O Leitíssimo é produzido a partir de matéria-prima de um único rebanho (rastreabilidade total). Segundo os donos da fazenda, as vacas são livres de brucelose e tuberculose (a fazenda está em processo de certificação junto à ADAB na Bahia para receber a certificação oficial ao abrigo do PNCEBT- Programa Nacional de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose) e se alimentam no pasto, sendo a matéria-prima também livre de resíduos de antibióticos e carrapaticidas. Segundo dados da empresa, o leite possui menos de 30.000 UFC/ml (Unidades Formadoras de Colônias) e menos de 300.000 CCS/ml (contagem de células somáticas).
O rebanho foi desenvolvido na própria fazenda ao longo de 7 anos. O crescimento do rebanho e produção de leite continuarão se desenvolvendo exclusivamente com gado nascido e criado na própria fazenda, segundo os donos. O rebanho conta hoje com 3.000 vacas, das quais cerca de 1.300 estão neste momento em lactação - a produção diária é de 20.000 litros. O rebanho Leitíssimo é um mix de cruzamentos de raças selecionadas, com ênfase no desenvolvimento de Kiwicross (jersey com holandês), tendo como objetivo a máxima adaptação ao pasto - os animais recebem pequenas quantidades de concentrado para balancear a dieta e obter energia, e fornecer alguns minerais. Todo o sêmen utilizado para reprodução provém de touros da Nova Zelândia.
A Fazenda utiliza o sistema de pastejo rotacionado com grama Tifton irrigada, sendo usados 224 ha para suportar 3.000 animais. Segundo informe da assessoria de imprensa da empresa, atualmente a fazenda é a maior produtora de leite sem confinamento do Brasil, e conta com 50 funcionários.
O Leitíssimo inicialmente será comercializado no mercado da Bahia e conforme o aumento de produção a distribuição será estendida a outros mercados. Segundo a empresa, o preço será competitivo em especial devido à integração vertical de possuir a fazenda e a unidade de processamento num mesmo local e com proximidade a todo o mercado da Bahia.
De acordo com a empresa, foram investidos R$ 5,5 milhões na fábrica com recursos próprios, com o Governo da Bahia apoiando a implementação do projeto, mas sem qualquer apoio financeiro ou benefícios.

Mais informações acesse: http://www.leitissimo.com.br.
As informações são da Leite Verde S.A., adaptadas pela Equipe MilkPoint.
