A2 β-casein phenotypes. Food Research International, v. 112, p. 217-224, 2018.

PARDO, R. B. et al. Intolerância, alergia e os conceitos mal aproveitados de tecnologia de leite e derivados: o consumidor sabe escolher o leite que quer tomar? Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, v. 4, n. 1, p. 684-695, 2021.

SOKOLOV, O. Y. et al. Reactions between β-Casomorphins-7 and 5-HT2 -Serotonin Receptors. Bulletin of Experimental Biology and medicine, v. 10, n. 5, 2005

WOODFORD, K. B. A2 milk, farmer decisions, and risk management. In: Proceedings of the 16th International Farm Management Congress: Peer reviewed papers. p. 641-648. 2007.

*Fonte da foto do artigo: Freepik

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Material escrito por:

Elizangela Domenis Marino

Elizangela Domenis Marino

Aluna de mestrado do Programa de Pós Graduação em Zootecnia, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimento, Universidade de São Paulo.

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ANA MARIA CENTOLA VIDAL

ANA MARIA CENTOLA VIDAL

Professora Associada, Laboratório de Qualidade de Produtos de Origem Animal (QUALIPOA), Departamento de Medicina Veterinária, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimento, Universidade de São Paulo

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Horacio Franca Correa de Oliveira
HORACIO FRANCA CORREA DE OLIVEIRA

RIBEIRÃO - PERNAMBUCO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 06/01/2026

excelente reportagem, mas faltou mencionar o leite de bufala que e naturalemente 100% A2, e tambem seus derivados
Ana Cecília
ANA CECÍLIA

SÃO PAULO - SÃO PAULO

EM 25/04/2022

Eu e minha filha somos aplv. Tenho reações respiratórias seríssimas e ela tem reações gastrointestinais e cutâneas. Temos uma dieta super restrita mas resolvi testar o leite a2a2 em mim. Fiquei sem acreditar por não ter tido reações e com muita cautela fui testando nela, primeiro na pele, depois uma gotinha, 5 ml e não aconteceu nada, (pra que tinha vomito em jato imediato) eu fiquei em choque! Continuei testando, as fezes super normais, sem refluxo, sem inchaço, nem uma manchinha na pele... Sempre que pesquiso a respeito de testar outras opções pra aplv, vejo contra indicações, acho que deveriam haver mais pesquisas nesse sentido e, principalmente, maior difusão do leite a2a2 para que quem queira se arriscar a testar, tenha a oportunidade de se surpreender!
Lúcio Maia
LÚCIO MAIA

SÃO PAULO - SÃO PAULO

EM 17/08/2021

Muito ilustrativo este artigo sobre o leite a2a2. Valeu...!
Murilo Romulo Carvalho
MURILO ROMULO CARVALHO

PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 11/08/2021

Muito informativo o artigo, precisamos desse tipo de informação! Para enriquecer a informação, nos EUA e Canadá estamos testando animais para kappa-caseína, a-lactoalbumina, e ß-lactoglobulina também (não sei se já está disponível no Brasil). Já se fala em uma possível seleção para todas no futuro.
Mauro Wellington G Pereira
MAURO WELLINGTON G PEREIRA

OURO FINO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 10/08/2021

Bom dia. Parabéns prof Ana Maria e Elizangela pela clareza da explicação deste conteúdo que é um tanto quanto complexo. Porém, minha dúvida é comercial, conhecem laticínios que processam esse leite A2 ? ou a alternativa mais viável seria eu mesmo processar de forma artesanal esse leite e procurar inserir no mercado o produto final? Muito obrigado.
ANA MARIA CENTOLA VIDAL
ANA MARIA CENTOLA VIDAL

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 13/08/2021

Mauro, Bom dia! Obrigada! No Brasil a pioneira foi a Letti (descalvado), que é uma granja leiteira, por isso só processa o próprio leite e tem outras distribuídas pelo Brasil, lembrando que para produzir este tipo de leite, os animais devem ser genotipados e você precisa de certificação, a empresa que certifica A2 é a beba mais leite.
Mauro Wellington G Pereira
EM RESPOSTA A ANA MARIA CENTOLA VIDAL MAURO WELLINGTON G PEREIRA

OURO FINO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 13/08/2021

Bom dia Ana! Muito obrigado pela atenção e retorno. Abraço.

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