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Por Amazônia, senadores dos EUA querem adiar acordos com o Brasil

Um grupo de senadores democratas dos Estados Unidos pediu ao governo de Donald Trump que adie negociações comerciais com o Brasil até que o presidente Jair Bolsonaro tome medidas para proteger a floresta Amazônica. As informações são da agência Bloomberg. “Esta é uma crise internacional com implicações de segurança nacional para os Estados Unidos”, afirmam os senadores, em carta endereçada a Robert Lighthizer, representante comercial dos EUA.

Em meio à crise de imagem causada pelas queimadas na Amazônia, o presidente americano e o governo brasileiro começaram a costurar uma iniciativa global para a defesa do ambiente, com foco na “defesa da soberania” dos Estados nacionais. As informações partiram de integrantes de comitiva brasileira que foi à Casa Branca, no fim do mês de agosto.

Segundo um auxiliar direto de Bolsonaro, a ideia do encontro partiu do próprio Trump, que deu apoio público ao Brasil durante a ofensiva internacional desencadeada pelas queimadas, e se contrapôs à posição do presidente da França, Emmanuel Macron, de “internacionalizar” o tema.

De acordo com a Bloomberg, a carta dos democratas diz que, na ausência de ação significativa do presidente Bolsonaro para proteger a Amazônia, os EUA devem deixar claro que não farão negociações comerciais com o Brasil. Já Trump tuitou apoio a Bolsanaro, em agosto, e disse que as perspectivas comerciais entre os EUA e o Brasil são “muito emocionantes”, ressalta a agência.

A carta é assinada por Chris Murphy, Brian Schatz, Sheldon Whitehouse, Tom Udall, Kirsten Gillibrand, Patrick Leahy, Cory Booker, Chris Van Hollen, Kamala Harris, Amy Klobuchar e Richard Blumenthal. Os senadores também pediram a Lighthizer que suspenda os planos de retomar as importações de carne bovina brasileira, devido ao impacto da indústria de carne no desmatamento ilegal.

Também demandam que o governo americano encerre a guerra comercial EUA-China, observando que as importações de soja brasileira pela China aumentaram, o que incentiva que mais áreas da Amazônia sejam desmatadas para a agricultura.

As informações são do jornal Valor Econômico.

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