Cases de sucesso e estratégias de associação: veja como começou o segundo dia de Interleite Brasil

nterleite Brasil 2025: cases de sucesso, estratégias associativas e automação mostram caminhos para crescer na produção de leite.

Publicado por: MilkPoint

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O segundo dia do Interleite Brasil 2025 incluiu o Painel 4, onde produtores como Marius Bronkhorst e Marlene Kaiut compartilharam suas trajetórias de sucesso e os desafios que superaram na produção. Nicolas Guillou, CEO da KUHN, destacou a importância da automação na alimentação animal. O Painel 5 abordou estratégias associativas e de diferenciação, com Antônio Carlos de Souza Lima Neto discutindo a verticalização e Victor Vidal apresentando alternativas alimentares. Luis Carlos Brandt falou sobre condomínios de produção como solução para aumentar a eficiência e rentabilidade dos produtores familiares.

O segundo dia do Interleite Brasil 2025 começou com o Painel 4: Quem já foi pequeno produtor mostra os caminhos para o crescimento. Patrocinado pela Kuhn, o painel destacou dois cases de sucesso, em que produtores compartilharam suas trajetórias e revelaram como superaram os desafios da produção.

O primeiro relato foi de Marius Bronkhorst, proprietário da Chácara Nova Esperança e integrante da seleta lista de produtores que compõem o Top 100 MilkPoint / ABRALEITE. Ele destacou os desafios enfrentados, como investimentos pesados, mudanças no manejo, aumento da produção e verticalização da atividade. “Como chegamos até aqui? Muita determinação, persistência e uma boa dose de resiliência”, afirmou o produtor durante sua palestra.

O segundo case de sucesso foi apresentado por Marlene Kaiut, conhecida como a Rainha do jersey a produtora relatou como foi a experiência de sair do mundo da moda para se tornar uma das mais bem sucedidas produtoras de gado jersey, contando sobre as dificuldades enfrentadas e as soluções encontradas para seguir com a produção. Marlene tembém enfatizou a importância de se arriscar para chegar aonde chegou, "Às vezes as pessoas não se arriscam por medo ou comodismo, e por consequência não saem do lugar" disse. 

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A última palestra do painel foi apresentada por Nicolas Guillou, CEO da KUHN no Brasil. Ele detalhou a importância de misturadores e máquinas automáticas na alimentação animal, mostrando ganhos de eficiência, precisão e redução de mão de obra. Por fim, apresentou soluções de automação completas e comerciais, que operam de forma autônoma e aproveitam a infraestrutura existente das fazendas. “A escassez de mão de obra é um desafio cada vez mais frequente. Investir em automação representa ganho de tempo, economia de recursos e simplificação dos processos.”, completou o CEO, reforçando a importância da automação. 

Imagem 1. Palestrantes do Painel 4: Quem já foi pequeno produtor mostra os caminhos para o crescimento.

Figura 1

 

Técnicas para produtores agregarem valor a sua produção

O segundo painel da parte da manhã foi o Painel 5: Estratégias associativas e de diferenciação, foi oferecido pela F5, nele palestrantes trouxeram como ações coletivas e modelos de negócio diferenciados podem gerar mais escala, agregar valor e fortalecer produtores

A palestra de abertura do painel ficou por conta de Antônio Carlos de Souza Lima Neto, Diretor-Superintendente do Sebrae/GO, ele abordou a agregação de valor e verticalização na produção de leite, destacando os desafios e os benefícios do processo. Apresentou exemplos de queijarias goianas que agregaram valor com produtos A2A2, selos de certificação e turismo. segundo o Diretor, "A verticalização possui sim desafios, porém gera valor agregado e este não é só preço, é percepção, qualidade e conexão com o consumidor."

A segunda palestra do painel foi apresentada por Victor Vidal, Supervisor comercial da F5 Fueling Sustainability, ele apresentou o DDG de alta proteína da F5 e afirmou: “O FS Essencial - DDG de Alta Proteína é uma alternativa inteligente para a dieta, que foca em eficiência proteica e mais kg de leite por vaca”

Para finalizar Luis Carlos Brandt, da Natercoop/ES apresentou os condomínios de produção como alternativa de escala para produtores familiares, no modelo, o cooperado investe em cotas de animais, enquanto a cooperativa fornece infraestrutura, insumos, mão de obra e gestão diária, entregando relatórios técnicos e econômicos. "Independente do modelo de produção, a eficiência é primordial, e os conceitos de economia compartilhada podem contribuir muito para a rentabilidade na atividade", destacou Luis. O sistema permite diluição de custos, ganho de escala e precificação otimizada, beneficiando produtores sem imobilizar capital.

Imagem 2. Palestrantes do Painel 5: Estratégias associativas e de diferenciação 

Figura 2

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