Consumo de leite contribui para o controle da Síndrome Metabólica

Um estudo recente de revisão mostrou que o leite pode contribuir com efeitos benéficos na prevenção e/ou tratamento da síndrome metabólica, pois particularmente a proteína do soro do leite (Whey), parece auxiliar a ação de insulina.

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Um estudo recente de revisão mostrou que o leite pode contribuir com efeitos benéficos na prevenção e/ou tratamento da síndrome metabólica, pois particularmente a proteína do soro do leite (Whey), parece auxiliar a ação de insulina.

O estudo foi publicado em um importante jornal de obesidade, o Obesity Reviews, e conduzido por Pfeuffer & Schrezenmeir, pesquisadores do Instituto de Fisiologia e Bioquímica da Nutrição do Centro Federal de Pesquisa em Nutrição de Kiel, na Alemanha.

O Conselho sobre Síndrome Metabólica de 2004 sugere que as pessoas portadoras de três ou mais dos seguintes critérios devem ser consideradas como portadoras da síndrome: obesidade abdominal; altos níveis de triglicérides no sangue; altos níveis de colesterol no sangue; pressão alta; e altos níveis de glicemia em jejum (açúcar no sangue).

Os ácidos graxos de cadeia média presentes no leite e em produtos lácteos, melhoram a sensibilidade da insulina, o que atua positivamente no controle e prevenção de resistência a insulina e diabetes. Em relação ao controle de peso, o estudo aponta que vários nutrientes - as proteínas, aminoácidos, ácidos graxos de cadeia média e principalmente o cálcio - podem contribuir com efeitos benéficos através da diminuição da massa corporal e massa gorda.

O estudo demonstra ainda que os peptídeos, cálcio e outros minerais presentes no leite também possuem a propriedade de reduzir a pressão de sanguínea. Produtos fermentados e probióticos parecem diminuir a absorção do colesterol, de ácidos biliares e de gordura em geral. As proteínas, os peptídeos e as bactérias presentes no leite e seus derivados podem também reduzir o colesterol plasmático.

Já a lactose, o citrato, as proteínas e os peptídeos presentes no leite melhoram o controle do peso corporal, da pressão sanguínea e o perfil das gorduras que circulam no sangue, além de melhorar a biodisponibilidade (aproveitamento) do cálcio. Também é reconhecido que o consumo de produtos lácteos melhora a biodisponibilidade do folato e de outros componentes vegetais secundários.

A conclusão do estudo é de que existem evidências sólidas e suficientes mostrando que os hábitos alimentares podem ser considerados como um dos principais fatores na prevenção, desenvolvimento e tratamento de fatores que ocasionam a síndrome metabólica, e que a ingestão de leite é capaz de desempenhar importante papel no controle deste problema.

As informações são da Consultoria RG Nutri.
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