Por Cilotér Borges Iribarrem1
Conscientes de que o futuro das empresas rurais não está ligado apenas às condições de mercado e da economia, mas também depende ao longo de sua vida de um processo saudável de troca de comando, é que cada vez mais empresários vêm se dedicando ao planejamento estratégico da sucessão.
A troca de gestão em empresas rurais tem o grande desafio de conciliar interesses particulares e de negócios. Os bastidores deste processo incluem transmissão de valores, conflitos, disputas, dúvidas, alianças e parcerias.
Após a morte do empreendedor, em vez de um dono, o negócio passa a ter dois, três ou mais proprietários, dependendo do número de herdeiros. Mas a empresa que sustentava uma família, na maioria das vezes não fatura o suficiente para manter duas ou três na geração seguinte.
Como a sucessão não foi preparada com antecedência, porque existia pouca abertura do empreendedor em demonstrar os resultados econômicos do negócio aos futuros herdeiros, até por não ter os controles físicos e financeiros da empresa que permitisse fazer reuniões familiares para a apresentação das informações.
O fenômeno que acontece é que os futuros herdeiros, muitas vezes têm uma percepção da renda da empresa rural, que na realidade a mesma não gera e com isso criam-se fantasias sobre futuros negócios que não tem a menor consistência.
Ocorre a morte do empreendedor, a sucessão não foi preparada, os familiares não conheciam o negócio, começam a ocorrer os conflitos na hora de dar continuidade ao empreendimento. Com eles surge a falta de liquidez, um quer tocar parte da empresa, outro quer vender sua parte, mas não há dinheiro para organizar a transmissão, o que dificulta o negócio e a relação familiar.
Preservar o patrimônio construindo ao longo da vida e ao mesmo tempo, manter a unidade familiar na hipótese de sucessão não é uma tarefa impossível, depende muito da postura do empresário, chefe da família.
Não são raras as vezes em que o assunto "sucessão" é propositalmente evitado ou protelado, deixando que a definição sobre o controle dos negócios seja tomada pelos próprios herdeiros, no decorrer do processo de inventário.
Essa certamente não é a melhor forma de lidar com o assunto. Com o núcleo familiar abalado pela perda de um importante membro, a emoção poderá ter peso maior do que a razão na tomada de decisões, o que pode culminar em desavenças familiares, prejudicando, assim a condução dos negócios.
O planejamento sucessório permite a definição, ainda em vida, da forma através da qual o patrimônio familiar e o controle dos negócios (Gestão da Empresa) serão transferidos aos sucessores.
O planejamento sucessório pode ser viabilizado desde a elaboração de um testamento até a criação de holdings familiares.
Também é possível no âmbito do planejamento, que o patrimônio dos filhos seja protegido dos seus respectivos cônjuges, ou ainda, estabelecido quem serão os administradores e quais as responsabilidades dos mesmos.
Outro fator importante que deve ser ponderado pelo empresário é a carga tributária incidente sobre a transmissão dos bens seja por doação ou herança através do imposto de transmissão denominado ITCD.
O planejamento sucessório, aliado ao planejamento tributário, dependendo da forma que os bens serão transmitidos, poderá gerar uma enorme economia de recursos financeiros.
O planejamento da sucessão nas empresas rurais tem diferenças significativas em relação a outros tipos de empresas que não são do meio rural.
A divisão física da empresa rural, a localização ou não dos quinhões, os acessos, as fontes de água, a sede, o tipo de solo, são fatores muitas vezes geradores de atrito antes mesmo do processo de transmissão.
É muito importante que o planejamento sucessório e tributário nas empresas rurais sejam sempre executados por profissionais que conheçam os negócios do meio rural, seja com relação aos tipos de imóveis existentes como as formas de exploração dos mesmos.
Essas reflexões, sobre o caminho da sucessão nas empresas rurais, seus problemas e soluções, a sua sobrevivência, a manutenção da unidade familiar, devem fazer parte da gestão dos empresários rurais.
