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Universidade incentiva produção de leite orgânico em pequenas propriedades

Universidade promove práticas de ensino com técnicas de base agroecológica para a produzir leite orgânico em propriedades de agricultura familiar. Saiba mais!

Publicado por: MilkPoint

Publicado em: 02/07/2021 - 4 minutos de leitura

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Promover práticas de ensino com técnicas de base agroecológica para a produção de leite orgânico. Esse é o objetivo de um projeto desenvolvido pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) com pequenos produtores rurais e agricultores familiares da região.a

Vinculada ao Centro de Ciências Agrárias do Campus de Marechal Cândido Rondon, a ação abrange atividades de pesquisa e extensão, no âmbito dos cursos de graduação em Agronomia e Zootecnia, além do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia e do Núcleo de Estudos de Produção Agroecológica de Leite (Nepal).

Ao longo da última década, o projeto recebeu aporte de cerca de R$ 420 mil. Desse montante, R$ 250 mil foram repassados pelo Fundo Paraná, operacionalizado pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo do Estado. O restante dos recursos financeiros é oriundo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Itaipu Binacional.

Segundo a coordenadora da ação, professora Maximilian e Alavarse Zambom, muitos produtores têm dúvidas em relação à alimentação dos animais e ao tipo de tratamento em situações de doenças no rebanho. “As práticas de ensino agroecológicas e as técnicas sustentáveis contribuem para a qualidade do leite produzido, melhorando também a renda dos produtores, principalmente aqueles da agricultura familiar e de assentamentos rurais”, afirma.

Doutora em Zootecnia, ela explica que na produção de leite orgânico, diferente do leite convencional, não são utilizados insumos externos à propriedade, tais como defensivos agrícolas, antibióticos e antiparasitários, fertilizantes químicos e outros contaminantes. O pasto é a principal fonte de alimentação dos animais, sendo vetada, inclusive, a ração comum, devido aos transgênicos.

“Existem várias soluções para as propriedades rurais manterem a saúde dos animais, como práticas de homeopatia e fitoterapia, assim como a utilização de alimentos alternativos para a produção animal. Esse conhecimento técnico ajuda a produzir um leite de ótima qualidade”, destaca a professora. “Normalmente, o leite orgânico apresenta teor de gordura superior exatamente por causa da alimentação do rebanho”.

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Atualmente, os pesquisadores da Unioeste fazem um trabalho de avaliação de alimentos alternativos para os animais, que podem ser implementados no manejo agroecológico, tanto em propriedades orgânicas quanto nas demais. O grupo de pesquisadores conduz análises de volumosos, que são alimentos ricos em fibra (superior a 18%).

Essas atividades são desenvolvidas em um campo agrostológico – espaço reservado para o cultivo e demonstração de plantas forrageiras (usadas como fonte de volumosos para os animais) –, nas proximidades do campus da Unioeste em Marechal Cândido Rondon.

“Estudamos volumosos como leucena, lab-lab, crotalária, feijão guandu e moringa, avaliando o valor nutricional e a capacidade de conservação. Considerados alimentos alternativos, representam uma forma de baratear e manter a produção nesse momento de escassez de alimentos convencionais”, detalha a estudante de doutorado em Zootecnia, Maria Luiza Fischer, esclarecendo que os estudos dos volumosos são feitos na forma de feno, silagem e in natura.

Desde o início desse projeto acadêmico, em 2011, a Unioeste teve apoio do programa Universidade Sem Fronteiras (USF) do Governo do Estado, uma iniciativa institucional que articula ações de extensão, ensino e pesquisa, com foco no desenvolvimento social e na melhoria da qualidade de vida da população paranaense.
 

ASSENTAMENTOS

O projeto de produção de leite orgânico da Unioeste beneficiou 67 famílias diretamente e outras 404 indiretamente. Esses produtores rurais estão assentados em uma área de aproximadamente 7 mil hectares de extensão – um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial.

Para o produtor Luiz Carlos Hartmann, do assentamento Santa Izabel, localizado no município de Ramilândia, a produção leiteira exige organização eficiente de manejo para estabelecer uma estruturação produtiva que gere resultados.

“Além de análises no leite produzido e nos materiais usados na alimentação dos animais, os pesquisadores também mostraram alternativas para o manejo, que ajudaram a melhorar a qualidade do produto, o planejamento e os rendimentos produtivos”, elenca o agricultor.

Em uma área de 883 hectares, o assentamento Santa Izabel reúne 63 famílias, das quais 11 são assistidas pelo projeto. Na mesma cidade, o assentamento 16 de Maio soma mais de 4 mil hectares e 220 famílias, sendo 31 envolvidas na ação.

No município de São Miguel do Iguaçu, com pouco mais de mil hectares, o assentamento Antônio Companheiro Tavares dispõe de 80 famílias, sendo oito beneficiadas diretamente pelo projeto. Já o assentamento Ander Rodolfo Henrique ocupa uma área superior a 3 mil hectares, abrangendo os municípios de Diamante do Oeste e de Vera Cruz do Oeste. O local reúne 108 famílias, das quais 17 participam da ação universitária.

Atualmente, o projeto da Unioeste promove palestras e dias de campo, em parceria com outras instituições.
 

DEMANDA 

Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apontam que um terço dos solos do mundo está degradado, sinalizando a necessidade imediata de preservação e restauração ecológica. A agroecologia se mostra como alternativa para assegurar a sustentabilidade das várias culturas produtivas com redução de danos para o meio ambiente.

A Unioeste desenvolve uma série de iniciativas de ensino, pesquisa e extensão com foco no desenvolvimento sustentável do setor rural. A maior parte dos projetos abrange assentamentos rurais registrados no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e assistidos por movimentos sociais e organizações da sociedade civil (OSCs).

As informações são do Governo do Paraná, adaptadas pela equipe MilkPoint. 

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