Reprodução e genética

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto, e como manejá-las? Parte 2
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto, e como manejá-las? Parte 2

Reprodução: Vacas no período de transição precisam de repouso e nutrição adequados, além de ambiente social relativamente estável, para conservar o estado de saúde. Alguns fatores de risco para enfermidades infecciosas e metabólicas pós-parto e para claudicação nos meses seguintes têm relação com o alojamento e o manejo. Por Ricarda dos Santos (Profa. da UFU) e José Vasconcelos (Prof. da UNESP)

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto e como manejá-las? Parte 1
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Como identificar no pré-parto, vacas com maior risco de distúrbios periparto e como manejá-las? Parte 1

Reprodução: Durante o período de transição, a vaca enfrenta uma gama de fatores de estresse, incluindo alterações dietéticas e reagrupamentos sociais, além das alterações físicas, hormonais e fisiológicas associadas ao parto e ao início da lactação. Um dos principais desafios para as vacas leiteiras em fase de transição é o aumento repentino das necessidades nutricionais para sustentar o início da lactação, sem aumento correspondente da ingestão de MS. Por Ricarda dos Santos (Profa. da UFU) e José Vasconcelos (Prof. da UNESP)

Prevenção e tratamento de doenças reprodutivas pós-parto - Parte 1
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Prevenção e tratamento de doenças reprodutivas pós-parto - Parte 1

Praticamente todas as vacas leiteiras sofrem contaminação bacteriana do útero durante duas a três semanas após o parto e grande parte delas apresenta pelo menos uma patologia do trato reprodutivo. Este artigo apresenta uma breve revisão dos dados e conceitos recentes, relacionados ao desenvolvimento e à atenuação da infecção e da inflamação do trato reprodutivo em vacas leiteiras durante os dois primeiros meses do pós-parto. Por Ricarda dos Santos (Professora da UFU) e José Vasconcelos (Professor da UNESP)

Alta produção de leite é compatível com boa reprodução? Parte 3
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Alta produção de leite é compatível com boa reprodução? Parte 3

Reprodução: A questão central é se o aumento ou os "altos" níveis de produção de leite necessariamente ou definitivamente causa queda da fertilidade, ou se o aumento da capacidade produtiva aumenta as necessidades metabólicas e de manejo, que podem não ser satisfeitas em todos os casos. Por Ricarda dos Santos (Professora da UFU) e José Vasconcelos (Professor da UNESP)

Câmeras de vídeo podem substituir a detecção visual de cio?
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Câmeras de vídeo podem substituir a detecção visual de cio?

Reprodução: A detecção de cio é necessária para a obtenção de boa eficiência reprodutiva do rebanho. Classicamente é feita pela observação visual do comportamento de cio. Como há possibilidade de falha ou imprecisão na detecção de cio, pedômetros e outros dispositivos eletrônicos que medem atividade podem resultar em eficiência de detecção de 37 a 90%. Por Ricarda dos Santos

Efeito do intervalo de parto e estação do ano sobre a eficiência reprodutiva
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Efeito do intervalo de parto e estação do ano sobre a eficiência reprodutiva

A exigência de intensificar a produção tem se tornado cada vez maior na atividade leiteira, em contrapartida, em vacas com melhor potencial de produção de leite observa-se declínio da fertilidade (LUCY, 2001). Dessa forma, deve-se buscar intervalo de partos próximos de 12 meses, para isso as vacas devem ser inseminadas e tornarem-se gestantes dentro de um período restrito de tempo. Caso a concepção seja atrasada, a ineficiência reprodutiva pode levar a diminuição da produtividade, comprometendo economicamente a atividade.

Incidência de endometrite subclínica em vacas holandesas secas e vazias
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Incidência de endometrite subclínica em vacas holandesas secas e vazias

Incidência de endometrite subclínica foi de 25,81%. Não foi detectado efeito da presença do corpo lúteo e do ECC na incidência de endometrite subclínica em vacas Holandesas secas e vazias. Dessa forma, pode-se sugerir que por erro no manejo reprodutivo, parte das vacas avaliadas não ficaram gestantes durante a lactação devido à ocorrência de endometrite subclínica, que provavelmente foi consequência de problemas pós-parto não tratados adequadamente.

