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João Orlando, da Fazenda Grota Grande: "chegamos a ter 34% das vacas em tratamento de mastite"

POR LEONARDO BELLI DA SILVA

MSD SAÚDE ANIMAL - MAXI-LEITE

EM 21/07/2020

1 MIN DE LEITURA

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A Fazenda Grota Grande está localizada em Divinópolis/MG e trabalha com um sistema de compost barn, produzindo 1800 litros de leite por meio de 72 animais. O gado é da raça Holandesa e a equipe realiza seleção própria, sendo o grau de sangue 15/16 HPB (Holandês Preto e Branco). 

Segundo o proprietário João Orlando Camargos Jr., a fazenda, que possui 140 ha, está na atividade desde 1980. Até 2015, o leite era produzido a pasto e em 2016, foi construído o compost barn.

“A produção era pequena no início e os animais eram mestiços. Durante esse tempo, fomos ajustando a genética, a alimentação e o manejo. O conforto animal foi ficando para trás até que, em 2016, fizemos o galpão. Com relação à qualidade do leite, visamos a melhora dos índices de qualidade desde 2008, quanto a Itambé iniciou o pagamento por qualidade. Hoje vendemos para a Embaré, que também aprimorou seu sistema de pagamento por qualidade nos últimos 4 anos. A nossa Contagem Bacteriana Total (CBT) e sólidos totais são muito bons, mas a Contagem de Células Somáticas (CCS) está nos desafiando mais. Por isso, adotamos alguns procedimentos e investimos em treinamento do pessoal da ordenha. Os resultados hoje são muito melhores. O maior desafio é a qualificação da mão de obra e nesse quesito, o trabalho deve ser permanente”.

João relata que passaram por um problema sério de mastite na fazenda no ano passado, chegando a ter 34% das vacas em tratamento. “Foi um problema que aconteceu por diversos fatores, dentre eles, a presença de animais crônicos circulando nos lotes de vacas sadias e uma mão de obra não atenta aos procedimentos e protocolos”.

O produtor relata que a MSD Saúde Animal, por meio da técnica Geisiane, o auxiliou “tremendamente” na resolução do surto citado anteriormente. “Ela nos orientou nas estratégias de controle e prevenção das mastites, nos auxiliou com a realização das culturas individuais para separação dos animais crônicos e - principalmente - no treinamento da mão de obra. Na realidade, foi a única empresa que de fato nos trouxe luz e ajudou num problema que iria nos tirar do ramo”, completou.

 

LEONARDO BELLI DA SILVA

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