A taxa fez com que diminuísse a competitividade dos produtos importados no Peru, levando a um declínio de 64% nos gastos com importações. Antes da mais recente revisão feita na taxa de importação de lácteos, essa era calculada com base no produto de menor preço fabricado por eles, mas agora a taxa é derivada do produto com o maior valor.
De acordo com as estatísticas das associações, a indústria de lácteos do Peru produziu 1 milhão de toneladas de leite em 1999, e a produção do ano 2000 pode ter chegado a 1,2 milhão de toneladas.
O aumento da taxação das importações elevou consideravelmente a competitividade do leite peruano, mas nenhum progresso foi observado nos derivados lácteos, como os queijos e a manteiga. De acordo com as associações, foi um erro ter aumentado a taxa apenas para o leite, não fazendo o mesmo para os derivados. O Peru continua importando grandes quantidades de derivados lácteos e, em alguns casos, estes reduzem os preços dos produtos locais. As associações estão pressionando para que seja também aumentada a taxa de importação dos derivados lácteos.

fonte: Dairy Markets Weekly, por Equipe MilkPoint