Perdas embrionárias em gado de corte e de leite
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Perdas embrionárias em gado de corte e de leite

A lucratividade dos sistemas de produção de gado de corte ou de leite está relacionada com a eficiência reprodutiva do rebanho, que pode ser afetada por perdas reprodutivas ocasionadas por doenças infecciosas.Estudos demonstram que cerca de 40 a 50% das causas de perdas de gestação estão relacionados a doenças infecciosas e dentre os agentes infecciosos a IBR, BVDV e leptospirose vem sendo associadas a desordens reprodutivas.

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch

Luteólise é definida como a perda da função do corpo lúteo (CL) e sua regressão ou involução, que encerra o ciclo estral de vacas (McCracken et al, 1999;. Niswender et al, 2000). Luteólise é caracterizada por dois eventos. No primeiro evento há diminuição da secreção de progesterona (P4) que é conhecida como luteólise funcional. Após a luteólise funcional, ocorre a luteólise estrutural ou morfológica, que é a perda da estrutura celular do corpo lúteo e sua involução gradual em corpus albicans (McCracken et al;. 1999; Niswender et al, 2000).

Problemas Reprodutivos em vacas leiteiras: ciclicidade e estro
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Problemas Reprodutivos em vacas leiteiras: ciclicidade e estro

A revisão dos níveis atuais de fertilidade do rebanho leiteiro do Reino Unido revela que existem inúmeros problemas. O nível de fertilidade das vacas leiteiras modernas de alto rendimento da raça holandesa é muito mais baixo se comparado ao de suas antecessoras e sugere cautela quando se extrapolam os resultados de estudos científicos "mais antigos" para a situação atual. Além disso, sistemas de manejo com diferenças significativas em níveis de fertilidade entre países colaboram para acentuar as dificuldades encontradas quando se interpretam os dados gerados por diferentes estudos.

Respostas comportamentais e endócrinas ao estradiol-17B em vacas holandesas
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Respostas comportamentais e endócrinas ao estradiol-17B em vacas holandesas

O desempenho reprodutivo das vacas leiteiras vem caindo ao longo dos últimos 40 anos. Isso pode ser concluído através do número de dias em aberto e de serviços por concepção. Consequentemente, o desempenho reprodutivo se tornou um dos maiores problemas de manejo para produtores de leite. Um dos fatores contribuindo para esse declínio é a redução na eficiência da detecção de cio.

Respostas comportamentais e endócrinas ao estradiol-17¦Â em vacas holandesas
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Respostas comportamentais e endócrinas ao estradiol-17¦Â em vacas holandesas

O desempenho reprodutivo das vacas leiteiras vem caindo ao longo dos ¨²ltimos 40 anos. Isso pode ser conclu¨ªdo atrav¨¦s do n¨²mero de dias em aberto e de serviços por concepção. Consequentemente, o desempenho reprodutivo se tornou um dos maiores problemas de manejo para produtores de leite. Um dos fatores contribuindo para esse decl¨ªnio ¨¦ a redução na efici¨ºncia da detecção de cio.

Glicose sanguínea em ruminantes: um metabólito crítico para a reprodução de vacas em lactação - Parte 3 de 3
José Luiz M.Vasconcelos e Ricarda Maria dos Santos

Glicose sanguínea em ruminantes: um metabólito crítico para a reprodução de vacas em lactação - Parte 3 de 3

O hormônio do crescimento, a insulina, o IGF1 e a glicose são hormônios e metabólitos que controlam o crescimento, a lactação e a reprodução. Esses hormônios são básicos para o processo de partição dos nutrientes, que normalmente acontece nas vacas no pós-parto. As estratégias de alimentação desenhadas para aumentar a glicose e a insulina de forma que o eixo somatotrópico seja reacoplado aumentam o IGF1 no pós-parto. O aumento na glicose, insulina e IGF1, teoricamente, devem melhorar a função do ovário e o desenvolvimento do concepto no caso de vacas leiteiras em fase de pós-parto.

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