O vil metal
Pagar com o vil metal é suficiente para quem busca o vil metal descumprindo as regras da sociedade? Confira mais sobre o assunto neste artigo!
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De que maneira os direitos de propriedade sobre a terra afetam o investimento e a produtividade na agricultura? Saiba mais sobre esses direitos nesse artigo!
Panorama: A chegada do El Nino acabou sendo frustrada e as chuvas atrasaram no Sudeste e Centro-Oeste, abrindo espaço para a reação dos preços do leite Spot, que em alguns casos chega a ser comercializado a R$ 1,05. Por Marcelo Carvalho (coordenador MilkPoint) e Bia Ortolani (analista de mercado MilkPoint)
Artigo lança mão de polêmica em torno de suposta manipulação de dados oficiais da inflação argentina para argumentar que fenômenos típicos de mercado.
Depois de um primeiro semestre com preços de leite que pouco variaram e margens apertadas para indústrias e produtores, inicia-se a segunda parte do ano com a expectativa de mudanças de cenário. Mas ainda será preciso avaliar como o mercado irá se comportar no mês de setembro.
Em nosso último artigo, apresentamos algumas das conclusões de um relatório organizado pela FAO e pela OCDE. Saiba mais!
O número que intitula este artigo é o quanto a produção agrícola mundial deverá crescer nos próximos 40 anos a fim de dar conta da demanda crescente. A conclusão é apresentada em relatório recente divulgado pela FAO e pela OCDE, cujo conteúdo é de grande interesse para todos os que frequentam este espaço. O texto, apresentado no começo do mês passado, discute os desafios e as implicações de estarmos diante de número tão desafiador. Por Sylvia Saes (professora de administração USP) e Bruno Varella Miranda (mestre em administração)
Em evento recente em Brasília, a presidente Dilma Rousseff afirmou que "uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz a uma criança e a um adolescente".
Com o cenário de preços mais baixos no campo e custos elevados, o segundo semestre deverá ter uma produção um pouco mais tímida, podendo resultar em corrida pelo leite no início do ano que vem. Por Marcelo Carvalho (coordenador MilkPoint) e Bia Ortolani (analista de mercado MilkPoint)
Panorama do mercado: A análise da distribuição do preço médio do leite entre os elos da cadeia, considerando os principais lácteos comercializados (leite UHT e pasteurizado, leite em pó e queijos prato e muçarela) mostra que, principalmente após 2010, o varejo foi quem melhor se saiu no pós-crise, praticamente invertendo a sua participação com a indústria. Os dados se baseiam no período entre janeiro de 2008 e março de 2012. Por Marcelo P. Carvalho (diretor executivo da AgriPoint e coordenador do MilkPoint)
Panorama: Dificuldade de repassar os preços no atacado, presença crescente de produtos importados e preços elevados para a matéria-prima criam uma situação insustentável. Por Marcelo Carvalho (coordenador MilkPoint) e Bia Ortolani (analista de mercado MilkPoint)
Panorama: A estação das águas vai chegando em seu último mês com uma situação bastante estável. Segundo informações divulgadas ontem (01/03) pelo CEPEA, os preços no atacado mantêm-se estáveis (na casa do R$ 1,72/litro) ensaiando elevação. No caso do queijo muçarela, o preço médio se manteve estável, a R$ 10,23/kg. Por Bia Ortolani e Marcelo Carvalho
Se observarmos os valores pagos em janeiro em comparação com o valor de pico no ano anterior, é possível verificar que, neste ano, assim como já havia ocorrido no ano passado, o preço recebido pelo produtor, em média, pouco se alterou. Antes do início da safra, os agentes de mercado apostavam em reduções médias entre R$ 0,10 e R$ 0,15/litro, o que não se confirmou: a queda ficou restrita à metade deste valor, se considerado o valor de pico menos o preço de janeiro.Por Marcelo Carvalho e Maria Beatriz Ortolani
Em 2011, o produtor de leite se deparou com preços de insumos mais caros, elevando o custo de produção. A Figura 1 ilustra a evolução do índice nos últimos 12 meses, de acordo com o ICPLeite/Embrapa, que mede a variação dos custos de produção de leite. Ao longo de 2011, o ICPLeite/Embrapa indicou aumento de 18,67% nos custos de produção.
