Vídeo da CRV Lagoa no jantar dos Top 100 em Uberlândia/MG
Vídeo gravado pela CRV Lagoa durante o jantar dos Top 100 em Uberlândia/MG.
Vídeo gravado pela CRV Lagoa durante o jantar dos Top 100 em Uberlândia/MG.
Estive recentemente em Campinorte, norte de Goiás, para dar uma palestra sobre perspectivas de mercado. No caminho, conversando com o presidente da Centroleite, Haroldo Max de Souza, discutíamos com preocupação o que vem ocorrendo com a produção de leite goiana.
Para o segundo semestre de 2012, estamos planejando um evento inédito para o setor de laticínios. Será o Dairy Vision Latin America 2012, um evento que discutirá tendências para o setor de laticínios com foco na América Latina.
Nessa terça-feira, 14/06, às 21 horas, irá ao ar no Canal Futura um debate sobre o setor lácteo que participei na Univates, no Rio Grande do Sul. O debate teve a participação de produtores e técnicos, tendo sido moderado pela jornalista Amanda Pinheiro.
Encontrei-me outro dia com um técnico do setor no aeroporto de Congonhas, daqueles da "velha guarda", como eu já fui também, nos meus idos tempos de nutricionista independente, formulando dietas e atuando no manejo de rebanhos. Como nossos vôos atrasaram pudemos nos dedicar a relembrar algumas reminiscências do passado - passado esse, bom que se diga, não é tão antigo assim: refere-se ao período entre 1990 e 2000. Apesar de estarmos falando de um período de cerca de 15 anos atrás e de termos às vezes a sensação de que pouca coisa mudou, uma rápida lembrança dos fatos é suficiente para que mudemos nossa percepção.
Recentemente, a Leite Brasil divulgou o ranking de laticínios, levando em conta a produção adquirida em 2010. Como o levantamento é realizado anualmente, é interessante analisar o comportamento desses resultados ao longo dos anos, identificando possíveis tendências.
Nos dias 11 e 12 de maio, pela manhã, o MilkPoint realizará em parceria com a Mercoláctea dois fóruns abertos ao público e com a presença de lideranças. O primeiro fórum abordará aspectos relativos a mercado de leite, sob a ótica do gerenciamento de risco da atividade e formas de melhorar a transparência na definição de preços no setor.
Na semana passada, tive oportunidade de conhecer um pouco da realidade do interior do Rio Grande do Sul, mais precisamente a realidade na região de Cruz Alta, no Noroeste no estado, onde vem ocorrendo aumento significativo de produção e onde estão sendo direcionados os investimentos em novas fábricas de laticínios. Uma região que vale a pena conhecer de perto, portanto.
Nesse último mês, ganhou força a discussão em torno da efetivação dos novos limites determinados pela Instrução Normativa 51, que regula as normas de qualidade do leite no Brasil. O ponto em questão aqui é que a qualidade do leite é assunto que vai muito além da IN 51, daí a complexidade do tema e o espaço para diversas opiniões consistentes, ainda que opostas. Como se diz em acidentes de avião, raramente há somente um único aspecto envolvido. É precisamente o caso da qualidade do leite.
A Folha de São Paulo, um dos principais jornais do país, trouxe um especial sobre leite informal. Como poderia de se esperar em um tema como esse, a matéria não é nem um pouco favorável ao setor.
Ao se analisar o mercado de leite no Brasil, é comum a separação dos blocos "produtor", "indústria" e "varejo". Porém, essa análise bastante agregada nem sempre é a melhor maneira de analisar os preços e margens em cada elo. O ano de 2010 parece sinalizar um novo momento para o setor de queijos em relação a potencial de crescimento. No entanto, há que se fazer algumas ressalvas.
A BASF colocou no You Tube um ótimo vídeo animado sobre o agronegócio brasileiro. Com uma edição primorosa e informações muito bem colocadas, o vídeo tem sido divulgado no Facebook.
