Primeiro ministro neozelandês poderá discutir tarifas de lácteos com Dilma

O primeiro ministro da Nova Zelândia, John Key, disse que poderá levantar a questão das importações de lácteos e das tarifas antidumping com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, quando se reunirem nesta semana.

Publicado por: MilkPoint

Publicado em:

Ícone para ver comentários 2
Ícone para curtir artigo 0

O primeiro ministro da Nova Zelândia, John Key, disse que poderá levantar a questão das importações de lácteos e das tarifas antidumping com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, quando se reunirem nessa semana.

Key e a delegação neozelandesa estão no Brasil como parte da visita oficial a países da América Latina. Ele disse que embora a Nova Zelândia não tenha exportado leite em pó ao Brasil por anos, existe uma tarifa cobrindo qualquer envio, que a Nova Zelândia gostaria que fosse removida.

O ministro cita que, há alguns anos, houve uma percepção de que companhias da Nova Zelândia estavam fazendo dumping no Brasil. “Então, eles normalmente pagam uma tarifa de 28% para leites em pó que chegam e mais 3,9% de tarifa antidumping, que foi renovada recentemente”.

Ele afirma ainda que as companhias neozelandesas não estão fazendo dumping no mercado brasileiro e, de fato, a Nova Zelândia não exporta leite em pó ao Brasil desde 2007. Segundo Key, a tarifa antidumping não tem impacto prático, mas que existe uma questão de reputação.

A reportagem é da Radio New Zealand, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint.
Ícone para ver comentários 2
Ícone para curtir artigo 0

Publicado por:

Foto MilkPoint

MilkPoint

O MilkPoint é maior portal sobre mercado lácteo do Brasil. Especialista em informações do agronegócio, cadeia leiteira, indústria de laticínios e outros.

Deixe sua opinião!

Foto do usuário

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração.

EDINALDO TORRES JUNIOR
EDINALDO TORRES JUNIOR

VITÓRIA DE SANTO ANTÃO - PERNAMBUCO - DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS (CARNES, LÁCTEOS, CAFÉ)

EM 14/03/2013

Se o governo brasileiro permitir os neozelandeses vão colocar a mão, depois o braço, depois o corpo inteiro.



Mas a grande questão é: Como se traz leite em pó produzido do outro lado do mundo (13 horas de fuso), paga-se frete, inúmeras taxas e tarifas alfandegárias e mais de 30% de imposto para que se encontre equiparação com os preços de nosso mercado interno ?



Falta ao mercado produtor de leite brasileiro a atenção que foi dada ao mercado produtor de carne bovina.
Roelof Hermannes Rabbers
ROELOF HERMANNES RABBERS

CASTRO - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 13/03/2013

Se tirarem a tarifa vai sobrar leite no Brasil....
Qual a sua dúvida hoje?