A chegada das chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste é normalmente acompanhada por uma movimentação negativa dos preços ao produtor, que inclusive á começou a ocorrer em algumas regiões. Será que essa movimentação se justifica neste ano? Esse artigo analisará vários componentes dessa equação, além de discutir elementos para o ano de 2012.
O ano de 2011 está nos mostrando que há algo de estranho no setor lácteo brasileiro, a ponto de merecer uma análise mais abrangente. A despeito de uma conjuntura em geral muito favorável, há sinais de que o setor não tem conseguido gerar lucratividade suficiente do aumento do mercado conseguido nos últimos anos.
O mercado encontra-se firme, estável e em melhores condições que há um mês. As geadas ocorridas na região Sul prejudicaram a produção de forragem, limitando a produção e reduzindo a expectativa de que teríamos leite em quantidade suficiente para pressionar o mercado para baixo. Pelo contrário, com a contínua redução das safras no Sudeste e Centro-Oeste, e retorno das aulas, o mercado chegou a agosto apresentando uma situação favorável de preços.
Pouca coisa mudou desde nosso último Panorama. O mercado nacional de leite segue equilibrado à medida que a safra do sul ainda não reagiu como o esperado, as importações continuam em alta, mas sob os mesmos patamares verificados na média do ano, e o comportamento de preços do leite longa vida que, apesar de leve baixa recente, continuam sob bom patamar, cerca de R$ 0,20 por litro acima do ano passado, no varejo e no atacado. A expectativa de que os preços ao produtor sofreriam um reajuste negativo foi amenizada em junho e o clima do mercado em curto prazo é de um cenário de "chuva e sol", com fatores altistas e baixistas sustentando (não há viés de alta) ou derrubando os preços.
O mercado nacional de leite encontra-se altista, caminhando firme para entressafra no Sudeste e Centro-Oeste e para safra do Sul. A expectativa dos agentes de mercado é de que esse cenário favorável se sustente em curto prazo e de que em meados de junho em diante, o mercado responderá de acordo com a safra sulista e as importações.
Em abril de 2010, o mercado de leite no Brasil se encontrava em situação de definição e incerteza em relação aos meses seguintes, que foram infelizes para produtores e indústria. Passados doze meses, nos encontramos em um cenário de oferta e demanda com particularidades semelhantes e, ao mesmo tempo, algumas características distintas, que não permitem ainda uma análise clara do cenário futuro.
O mercado de leite spot (comercializado entre indústrias), cotado entre 85 e 87 centavos/litro, está sinalizando valorização de 2-3 centavos, algumas indústrias tentando até 5 centavos. Este é um importante sinalizador de que teremos uma valorização de preços em março. A amplitude dependerá, contudo, das vendas nessa segunda quinzena do mês.
O mercado de leite no Brasil sofreu leves alterações desde dezembro, permanecendo em geral estável. A mudança mais importante foi um recuo nas vendas em janeiro, em razão de férias escolares e festividades, normal para a época. Contudo, em meados de fevereiro os preços de leite longa vida e leite em pó retornaram a patamares anteriores, ainda que tenha frustrado alguns agentes, que esperavam uma retomada maior das vendas.
O mercado entrou em 2011 relativamente equilibrado e as expectativas em curto prazo são boas, segundo a opinião da maioria dos agentes de mercado consultados pelo MilkPoint. A produção nacional e os preços externos são os principais fatores a serem observados e determinarão o comportamento do mercado no primeiro quadrimestre do ano.
O ano de 2010 foi um ano atípico para a atividade leiteira nacional devido, principalmente, à antecipação do pico de preços e queda desses durante a entressafra. Entretanto, no fim do ano, entre setembro e outubro, o mercado se ajustou e a expectativa é de que o ano termine assim.