O Pólo de Inovação Tecnológica da Região Nordeste do Rio Grande do Sul já conta com um programa permanente de monitoramento da qualidade do leite produzido e industrializado na região, incluindo contagem de células somáticas e bacteriana e mamite.
O centro conta também com incentivo às boas práticas da produção ao manejo. Este é o resultado do Projeto para Aumento da Competitividade da Cadeia Produtiva do Leite, iniciado em dezembro de 2003 e que envolveu investimento de R$ 88 mil.
Segundo parecer final da Secretaria da Ciência e Tecnologia, que acaba de ser concluído, outros resultados importantes também foram obtidos, como o desenvolvimento de um processo acelerado para a maturação de queijo parmesão.
A qualificação de mão-de-obra também foi contemplada com cursos de treinamento e fomento da produção leiteira para ocupar vagas locais, e elaborada uma cartilha para os produtores de queijo parmesão, com orientações sobre o controle do processo de produção.
Durante o projeto, houve um estudo detalhado sobre a dinâmica da Cadeia Láctea do Corede Nordeste (região do estado do Rio Grande do Sul), para identificar políticas públicas e empresariais para o desenvolvimento do setor. O diagnóstico envolve 19 cidades e estará disponível, em breve, no site da SCT. As informações são da assessoria de imprensa do Governo do Rio Grande do Sul.
Projeto alavanca produção com qualidade no RS
O Pólo de Inovação Tecnológica da Região Nordeste do Rio Grande do Sul já conta com um programa permanente de monitoramento da qualidade do leite produzido e industrializado na região, incluindo contagem de células somáticas e bacteriana e mamite.
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