CPI do Leite de MG investigará fraudes no leite
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Segundo Valle, esta informação foi fornecida pelos institutos que realizam análises de amostras de leite, contratados pelo Ministério da Agricultura. "Solicitamos um trabalho de intensificação da fiscalização junto ao ministério porque o instituto Lanara disse que tem aumentado o número de irregularidades nas amostras." Segundo ele, é impossível a entidade ter o controle sobre os produtos de seus associados. O Silemg reúne cerca de 300 empresas do setor - de pequeno, médio e grande porte, como Itambé e Nestlé.
Neste contexto, o próximo passo da CPI será o de convocar os institutos de pesquisa para que esta questão seja elucidada. Segundo o presidente da CPI, deputado João Batista de Oliveira (PDT), a Universidade de Viçosa e uma outra instituição deverão ser chamadas para inspecionar amostras de leite em Minas Gerais, trabalho que será bancado pela CPI.
A discussão sobre a possível adulteração do leite surgiu a partir de uma pergunta do deputado Márcio Kangussu (PPS) acerca do aumento das importações de soro e redução das compras externas de leite em pó. "Não se sabe o destino desse soro, mas desconfiamos que é usado na adulteração de leite."
Fonte: O Tempo/MG, adaptado por Equipe MilkPoint
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JUNDIAÍ - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 25/10/2001
Convém reafirmar que adicionar soro ao leite, chamando este produto de leite, é uma prática criminosa e fraudulenta que tem por finalidade apenas o enriquecimento ilícito de criminosos disfarçados.