Brunna Granja

BRUNNA GRANJA

Vale a pena tratar mastite clínica leve ou moderada causada por Gram-negativos?
29/07/2019

Vale a pena tratar mastite clínica leve ou moderada causada por Gram-negativos?

Estudos prévios indicam que bactérias Gram-negativas estão entre as principais causas de MC (36%), destacando-se Escherichia coli (22%) e Klebsiella spp. (7%). Essas bactérias colonizam a glândula mamária e induzem uma resposta inflamatória aguda. Desta forma, casos de MC causados por Escherichia coli são comumente de curta duração e autolimitantes, por outro lado, quando os casos de MC são causados por Klebsiella spp. as vacas passam por longos períodos de infecção subclínica prévia.

Uso associado de anti-inflamatório no tratamento de mastite clínica melhora o retorno econômico
14/05/2019

Uso associado de anti-inflamatório no tratamento de mastite clínica melhora o retorno econômico

Resultados de um estudo em 6 países europeus indicaram que a associação de meloxicam, um anti-inflamatório não esteroidal ao tratamento antimicrobiano de MC leves a moderadas aumentaram a taxa de cura da mastite e fertilidade em vacas leiteiras nos primeiros 120 dias de lactação. Nesse primeiro estudo, os resultados indicaram maior concepção na primeira inseminação artificial (IA) nas vacas tratadas com meloxicam e antimicrobiano para o tratamento da mastite clínica leve.

A demora no início do tratamento de mastite clínica leve altera a chance de cura da vaca?
15/03/2019

A demora no início do tratamento de mastite clínica leve altera a chance de cura da vaca?

Um dos principais questionamentos dos protocolos de tratamento seletivo de MC (mastite clínica) é se a demora em iniciar o tratamento (geralmente 24 hs) causa prejuízo em termos de menor taxa de cura da MC em relação aos protocolos de tratamento de início imediato. Sendo assim, com o objetivo de avaliar a eficácia de dois protocolos de tratamentos baseados no diagnóstico de cultura na fazenda, foi realizado recentemente um estudo de campo em fazenda de Nova York (EUA), com 3.500 vacas em lactação, sendo avaliados 489 casos de MC.

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