O governo federal poderá importar alguns alimentos para o Fome Zero devido aos baixos estoques reguladores, principalmente com produtos como: leite, arroz e feijão. Para a implementação do programa serão necessários um bilhão de litros de leite, 600 mil toneladas de arroz e 330 mil toneladas de feijão, quantias suficientes para abastecer mais de 10 milhões de pessoas.
O governo vai solicitar apoio nos assentamentos do MST e na agricultura familiar para que aumentem a produção de alimentos. O Brasil não tem problemas com café, óleo de soja e açúcar porque a produção é suficiente para abastecer o mercado interno.
Fonte: Clic RBS/Agrol, adaptado por Equipe MilkPoint
O governo vai solicitar apoio nos assentamentos do MST e na agricultura familiar para que aumentem a produção de alimentos. O Brasil não tem problemas com café, óleo de soja e açúcar porque a produção é suficiente para abastecer o mercado interno.
Fonte: Clic RBS/Agrol, adaptado por Equipe MilkPoint
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ANISIO FERREIRA LIMA NETO
TERESINA - PIAUÍ - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 05/02/2003
Antes de pensar em importar este governo precisa profissionalizar os jovens rurais e conjuntamente toda a sua familia, buscando assim uma produção com profissionalismo e com produtividade, O Piauí não é um Estado tão pobre como se mostra nas televisões. É necessário que aqueles que encontram-se a frente dos movimentos sociais rurais busquem além da conquista da terra, uma organização dos agricultores familiares, para com isso garantir a produção, pois o Governo joga muito dinheiro para determinadas áreas, que nada produzem.
É necessario rever esta forma de desenvolver os assentamentos rurais. Devemos profissionalizar nossos agricultores e pecuaristas, para posteriormente avançarmos na desburocratização dos créditos. Somente assim conseguiremos ser mais competitivos. Me sinto envergonhado, como brasileiro, como produtor e como técnico da área rural, em ver um país desta dimensão, com seus governantes falarem em importar alimentos, com tanta gente precisando de emprego e de renda.
Nosso Brasil, e em especial o Nordeste, poderá ser um grande produtor de leite caprino, pois somos possuidores de mais de 90% do rebanho caprino do país. É necessário apenas organizar estes criadores. Desta forma teremos renda, emprego e fome zero de verdade. O Nordeste é pobre, mas mais pobre são aqueles que despercebidamente esquecem nossos valores, nossas riquezas e nossos sonhos, em prol de muitos mais afortunados. Nosso Brasil tem jeito, Vamos produzir.
Anisio Ferreira Lima Neto, Med.Vet., M.Sc.
Teresina-PI
É necessario rever esta forma de desenvolver os assentamentos rurais. Devemos profissionalizar nossos agricultores e pecuaristas, para posteriormente avançarmos na desburocratização dos créditos. Somente assim conseguiremos ser mais competitivos. Me sinto envergonhado, como brasileiro, como produtor e como técnico da área rural, em ver um país desta dimensão, com seus governantes falarem em importar alimentos, com tanta gente precisando de emprego e de renda.
Nosso Brasil, e em especial o Nordeste, poderá ser um grande produtor de leite caprino, pois somos possuidores de mais de 90% do rebanho caprino do país. É necessário apenas organizar estes criadores. Desta forma teremos renda, emprego e fome zero de verdade. O Nordeste é pobre, mas mais pobre são aqueles que despercebidamente esquecem nossos valores, nossas riquezas e nossos sonhos, em prol de muitos mais afortunados. Nosso Brasil tem jeito, Vamos produzir.
Anisio Ferreira Lima Neto, Med.Vet., M.Sc.
Teresina-PI

EDSON NOVAES
GOIÂNIA - GOIÁS - PESQUISA/ENSINO
EM 04/02/2003
O que devemos fazer é estimular a produção ao invés de incentivarmos a importação. Dessa forma, o programa não estará cumprindo seu verdadeiro objetivo que, além de garantir alimento à população carante, tem de buscar incentivar a produção, a geração de empregos, o crescimento econômico e, consequentemente, o desenvolvimento como um todo. Importar produtos, significa desestimular o crescimento da produção e consequentemente o próprio desenvolvimento. Os produtores de leite estão prontos para responder a qualquer chamamento de aumento de produção, desde que sejam estimulados a produzir com a perspectiva de que tenham rentabilidade na atividade. Neste sentido, com certeza teremos como garantir produção suficiente para atender o programa Fome Zero.
Edson Alves Novaes
Economista FAEG
Edson Alves Novaes
Economista FAEG