Entre as empresas com maior número de pedidos estão a Nestlé, com 58 registros, seguida pela Cargill, com 46, e pela Arla Foods, com 28. As iniciativas envolvem diferentes aplicações tecnológicas, incluindo massas enriquecidas com micropartículas de proteína do soro de leite, ingredientes proteicos desenvolvidos a partir de microrganismos e bebidas prontas para consumo que buscam reproduzir o aroma, a textura e o sabor do leite.
Segundo Michael Stott, sócio da Mathys & Squire, os fabricantes estão buscando diferentes maneiras de incorporar proteínas a produtos já consolidados no mercado, sem comprometer características como sabor e aparência. Esse movimento tem ampliado o campo de pesquisa e desenvolvimento de novos ingredientes e formulações.
A tendência, inicialmente impulsionada pelo interesse dos consumidores em perda de peso e ganho de massa muscular, ganhou espaço em diferentes categorias de alimentos. O avanço dos medicamentos da classe GLP-1 e as mudanças nas recomendações alimentares dos Estados Unidos também contribuem para ampliar a atenção ao consumo de proteínas.
Para Stott, muitas das técnicas desenvolvidas inicialmente para alternativas à carne estão sendo adaptadas para criar versões enriquecidas com proteínas de uma variedade maior de alimentos. Além de ampliar as possibilidades de inovação, esse movimento fortalece o portfólio de propriedade intelectual das empresas do setor.
As informações são do Dairy Processing, resumidas e traduzidas pela Equipe MilkPoint.
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