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Pesquisadora desenvolve iogurte capaz de prevenir amigdalite

RAQUEL MARIA CURY RODRIGUES

EM 23/05/2016

8 MIN DE LEITURA

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O desenvolvimento de um iogurte com capacidade de prevenir a amigdalite purulenta, proporcionando o equilíbrio da microbiota bucal e impedindo a entrada de micro-organismos patogênicos. Foi esse o foco da pesquisa de Vera Fantinato, bióloga, Dra. em Microbiologia, Empresária Pesquisadora em Biotecnologia e Profª Adjunta da UNESP (Universidade Estadual Paulista).

Figura 1 - Vera Fantinato. 
Em busca de mais informações e detalhes sobre o conceito, a Equipe MilkPoint entrevistou a pesquisadora, que destacou que os estudos tiveram início com a sua atuação como Professora e Pesquisadora na Faculdade de Odontologia de São José dos Campos – UNESP, onde os estudos envolviam a prevenção das doenças bucais, uma meta da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Como docente da disciplina de Microbiologia voltei meus estudos para esse objetivo, pesquisando a bactéria que existe em maior quantidade na cavidade bucal e tem a função de proteger o hospedeiro contra a entrada de micro-organismos causadores de doenças, ou patogênicos. Fui estudar esse assunto na Otago University, na Nova Zelândia, onde ficava o único pesquisador no mundo que estudava a Streptococcus salivarius subsp. salivarius. Fiquei dois anos trabalhando com esse pesquisador e, quando voltei ao Brasil, dando continuidade aos estudos, tive a ideia de desenvolver um iogurte capaz de – com esse novo probiótico - prevenir amigdalite bacteriana, que é tratada normalmente com antibióticos e nem sempre alcança bons resultados”, contou a pesquisadora.

Figura 2 - Placa de Petri com as colônias de bactérias Streptococcus salivarius, usadas para fazer o iogurte. 



Em cima disso, Vera procurou alternativas menos agressivas e sem efeitos colaterais. Segundo ela, o uso do probiótico reequilibra as relações ecológicas micro-organismo x hospedeiro, restabelecendo a saúde. “Descobri que o leite poderia ser fermentado por essa bactéria da cavidade bucal, diferindo do iogurte tradicional, que atua sobre o intestino. Essa bactéria foi testada na produção do iogurte, tendo ótimos resultados”, completou ela. Tendo como preocupação central a utilização de um alimento gostoso para levar mais saúde às crianças e a prevenção da dor de garganta, chegou-se ao iogurte, já que o produto tem uma boa aceitação pelas crianças, por seus pais, nutricionistas e pediatras.

Atuação do iogurte

O iogurte tradicional é preparado com cepas de lactobacilos e estreptococos termófilos. Esses micro-organismos são denominados de probióticos: bactérias residentes que vivem no trato bucal, intestinal e vaginal. Estas bactérias "amistosas" como os Lactobacillus acidophilus, Lactobacillus bulgaricus e várias espécies de Streptococcus são as primeiras linhas de defesa do nosso corpo contra micro-organismos potencialmente patogênicos.

Probiótico é uma palavra grega que significa “a favor da vida" e o termo é utilizado para os micro-organismos benéficos que vivem e convivem todos os dias em nossas mucosas, trabalhando em simbiose com o nosso corpo. Os probióticos atuam por meio de uma relação de antagonismo contra outros micro-organismos, impedindo ou dificultando o seu crescimento.

A inovação desse iogurte funcional é que ele não é preparado com lactobacilos e estreptococos termófilos, mas sim o com cepas especiais de Streptococcus salivarius que são capazes de fermentar o leite; além disso essas cepas têm a capacidade de impedir o crescimento da “bactéria inimiga”, o Streptococcus pyogenes.

Os Streptococci salivarius são muito semelhantes aos estreptococos termófilos no que diz respeito à genética e fermentação do leite. Um alimento como esse iogurte poderá ser ingerido quantas vezes se desejar ou forem necessárias, de modo que o micro-organismo benéfico ao hospedeiro esteja sempre presente. Trata-se de um iogurte para a saúde bucal e da garganta.

