Trabalhadores rurais têm alta de 5,5% na renda no 1º tri de 2025

Com aumento de 5,5%, agropecuária brasileira vive recuperação salarial. Contag destaca importância da renda para dignidade no meio rural.

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No primeiro trimestre de 2025, o rendimento médio mensal dos trabalhadores da agropecuária brasileira aumentou 5,5%, passando de R$ 2.022 para R$ 2.133, segundo o Anuário Estatístico da Agricultura Familiar. O crescimento foi impulsionado principalmente pelo Norte (21%) e Sul (9,7%), enquanto o Centro-Oeste teve uma queda de 7,9%. Apesar disso, continua com a maior renda média (R$ 3.492), enquanto o Nordeste tem o menor rendimento (R$ 1.081).

O rendimento médio mensal dos trabalhadores e trabalhadoras da agropecuária brasileira teve um avanço expressivo de 5,5% no primeiro trimestre de 2025, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os dados fazem parte do Anuário Estatístico da Agricultura Familiar, divulgado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag).

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Segundo o levantamento, realizado em parceria com o Dieese, o salário médio no setor agropecuário passou de R$ 2.022 para R$ 2.133, considerando trabalhadores ocupados nas atividades de agricultura, pecuária, pesca, aquicultura e produção florestal. 

Figura 1

Fonte: PNAD/IBGE, elaborado por: Dieese

O crescimento representa uma recuperação em comparação à variação de apenas 0,2% registrada em 2024, no mesmo recorte. “O aumento do rendimento reforça que estamos no caminho certo na luta pela dignidade no meio rural, que passa necessariamente pela geração de renda e por um desenvolvimento rural sustentável”, afirma Vânia Marques Pinto, presidenta da Contag.

 

Crescimento por região

A recuperação da renda foi impulsionada principalmente por duas regiões: o Norte, que avançou 21%, e o Sul, com alta de 9,7%. O Nordeste aparece na sequência, com 7,5%, seguido pelo Sudeste, com 1,7%.

o Centro-Oeste foi a única região que registrou queda, com recuo de 7,9% na média salarial. Ainda assim, a região permanece no topo da renda nacional, com R$ 3.492 mensais — o maior valor entre todas as regiões. O Nordeste, por outro lado, segue com o menor rendimento médio, de R$ 1.081.

As informações são do Estadão.

 

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