A companhia de investimentos da China, Shanghai Pengxin Group, com interesse em bicombustíveis, pescado, agricultura e construção civil, planeja gastar mais de NZ$ 200 milhões (US$ 158,18 milhões) na compra das fazendas Crafar na Nova Zelândia.
A companhia fez a oferta em janeiro, após a Agência de Investimentos Externos da Nova Zelândia ter barrado o pedido da firma de Hong Kong, Natural Dairy. A Pengxin, que também precisa da aprovação da agência, compraria 16 das fazendas da família Crafar, junto com bens e animais relacionados, e aprimoraria as fazendas durante os próximos dois anos. A empresa planeja aumentar a produção de leite em 10% nos próximos três anos, de acordo com informações de sua subsidiária local.
A Pengxin continuaria fornecendo leite cru para a Fonterra e entraria em parcerias com plantas de processamento da Ilha do Norte para produzir produtos lácteos de alta qualidade, como fórmulas infantis, sorvetes e queijos, visando os consumidores chineses. "A Nova Zelândia pode se beneficiar de abastecer o mercado asiático com produtos com alto valor agregado", disse o porta-voz, Cedric Allen.
A oferta que não deu certo da Natural Dairy de comprar 20 fazendas, incluindo as 16 fazendas Crafar, forçou o Governo a estreitar as restrições nas vendas de terras rurais para investidores estrangeiros, em meio a uma onda de oposição de grupos neozelandeses. No entanto, isso não desanimou a Pengxin, que Allen disse que pode estar interessada em outros investimentos locais ou em facilitar as exportações para a Ásia.
As informações são do NZNewSuk.co.uk, publicadas no site Foodbev, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.
Grupo chinês quer comprar fazendas leiteiras neozelandesas
A companhia de investimentos da China, Shanghai Pengxin Group, com interesse em bicombustíveis, pescado, agricultura e construção civil, planeja gastar mais de NZ$ 200 milhões (US$ 158,18 milhões) na compra das fazendas Crafar na Nova Zelândia. A Pengxin continuaria fornecendo leite cru para a Fonterra e entraria em parcerias com plantas de processamento da Ilha do Norte para produzir produtos lácteos de alta qualidade, como fórmulas infantis, sorvetes e queijos, visando os consumidores chineses.
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