A companhia NZ Farming Systems Uruguay Ltd., criada pela maior companhia de serviços agrícolas da Nova Zelândia, PGG Wrightson, está tentando expandir suas operações de produção leiteira para o Brasil. A empresa está negociando com indústrias de lácteos do Rio Grande do Sul para começar a gerenciar fazendas neste local, disse o gerente geral da empresa, Michael Thomas, em uma entrevista por telefone ao Bloomberg concedida na última quinta-feira de Christchurch, Nova Zelândia. A companhia possui 36 mil hectares de terra no Uruguai.
A NZ Farming está comprando terras rapidamente com desconto para instalar os métodos usados na Nova Zelândia nas fazendas leiteiras da América do Sul. O investimento no Brasil expandirá o foco da companhia além do Uruguai pela primeira vez.
"Vemos muitos benefícios no Rio Grande do Sul, no Brasil", disse ele, acrescentando que a empresa tem trabalhado para averiguar se o ambiente econômico e político do local estão em um nível aceitável. Thomas disse que se reunirá com investidores brasileiros em São Paulo, nesta semana, para discutir o levantamento de mais capital.
A NZ Farming estima que a plantação de azevém e sorgo nas terras do Uruguai fornecem cerca de 14,5 toneladas por hectare de matéria seca para o gado, comparado com 4 toneladas de pasto nativo, disse Thomas. A mesma técnica pode ser aplicada no sul do Brasil, que tem clima temperado e que faz fronteira com Argentina e Uruguai, disse ele.
Os preços globais do leite em pó mais que dobraram, para cerca de US$ 4.500 a tonelada, disse Thomas. Os preços não deverão retornar aos baixos níveis históricos, por causa da crescente demanda por leite, disse ele.
Desenvolver uma fazenda leiteira no Uruguai custa US$ 10.000 por hectare, comparado com mais de US$ 40.000 por hectare na Nova Zelândia, o maior exportador mundial de leite em pó, disse Thomas. O Uruguai tem mais terra adequada para a produção leiteira do que a Nova Zelândia, disse a companhia. "Usando as sementes da Wrightson em cima da pastagem nativa pode-se obter massiva produtividade no crescimento do pasto".
Thomas disse que a NZ Farming escolheu o Uruguai e não a Argentina por que o primeiro país tem menos restrições às exportações. A companhia continuará comprando terras e administrando fazendas no Uruguai. A empresa poderá ser responsável por um quarto da produção de leite do Uruguai até 2012, disse Thomas. A Cooperativa Nacional de Produtores de Leite do Uruguai (Conaprole) exporta o leite produzido no país.
PGG Wrightson que produzir de leite no Brasil
A companhia <i>NZ Farming Systems Uruguay Ltd.</i>, criada pela maior companhia de serviços agrícolas da Nova Zelândia, <i>PGG Wrightson</i>, está tentando expandir suas operações de produção leiteira para o Brasil. A empresa está negociando com indústrias de lácteos do Rio Grande do Sul para começar a gerenciar fazendas neste local.
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VANDERLEI DE JESUS PARONI
SALTO DE PIRAPORA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 01/08/2008
Caro Leandro, moro atualmente em uma pequena cidade do Estado de S.Paulo, advindo da capital de SP; essa cidade dista 140 Km da capital, chama-se Salto de Pirapora. Tem 45/50.000 habitantes, tem 380 km², sendo 360 rural e 20 urbanos. Tenho uma pequena propriedade rural, onde durante 18 anos eu a sustentei.
Nos ultimos dois estou tentando com o poder publico da cidade, saber porque 20 km² sustentam os outros 360 km² da area rural? E não o contrario. Falta tudo para os pequenos e medios agricultores e pecuaristas. Ao assumir um cargo de presidente do conselho municipal para o desenvolvimento rural e ambiental, logo percebi as presenças nas reuniões, palestras, exposições, encontros com especialistas só são satisfatórias as presenças quando tem festas; sem festa, comes e bebes poucos aparecem e dão continuidade a programas lançados e assim vamos, falando e reclamando muito dos governos e do mundo.
Estão faltando líderes natos, voluntariosos e interessados em tudo que você escreveu, pensa, além de muito mais coisas. Precisamos de homens muito preocupados de verdade, de corpo e alma com a agricultura; aqueles que realmente briguem por todos nós, que conclamem os produtores a interferirem junto daqueles que só querem festa e empurrar com a barriga. Falta gente com vontade mesmo.