A professora esclarece que as cepas de S. salivarius não são geneticamente modificadas: são bactérias normais da boca de todas as pessoas saudáveis. Porém, as cepas utilizadas são cepas especiais, selecionadas entre milhares de outras cepas.

Figura 3
- Laboratório de pesquisa do iogurte. 



Testes do produto

O estudo que referendou a hipótese aventada pela professora Fantinato foi dividido em três partes:

1ª parte: escolha da melhor cepa. Escolares de São Paulo (EMEF - Luiz Eduardo Matarazzo) utilizaram três iogurtes, preparados com três cepas de S. salivarius diferentes, para verificar qual delas se instalava melhor na boca das crianças.

2ª parte: escolhida a melhor cepa, foram selecionados escolares da Escola Rural Monsenhor Pedro Paulo Farhat, na cidade de Bragança Paulista, estado de São Paulo, Brasil. Esse estudo teve a função de estudar a microbiota (flora) bucal dessas crianças com a introdução do iogurte na merenda escolar, três vezes por semana, em dias alternados. O resultado mostrou que o iogurte colaborou na diminuição de micro-organismos que não são saudáveis e que normalmente podem ser encontrados na boca das crianças, temporariamente: bactérias intestinais, pseudomonas, estafilococos, leveduras e bactérias causadoras da cárie dental. Isso que dizer que o iogurte favorece o equilíbrio da microbiota bucal, impedindo a entrada e colonização de germes causadores de doenças.

3ª parte: foram estudadas mais de 100 crianças de três UBS (Unidade Básica de Saúde) de Bragança Paulista que tinham amigdalite recorrente (amigdalite recorrente é diagnosticada quando a criança ou o adulto tem essa infecção várias vezes ao ano por vários anos seguidos). As crianças recebiam lotes de iogurte em casa e o tomavam diariamente. Após oito meses de estudo, percebeu-se que cerca de 80% das crianças não tinham mais amigdalite, comprovando a eficiência do iogurte preparado com esse novo probiótico na prevenção da amigdalite bacteriana. Esse estudo foi acompanhado mensalmente pelos médicos das UBS.

Segundo Fantinato, a pesquisa está concluída mas o iogurte que evita a amigdalite ainda não está no mercado. “Agora, estamos investindo na divulgação dos resultados para que algum investidor se interesse em produzi-lo. O iogurte é totalmente novo no campo da pesquisa alimentícia e de iogurtes. É preparado da mesma forma que o iogurte tradicional, com os mesmos ingredientes, com exceção do fermento. A S. salivarius nunca foi utilizada antes no setor alimentício, apenas em pastilhas como remédio. Ela frisou que outras bactérias também podem ser adicionadas. Estudos na formulação do iogurte, curvas de crescimento, tempo de prateleira, escolha da melhor cepa para colonização na cavidade bucal, testes de toxicidade da cepa, testes de colonização na cavidade bucal de escolares sadios de 7 a 14 anos e testes em crianças com amigdalite recorrente também foram realizados.

Aceitabilidade e características do produto

Para a pesquisa, o iogurte foi preparado no sabor morango e a aceitabilidade foi muito alta entre as crianças. “É tão gostoso como qualquer iogurte de boa qualidade. É tão nutritivo como qualquer outro iogurte, com a vantagem de melhorar as condições da saúde bucal e prevenir amigdalite bacteriana. Tem as mesmas características nutricionais e também pode-se adicionar sabores, frutas, vitaminas, açúcar, adoçantes, prebióticos e outras bactérias. Enfim, qualquer coisa que se deseje adicionar a um iogurte comum pode também ser adicionada nesse iogurte”, relatou Fantinato.

Figura 4 - Entrega do iogurte nas escolas. 



Outras possíveis implicações

Ela ainda adicionou algumas informações para a compreensão da importância da prevenção da amigdalite bacteriana e suas possíveis sequelas.

