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LINA: instabilidade do leite afeta toda a cadeia produtiva

EDUCAPOINT

EM 10/06/2019

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A estabilidade do leite é analisada de forma simples, direta e rápida, através do teste do álcool. No entanto, o que acontece é que algumas amostras de leite reagem positivamente ao teste, formando coágulos, mas o leite, na realidade, não está ácido! Neste caso, temos o leite instável não ácido, mais conhecido como LINA.

A instabilidade do leite afeta toda a cadeia leiteira, e não somente o produtor de leite, que tem seu produto rejeitado. Isso porque, quando se trabalha com leite de pior qualidade, os seguintes pontos são afetados:

1) Ganho do produtor, que tem risco do seu leite ser rejeitado

Não é raro escutarmos reclamações de produtores que tiveram o leite produzido em sua propriedade recusado pela indústria, alegando instabilidade da matéria-prima. Ainda, que houve variações na estabilidade em períodos muito curtos de tempo.

Neste caso o produtor pode ser seriamente afetado pela instabilidade do leite. Isso porque o transportador não captou o leite que não passou no teste do álcool, causando um enorme transtorno. O que o produtor pode fazer com esse leite, se ele não pode ser armazenado, já que é um produto perecível?

Além disso, isso gera enormes preocupações para o produtor, em termos de questionar a qualidade do seu produto. Será que seu leite não presta? Será que o leite está ácido?

Ao desconfiar da acidez do leite, o produtor faz o teste da fervura, no qual geralmente o produto não apresenta alteração. Muitas vezes, o mesmo tem sérias dificuldades em encontrar informações sobre o leite instável não ácido para saber como proceder e evitar que esse problema ocorra novamente em sua fazenda.


2) Processamento do leite na indústria

A indústria depende dos produtores de leite, de forma que a ocorrência do LINA, que impede a captação do produto, também afeta diretamente seu processamento. Assim, ocorre uma redução na oferta de matéria-prima.

Outro fator que pode influenciar é que o leite instável pode aumentar os depósitos nos equipamentos industriais, sobretudo os equipamentos destinados a processos térmicos mais severos, como esterilização e produção de leite em pó.

Isso leva à necessidade de fazer limpezas mais frequentes, o que pode gerar prejuízos à industria. No entanto, esse impacto nos equipamentos varia de acordo com o que está sendo produzido.

3) Produtos ao consumidor

O consumidor acaba sendo indiretamente afetado, devido aos prejuízos causados nos processos anteriores da cadeia leiteira, o que acabará afetando a oferta e o preço dos lácteos. Além disso, pode haver diferença na composição do leite instável não ácido,  que poderia afetar a composição dos produtos finais.

No entanto, as pesquisas mostram que as diferenças no teor de lactose, proteína e gordura do leite LINA são muito pequenas com relação ao leite normal, sendo mais pronunciada na questão da lactose.

Assim, é importante ressaltar que melhorar a estabilidade do leite tem um efeito sistêmico, impactando toda a cadeia de produção. Por isso, torna-se muito importante o acesso a informações de qualidade sobre o LINA, para que isso seja evitado e a cadeia leiteira tenha uma melhora como um todo.

Se você quiser ficar muito bem informado sobre esse tema, acesse o conteúdo completo do curso on-line LINA: um problema de qualidade ou manejo, do EducaPoint. Ao longo do curso, a Drª Vivian Fischer, professora da Universidade Federal do Rio Grande Sul, fala sobre diversos aspectos que podem impactar na estabilidade do leite, como a composição da dieta, o ambiente, as práticas de manejo, a sanidade, a raça dos animais, o estádio de lactação, entre outros.

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RONEY JOSE DA VEIGA

HONÓRIO SERPA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 10/06/2019

Leite Lina não existe, o que existe é um exame de desidratação por álcool que nenhum país sério usa mais, justamente por erros de leitura! Testar estabilidade térmica e ou acidez do leite por alizarol é a mesma coisa que jogar moeda pra cima, cara tá ácido, coroa não está!!