Técnicos da Emater e da Fepagro e professores da Ulbra se reuniram, nessa segunda-feira (5), para discutir o projeto de pesquisa e extensão 'Resgate Histórico e Regulamentação do Queijo Colonial no Rio Grande do Sul'. No encontro, foram apresentados os resultados das análises do queijo produzido nos municípios de Tapes, Parobé, Estância Velha e Morro Reuter, entre outras, que integram a Região Metropolitana.
O objetivo do projeto é caracterizar o queijo colonial produzido no Rio Grande do Sul, preservar sua identidade, resgatando o saber-fazer das gerações passadas e seu conteúdo simbólico e cultural. Dentro das atividades do projeto, técnicos da Emater estão coletando amostras de produtores de todas as regiões do estado para analisar as características do queijo colonial gaúcho. A Ulbra é responsável pelas análises físico-químicas e microbiológicas desse material.
Também foram discutidas formas de levar aos produtores os laudos e orientações para o aperfeiçoamento das práticas de fabricação do queijo. Essa etapa do trabalho irá contribuir para melhorar a qualidade do produto consumido no estado.
As informações são da Ascom Emater/RS-Ascar, com colaboração da Fepagro.
Instituições do Rio Grande do Sul pesquisam queijo colonial produzido no estado
Técnicos da Emater e da Fepagro e professores da Ulbra se reuniram, na última segunda-feira (5), para discutir o projeto de pesquisa e extensão 'Resgate Histórico e Regulamentação do Queijo Colonial no Rio Grande do Sul'. No encontro, foram apresentados os resultados das análises do queijo produzido nos municípios de Tapes, Parobé, Estância Velha e Morro Reuter, entre outras, que integram a Região Metropolitana.
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