- A febre reumática (FR) e a cardiopatia reumática crônica (CRC) são complicações não supurativas da amigdalite causada pelo estreptococo beta-hemolítico do grupo A (Streptococcus pyogenes). A FR afeta especialmente crianças e adultos jovens. A mais temível manifestação é a cardite, que responde pelas sequelas crônicas, muitas vezes incapacitantes, em fases precoces da vida, gerando elevado custo social e econômico.

- Os gastos gerados pela assistência aos pacientes com FR e CRC no Brasil são significativos: em 2007, foram gastos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) cerca de R$ 157.578.000,00 em internações decorrentes de FR ou CRC, de origem clínica ou cirúrgica, sendo que, das cirurgias cardíacas realizadas neste período, 31% abordaram pacientes com sequelas de febre reumática.

- A despeito de iniciativas regionais de programas visando à prevenção da FR nas últimas décadas, a inexistência de um programa de âmbito nacional contribuiu para que a FR mantivesse taxas de prevalência ainda bastante elevadas. No Brasil, é muito difícil determinar a incidência de faringoamigdalites bacterianas causadas pelo Streptococcus pyogenes.

- Seguindo a projeção do modelo epidemiológico da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima-se que anualmente no Brasil ocorram cerca de 10 milhões de amigdalites estreptocócicas perfazendo o total de 30.000 novos casos de FR, dos quais aproximadamente 15.000 poderiam evoluir com acometimento cardíaco. A FR possui uma distribuição universal, mas com marcada diferença nas taxas de incidência e prevalência entre os diversos países, constituindo a principal causa de cardiopatia adquirida em crianças e adultos jovens nos países em desenvolvimento.

- Estimativas da OMS registraram no ano de 2005 cerca de 15,6 milhões de portadores de CRC; cerca de 300.000 novos casos/ano; e 233.000 mortes diretamente atribuíveis à CRC a cada ano no mundo. O tratamento da faringoamigdalite e a erradicação do estreptococo da orofaringe estão ligados à profilaxia primária que ocorre no reconhecimento e tratamento das infecções estreptocócicas, com a finalidade de prevenir o primeiro surto de FR por meio da redução do contato com o estreptococo e tratamento das faringoamigdalites. O tratamento da faringoamigdalite é relativamente simples, sendo baseado na administração de antibiótico bactericida, com manutenção de nível sérico por 10 dias.

- As crianças que têm amigdalite de repetição não conseguem a cura com os antibióticos, tornando-se alvo das sequelas e todos os traumatismos decorrentes. O tratamento com antibióticos tem tido resultados cada vez menores, pela resistência que os micro-organismos desenvolvem aos antibióticos utilizados. Isso não ocorre apenas no Brasil, mas no mundo todo.

Figura 5 - Uma consumidora do iogurte, Isabelly de 5 anos, de Bragança Paulista/SP. 


Apoio à pesquisa

A pesquisa contou com o apoio financeiro da FINEP: n° 1156/08, de 27/10/2008, referência FINEP n° 0854/08. O trabalho de pesquisa teve o apoio fundamental do CIETEC (a maior incubadora de negócios da América Latina) que alavancou o início da pesquisa.

A aprovação do Comitê de Ética e Ministério da Saúde foi realizada pelo Hospital Israelita Albert Einstein e os estudos clínicos foram realizados com autorização da Secretaria de Educação e de Saúde de Bragança Paulista.

Além da publicação de vários projetos em periódicos, alguns deles foram apresentados em Congressos. O Symposium International ''Microbes for Health'' (les microbes pour la santé) organisé par l’Institut Pasteur et Danone Research e o IUFoST - 16º World Congress of Food Science and Technology, em 2012, fazem parte dessa lista.

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RAQUEL MARIA CURY RODRIGUES

Zootecnista pela FMVZ/UNESP de Botucatu e Coordenadora de Conteúdo do MilkPoint.

