Nesta edição do levantamento, a região Sudeste expandiu ainda mais a sua participação no ranking da elite do setor, saltando de 48 para 51 propriedades entre as 100 maiores fazendas do país. Este resultado marca o terceiro ano consecutivo em que a região eleva a sua representatividade no estudo. O protagonismo do Sudeste é capitaneado majoritariamente por Minas Gerais, estado que lidera o ranking nacional de forma isolada com 39 fazendas, seguido pelo estado de São Paulo, que marca presença com 12 propriedades qualificadas.
Logo em seguida, a região Sul desponta como o segundo principal polo de produção leiteira de alta escala do país, somando 30 propriedades no atual levantamento. Embora o número atual represente uma retração em comparação com o período anterior, quando a região contava com 34 fazendas, o Sul preserva sua relevância estratégica e força produtiva. Dentro do panorama sulista, o estado do Paraná concentra a maior fatia das propriedades de grande porte, abrigando 23 fazendas, enquanto o Rio Grande do Sul e Santa Catarina completam a participação da região com quatro e três propriedades, respectivamente.
A terceira posição em número de propriedades no ranking pertence à região Centro-Oeste, que contabiliza agora 12 fazendas de grande porte, o que representa o acréscimo de uma unidade em relação ao levantamento anterior. O estado de Goiás lidera de forma expressiva a presença na região, sendo o endereço de 11 das propriedades listadas, enquanto o Distrito Federal complementa a participação regional com uma fazenda entre as maiores do país.
Por fim, a região Nordeste manteve a estabilidade ao registrar sete propriedades no levantamento, as quais aparecem distribuídas entre o Ceará, com três fazendas, a Bahia, também com três, e Pernambuco, com uma propriedade. Apesar de deter uma menor representatividade numérica se comparada às demais regiões, a permanência dessas fazendas nordestinas no topo do ranking demonstra o avanço consistente de sistemas produtivos de alta escala mesmo em áreas tradicionalmente menos concentradas na atividade leiteira de grande porte.
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