Um grande abraço
atenciosamente vanderlei de jesus paroni
Nos ultimos dois estou tentando com o poder publico da cidade, saber porque 20 km² sustentam os outros 360 km² da area rural? E não o contrario. Falta tudo para os pequenos e medios agricultores e pecuaristas. Ao assumir um cargo de presidente do conselho municipal para o desenvolvimento rural e ambiental, logo percebi as presenças nas reuniões, palestras, exposições, encontros com especialistas só são satisfatórias as presenças quando tem festas; sem festa, comes e bebes poucos aparecem e dão continuidade a programas lançados e assim vamos, falando e reclamando muito dos governos e do mundo.
Estão faltando líderes natos, voluntariosos e interessados em tudo que você escreveu, pensa, além de muito mais coisas. Precisamos de homens muito preocupados de verdade, de corpo e alma com a agricultura; aqueles que realmente briguem por todos nós, que conclamem os produtores a interferirem junto daqueles que só querem festa e empurrar com a barriga. Falta gente com vontade mesmo.
Um grande abraço
atenciosamente vanderlei de jesus paroni

LEANDRO PIRES BITENCOUT
CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL - ZOOTECNISTA
EM 24/07/2008
Caros amigos,
Fatos como esses, aqui na Nova Zelândia, estão cada dia mais claros de que, definitinamente, o Brasil entrou no mercado mundial do leite como forte competidor e lider global, e por que não adiantando um pouco a conversa? O Brasil em breve será o maior produtor de alimentos no mundo, não só de leite e todos nós sabemos disso.
Isso seria mais do que uma simples afirmação, mas sim, a logica. Muito se fala a respeito do Brasil. Temos fortes indicacações pra isso. Exemplo claro; a Fonterra, tendo em mente monopolizar o mercado global do leite, deu seu primeiro grande passo investindo com join-ventures e centros de pesquisas nas Américas e principalmente no Brasil.
Fortes jornais e revistas de circulacoes nacionais aqui na Nova Zelandia, sempre estao abordando e cordialiando o forte potencial que o Brasil tem, principalmente pelo sistema de producao que a NZ adota, milk from grass! e isso e a cara e tambem a coroa que nos brasileiros temos.
Está na hora de produzir a matéria; pensar em crescer tendo o céu como limite; mostrar para que estamos e para onde vamos e, principalmente, trabalhar seriamente para que o nosso país se tome da fartura de vantagens que temos sobre o que, particulamente, chamo de restinho do mundo. Temos como fazer, temos preços competitivos para fazermos, mas fica aqui a minha pergunta. O que realmente está faltando para isso acontecer?
Quem puder me respoder, eu serei muito grato!
Um abraço,
cordialmente,
Leandro Pires Bitencourt
Zootecnista,
Canterbury Grasslands LLC.
New Zeland.
Fatos como esses, aqui na Nova Zelândia, estão cada dia mais claros de que, definitinamente, o Brasil entrou no mercado mundial do leite como forte competidor e lider global, e por que não adiantando um pouco a conversa? O Brasil em breve será o maior produtor de alimentos no mundo, não só de leite e todos nós sabemos disso.
Isso seria mais do que uma simples afirmação, mas sim, a logica. Muito se fala a respeito do Brasil. Temos fortes indicacações pra isso. Exemplo claro; a Fonterra, tendo em mente monopolizar o mercado global do leite, deu seu primeiro grande passo investindo com join-ventures e centros de pesquisas nas Américas e principalmente no Brasil.
Fortes jornais e revistas de circulacoes nacionais aqui na Nova Zelandia, sempre estao abordando e cordialiando o forte potencial que o Brasil tem, principalmente pelo sistema de producao que a NZ adota, milk from grass! e isso e a cara e tambem a coroa que nos brasileiros temos.
Está na hora de produzir a matéria; pensar em crescer tendo o céu como limite; mostrar para que estamos e para onde vamos e, principalmente, trabalhar seriamente para que o nosso país se tome da fartura de vantagens que temos sobre o que, particulamente, chamo de restinho do mundo. Temos como fazer, temos preços competitivos para fazermos, mas fica aqui a minha pergunta. O que realmente está faltando para isso acontecer?
Quem puder me respoder, eu serei muito grato!
Um abraço,
cordialmente,
Leandro Pires Bitencourt
Zootecnista,
Canterbury Grasslands LLC.
New Zeland.