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FLÁVIO VILARIM MOREIRA

EM 25/11/2018

Olá Vera!
Desculpe a demora para retornar, mas eu vi somente agora sua mensagem. Eu moro em Maracaju, MS acho que é um pouquinho longe rs...mas se quiser entrar em contato este e meu e-mail flaviovilarim.moreira@hotmail.com preciso urgente de uma solução não aguento mais tomar remédios. Att Flávio vilarim
ANA

EM 14/08/2018

Eu moro em diadema. Sao paulo
Seria possivel fazer um pedido? Por favor me ajude. Eatou desesperada. Parabens pela iniciativa e ideia maravilhosa
DAYANA

SALVADOR - BAHIA - ESTUDANTE

EM 31/07/2018

Boa noite, tem boas notícias? já conseguiu liberação da Anvisa para comercializar?
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 01/08/2018

Olá Dayana. Não consegui ainda nenhuma resposta. Nem da Anvisa, nem de nenhum fabricante.
Continuo tentando.
Abraços
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 30/07/2018

Olá Flavio. Não sei se respondi à sua mensagem. Mas em todo caso, vai de novo.
Obrigada pelo apoio. Continuo apresentando os resultados de minha pesquisa e tentando a comercialização, mas as empresas do ramo não se interessaram ainda.
Me passe seu endereço, pois se você mora próximo de mim, talvez eu possa te ajudar.
Abraços
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 30/07/2018

olá Silvia. Não sei se respondi à sua mensagem. Mas em todo caso, vai de novo.
Obrigada pelo apoio. Continuo apresentando os resultados de minha pesquisa e tentando a comercialização, mas as empresas do ramo não se interessaram ainda.
Me passe seu endereço, pois se você mora próximo de mim, talvez eu possa te ajudar.
Abraços
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 30/07/2018

Olá Edneia. Não sei se já respondi à sua mensagem. Em todo caso, vai de novo.
Obrigada pelo apoio. Continuo apresentando os resultados de minha pesquisa e tentando a comercialização, mas as empresas do ramo não se interessaram ainda.
Me passe seu endereço, pois se você mora próximo de mim, talvez eu possa te ajudar.
Abraços
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 30/07/2018

Alice.
Não sei se já respondi tua mensagem. Em todo caso, vai de novo.
Obrigada pelo apoio. Continuo apresentando os resultados de minha pesquisa e tentando a comercialização, mas as empresas do ramo não se interessaram ainda.
Me passe seu endereço, pois se você mora próximo de mim, talvez eu possa te ajudar.
Abraços
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 30/07/2018

Stefani. Obrigada pelo apoio. Continuo apresentando os resultados de minha pesquisa e tentando a comercialização, mas as empresas do ramo não se interessaram ainda.
Me passe seu endereço, pois se você mora próximo de mim, talvez eu possa te ajudar.
Abraços
ANA

EM 30/07/2018

Oka. Boa tarde. Gostaria de saber sobre o iorgute. Ja esta sendo comercializado. Preciso muitoooo. Obrigada
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 30/07/2018

Minha querida. Infelizmente não está sendo possível. Muitas questões com a ANVISA.
Me diga onde você mora. Quem sabe eu possa ajudá-la se estiver próxima de mim.
Obrigada. Abraços
EM RESPOSTA A VERA FANTINATO
ANA

EM 14/08/2018

Bom dia. Moro em Diadema. Gostaria muito que esse iorgute fosse vendido logo. Pois meu filho tem 6 aninhos. E vive tenho infeccoes de garganta com pus recorrentes. Sempre entre 20 a 30 dias. E sempre tem que tomar antibiotico. Ja nao aguento mais. So esse ano ja foram mais de 8 infeccoes. Nao sei mais o que fazer. A ultima coisa que queria era a retirada das amidgalas. Por favor pode me ajudar? Muito obrigada. Que Deus te abençoes sempre
SILVIA REGINA PORTELA DE SOUZA

CEILANDIA - DISTRITO FEDERAL

EM 02/05/2017

Boa tarde, concordo stefani, Porém somente a Drª Vera poderá nos dizer quando iniciará a comercialização. Já faz algum tempo que ela não responde aos posts, tentei até outros meios de contato com a mesma porém não obtive Êxito.
STÉFANI IURI MOREIRA

