Culturas destinadas à ensilagem: O que você necessita saber para a próxima estiagem
O Brasil possui uma grande diversidade de forragens que podem ser ensiladas o que flexibiliza a formulação de dietas, a custos e retornos variáveis.
Professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) - MG. www.tfbernardes.com
O Brasil possui uma grande diversidade de forragens que podem ser ensiladas o que flexibiliza a formulação de dietas, a custos e retornos variáveis.
A primeira origem de uma gestão racional no processo de ensilagem ocorreu na Alemanha e na Áustria por volta de 1830. Confira mais, acesse.
O desenvolvimento de patógenos na cultura leva à redução na produtividade, mas pouco é conhecido sobre a presença de doenças na qualidade da silagem.
Os aditivos são produtos adicionados intencionalmente nas silagens com a finalidade de alterar as suas características.
Qual é a melhor opção para minha propriedade, optar pelo uso de cana-de-açúcar in natura ou realizar ensilagem da mesma? A resposta geralmente é: depende.
Clostrídios são bactérias em forma de haste, Gram-positivas, esporuladas, geralmente móveis, que crescem sob condições de estrita anaerobiose.
A composição química da espécie forrageira a ser ensilada, principalmente no que se refere ao teor de umidade associado à concentração de açúcares solúveis.
Tanto no Brasil como na maior parte do mundo a planta de milho é tida como "forrageira padrão" para ensilagem. Saiba melhor sobre o assunto, acesse.
Falhas na vedação podem comprometer seriamente a eficiência na conservação de forragens devido ao ingresso de ar na massa. Confira!
Testes para micotoxinas podem ser realizados por uma variedade de métodos qualitativos ou quantitativos. Entenda melhor sobre o assunto neste artigo.
As propriedades agrícolas podem estocar silagem de várias formas, utilizando os silos horizontais, o silo torre e o silo-fardo. Entenda melhor, acesse!
Os silos horizontais permitem a exposição de grande parte da massa de silagem ao oxigênio atmosférico, seja durante a estocagem (fermentação) ou no desabastecimento. Em silos trincheira, as principais áreas que sofrem a influência do ar são aquelas localizadas no topo e as que estão em contato <u>direto com a parede</u>. A presença de ar nessas zonas causa o fenômeno da deterioração aeróbia da massa.
Você sabe quais são as diferenças da lona preta e da lona dupla face para a vedação de silos e qual a viabilidade econômica de ambas? Acesse e confira neste artigo!
As propriedades agrícolas podem estocar silagem de várias formas, utilizando os silos horizontais, o silo torre e o silo-fardo revestido. Saiba mais, acesse!
Um fator essencial é minimizar a presença de oxigênio no silo após seu fechamento. Desse modo, lona de cobertura assume papel importante! Saiba mais sobre aqui.
Na primeira parte deste artigo foi apresentado o que os modelos matemáticos apontam sobre o uso de uréia em dietas com cana-de-açúcar. A utilização de um farelo protéico associado à uréia parece ser um caminho mais próspero do que o uso isolado de uréia para corrigir o déficit protéico da cana-de-açúcar. Atualmente, o baixo consumo de matéria seca aparenta ser nosso maior desafio quando formulamos rações com cana-de-açúcar como forragem exclusiva.
A utilização de cana-de-açúcar tem se tornado cada vez mais comum nas fazendas leiteiras do Brasil. Como pequena proporção da matéria seca (MS) desta forragem é representada por compostos nitrogenados (~2,5% de proteína bruta), a "Tecnologia Cana + Ureia" tem sido difundida nos trópicos desde a década de 1970, principalmente após a realização de vários experimentos nos países caribenhos. Embora esta tecnologia não seja recente, o frequente questionamento sobre o uso de ureia em rações com cana-de-açúcar motivou a preparação deste artigo.
No momento de adquirir feno para a propriedade, vários fatores devem ser considerados em conjunto, como análises sensitivas e químicas.
O custo de produção da silagem de cana-de-açúcar foi abordado na parte I deste artigo. Agora a questão de maior interesse é: A formulação de uma ração para ovinos será viável utilizando este volumoso? Para responder esta questão foram realizadas simulações de formulações de rações para ovinos em terminação utilizando-se três volumosos: silagem de cana-de-açúcar aditivada com <i>Lactobacillus buchneri</i>, silagem de milho ou feno de gramínea.
O custo de produção da silagem de cana-de-açúcar foi abordado na parte I deste artigo. Agora a questão de maior interesse é: A formulação de uma ração para bovinos leiteiros será viável utilizando este volumoso?
Por muitas vezes somos abordados em relação à utilização de silagem de cana-de-açúcar como fonte volumosa para ruminantes, tendo grande parte dos questionamentos direcionados a baixa qualidade do volumoso e a habilidade deste em suprir nutrientes para produção animal, devido aos diversos fatores que envolvem a conservação desta espécie, como elevada produção de etanol e ocorrência de perdas de MS.
Com grande frequência, nos deparamos com situações desfavoráveis na produção de silagem de milho, devido à antecipação do momento ideal para a colheita.
Nesta sessão, que nos é dedicada mensalmente sobre o assunto conservação de forragens, muito já se foi discutido sobre a importância do tamanho de partícula da forragem na produção e utilização da silagem. Porém, recentemente tem havido grande interesse da classe produtora e do meio científico sobre a importância do rompimento dos grãos de milho no desempenho animal.
Recentemente, tem-se observado um grande interesse a despeito da origem e qualidade dos produtos alimentares. Saiba mais neste artigo.