Estou precisando do contato do produtor Ron St. John, da Alliance Dairies, na Florida. Alguém tem o email ou outra forma de contato?
Recebi agora um telefonema confirmando a concretização das negociações entre a gaúcha Bom Gosto e a goiana LeitBom, de propriedade do grupo GP, que já controlava a Parmalat. Surge aquele que deve ser o terceiro maior grupo do setor no país, dando mostras do que deve vir por aí no ano que vem. Em breve, mais informações.
A cada final de ano, sempre existe a tentação de fazer um balanço do que ocorreu e, mais do que isso, tentar traçar perspectivas e tecer recomendações gerais para que o setor caminhe de forma mais assegurada em direção ao crescimento sustentável. A oportunidade que tive de participar do World Dairy Summit, o principal congresso mundial do setor de laticínios, realizado pela FIL-IDF agora em novembro em Auckland, na Nova Zelândia, tornou a tarefa imensamente mais fácil. E esse futuro vale a pena ser discutido, residindo nestas observações a nossa mensagem para 2011.
Nesse vídeo, Marcelo Pereira de Carvalho, coordenador do MilkPoint, entrevista o uruguaio Hector Font, da consultoria QCONZ, Quality Consultants of New Zealand.
Nesse vídeo, faço um resumo de uma das propriedades visitadas, na Ilha Norte da Nova Zelândia, em viagem realizada por ocasião do World Dairy Summit.
Tive recentemente a oportunidade de conhecer de perto a indústria láctea da Nova Zelândia, país que produz 2% do leite mundial, mas que responde por cerca de um terço do comércio internacional de lácteos, sem contar o leite captado pela Fonterra (principal cooperativa neozelandesa) em outros continentes, principalmente na América do Sul.
Agora em novembro, participarei do World Dairy Summit, principal evento do setor lácteo mundial, que ocorrerá entre 8 e 11 de novembro em Auckland, na Nova Zelândia.
Ao se analisar a história, um dos principais fatores responsáveis pela nossa competitividade em vários setores da economia tem sido a mão-de-obra barata em comparação aos países mais desenvolvidos. No entanto, com os ganhos de renda verificados nos últimos anos, especialmente nas faixas de renda mais pobres, o jogo começa a mudar. O salário mínimo tem subido mais do que os produtos comercializados.
Em junho último, dei uma palestra sobre a importância da comunicação na difusão dos conceitos de sustentabilidade nas propriedades. Na verdade, esse era o título que me foi sugerido, mas resolvi adaptá-lo e foquei muito mais na comunicação do setor para a sociedade, por entender que é aí que reside hoje o principal problema nessa questão. Essa realidade pode parecer ainda distante da cadeia do leite, ao menos aqui no Brasil. Lá fora, é um dos dois itens prioritários na agenda das lideranças setoriais, ao lado das questões nutricionais do leite, com o teor de gordura e de gordura saturada.
Programa oficial do Interleite Sul 2010 - Chapecó, SC, entre 27 e 29 de outubro.
A agência de publicidade Kian inovou ao criar uma embalagem para uma bebida de soja (Soy Mamelle) que simula um úbere de vaca. Que as bebidas de soja procuram utilizar a imagem do leite para se beneficiar, isso já é sabido, mas uma estratégia explícita como essa já é novidade.
Se no futebol nós perdemos, no leite temos grandes chances de vencê-los, ao menos se olharmos para o longo prazo. Há, no entanto, que se começar ressaltando os méritos holandeses, não só por ser o berço da principal raça produtora de leite no mundo, mas também por ser um dois países europeus mais competitivos em termos de custos de produção, a despeito das enormes dificuldades, refletidas, por exemplo, no fato de terem literalmente criado área de produção ao drenar o mar, criando os famosos pôlders (cerca de 200.000 hectares altamente produtivos foram criados dessa forma).