EM 30/04/2017

Boa noite! Gente esse iogurte tem que ser comercializado o mais rápido possível. Só quem sofre com amigdalite, sabe o quanto é sofrido e doloroso.  Assim que tiver disponível irei comprar. Vocês já sabem quando será disponível? Será que tem como fazer sem lactose? E gostaria de agradecer a doutora Vera Fantinato e sua equipe pela iniciativa e o trabalho. Também aproveito para suplicar a venda logo. Boa noite a todos!
ALICE

FORTALEZA - CEARÁ

EM 13/01/2017

Vera, parabéns pelo trabalho! Eu tive picos de crises em muitos momentos da minha vida, mas não gosto da ideia da cirurgia. Encontrei seu trabalho pesquisando alternativas para mais um momento de crise. Aguardo ansiosa a distribuição em larga escala. Por favor, inclua Fortaleza nos locais de distribuição. Ficarei feliz em divulgar. Sucesso!
EDNEIA FELIX

CURITIBA - PARANÁ - ESTUDANTE

EM 02/01/2017

Oi Vera, sofro com minha filha de 2 anos que tem amigdalite frequentes, vive no antibiótico, como faço para ter acesso ao iogurte?  Tem previsão para venda?
SILVIA REGINA PORTELA DE SOUZA

CEILANDIA - DISTRITO FEDERAL

EM 26/12/2016

Prof.Drª Vera partilho da mesma pergunta do Flávio, como fazer o pedido do iogurte? Pois tenho uma pequenina que sofre de amigdalite e há tempos venho procurando uma solução que não seja, até então dada pelos médicos, a de fazer cirurgia. abraço.
FLAVIO VILARIM

MARACAJÚ - MATO GROSSO DO SUL

EM 19/10/2016

Ola vera !

   fiquei muito entusiasmado com este produto. A pergunta e como posso fazer o meu pedido? Pois sofro de amigdalite e preciso urgente.



Ps.Flavio
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 05/09/2016

OI GABRIELA, AINDA NÃO ESTAMOS PRODUZINDO. ESPERO QUE EM BREVE POSSAMOS ESTAR NO COMÉRCIO. ABRAÇOS
GABRIELA REGIS

TIJUCAS - SANTA CATARINA - PESQUISA/ENSINO

EM 03/09/2016

Qual nome do iogurte? Já encontro nos mercados? Obrigada!!
VERA FANTINATO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - TOCANTINS - PESQUISA/ENSINO

EM 11/07/2016

BOM DIA SUÉLEN.

FICO FELIZ COM SEU INTERESSE E PODENDO AJUDAR A RESOLVER SUA QUESTÃO DE SAÚDE. EM BREVE ESTAREI NO PARQUE TECNOLÓGICO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E COM CERTEZA PODEREI INICIAR A PRODUÇÃO DESSE PRODUTO. AINDA NÃO TENHO IDÉIA DE VALORES, MAS COM CERTEZA O PREÇO NÃO DEVE SER MUITO ACIMA DO IOGURTE NORMAL, POIS SÃO OS MESMOS INGREDIENTES. COMO NO INÍCIO NOSSA POSSIBILIDADE É DE PREPARAR APENAS PARA AS PESSOAS QUE SOLICITAREM, A PRODUÇÃO SERÁ PEQUENA E ISSO PODE LEVAR A UM CUSTO UM POUCO MAIOR. ME PROCURE EM UM MÊS E PODEREI TE DIZER MELHOR. ABRAÇOS
SUÉLEN LINDEN

EM 11/07/2016

Gente, achei muito incrível a ideia! Sofro com amigdalite há anos, prevenir com iogurte seria um sonho. Que graças a excelentes profissionais está se tornando realidade, parabéns!  Só fiquei com dúvida quanto ao custo, seria muito maior que o iogurte comum?
NATALIA RIBEIRO SILVA

INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 20/06/2016

Dra Vera, onde podemos encontrar o seu artigo na integra? Obrigada desde já.
MilkPoint AgriPoint