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Agropecuária foi o único setor que criou novas vagas de trabalho no 1º semestre, diz CNA

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 30/07/2020

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O agronegócio liderou a criação de novos postos de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre de 2020. O saldo entre contratações e demissões no fim de junho foi de 62,6 mil vagas a mais desde janeiro. O agro foi o único setor a apresentar desempenho positivo na geração de empregos formais no período, de acordo com comunicado técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

No total, a agropecuária registrou 437,9 mil admissões e 375,3 mil desligamentos entre janeiro e junho. Os outros segmentos da economia brasileira, como indústria em geral, construção civil, comércio e serviços - mais fortemente afetados pela pandemia - fecharam juntos mais de 1,2 milhão de vagas no semestre. A criação de vagas no agronegócio no semestre contou com uma grande contribuição de junho. No mês passado, o setor criou 36,8 mil novas vagas.

São Paulo foi o Estado que mais contratou e as culturas permanentes, como laranja e café, foram destaque na abertura de vagas em junho. Segmentos como sementes, produção florestal e aquicultura fecharam mais de 1,8 mil postos de trabalho.

A produção em lavouras permanentes puxou a contratação de trabalhadores em junho. Foram 14,1 mil, com destaque para os cultivos de laranja (7 mil), café (4,9 mil) e uva (1,1 mil). Na sequência aparecem as culturas temporárias com mais de 10 mil vagas abertas puxadas pela soja (4 mil), algodão (1,1 mil) e cana-de-açúcar (1,1 mil).

Atividades de apoio à agricultura (9,8 mil), criação de bovinos (1,2 mil) e criação de aves (792) completam a lista. Houve ainda o fechamento de 1,3 mil postos de trabalho na produção de sementes certificadas, principalmente em Minas Gerais, de 355 vagas nas atividades de apoio à produção florestal e de 183 nas de aquicultura.

Sudeste e Centro-Oeste lideraram a abertura de vagas na agropecuária em junho. São Paulo (23 mil), Mato Grosso (3 mil) e Minas Gerais (2 mil) foram os principais geradores de empregos.

As informações são do jornal Valor Econômico. 

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