A solução passa necessariamente pela decisão do empreendedor de agir na busca de informações da qual é a melhor forma de continuar gerindo a sua empresa ao mesmo tempo em que começa a preparar a transmissão do patrimônio com segurança, para que fique protegido assim como também possa proteger seus filhos.
___________________________
1Cilotér Borges Iribarrem, Eng. Agrônomo com Pós Graduação em Administração Rural, Economia e Produção Vegetal. Professor aposentado da Universidade Federal de Pelotas. Consultor da empresa SAFRAS & CIFRAS que atende empresários rurais do Brasil e Uruguai.
Conscientes de que o futuro das empresas rurais não está ligado apenas às condições de mercado e da economia, mas também depende ao longo de sua vida de um processo saudável de troca de comando, é que cada vez mais empresários vêm se dedicando ao planejamento estratégico da sucessão.
A troca de gestão em empresas rurais tem o grande desafio de conciliar interesses particulares e de negócios. Os bastidores deste processo incluem transmissão de valores, conflitos, disputas, dúvidas, alianças e parcerias.
Após a morte do empreendedor, em vez de um dono, o negócio passa a ter dois, três ou mais proprietários, dependendo do número de herdeiros. Mas a empresa que sustentava uma família, na maioria das vezes não fatura o suficiente para manter duas ou três na geração seguinte.
Como a sucessão não foi preparada com antecedência, porque existia pouca abertura do empreendedor em demonstrar os resultados econômicos do negócio aos futuros herdeiros, até por não ter os controles físicos e financeiros da empresa que permitisse fazer reuniões familiares para a apresentação das informações.
O fenômeno que acontece é que os futuros herdeiros, muitas vezes têm uma percepção da renda da empresa rural, que na realidade a mesma não gera e com isso criam-se fantasias sobre futuros negócios que não tem a menor consistência.
Ocorre a morte do empreendedor, a sucessão não foi preparada, os familiares não conheciam o negócio, começam a ocorrer os conflitos na hora de dar continuidade ao empreendimento. Com eles surge a falta de liquidez, um quer tocar parte da empresa, outro quer vender sua parte, mas não há dinheiro para organizar a transmissão, o que dificulta o negócio e a relação familiar.
Preservar o patrimônio construindo ao longo da vida e ao mesmo tempo, manter a unidade familiar na hipótese de sucessão não é uma tarefa impossível, depende muito da postura do empresário, chefe da família.
Não são raras as vezes em que o assunto "sucessão" é propositalmente evitado ou protelado, deixando que a definição sobre o controle dos negócios seja tomada pelos próprios herdeiros, no decorrer do processo de inventário.
Essa certamente não é a melhor forma de lidar com o assunto. Com o núcleo familiar abalado pela perda de um importante membro, a emoção poderá ter peso maior do que a razão na tomada de decisões, o que pode culminar em desavenças familiares, prejudicando, assim a condução dos negócios.
O planejamento sucessório permite a definição, ainda em vida, da forma através da qual o patrimônio familiar e o controle dos negócios (Gestão da Empresa) serão transferidos aos sucessores.
O planejamento sucessório pode ser viabilizado desde a elaboração de um testamento até a criação de holdings familiares.
Também é possível no âmbito do planejamento, que o patrimônio dos filhos seja protegido dos seus respectivos cônjuges, ou ainda, estabelecido quem serão os administradores e quais as responsabilidades dos mesmos.
Outro fator importante que deve ser ponderado pelo empresário é a carga tributária incidente sobre a transmissão dos bens seja por doação ou herança através do imposto de transmissão denominado ITCD.
O planejamento sucessório, aliado ao planejamento tributário, dependendo da forma que os bens serão transmitidos, poderá gerar uma enorme economia de recursos financeiros.
O planejamento da sucessão nas empresas rurais tem diferenças significativas em relação a outros tipos de empresas que não são do meio rural.
A divisão física da empresa rural, a localização ou não dos quinhões, os acessos, as fontes de água, a sede, o tipo de solo, são fatores muitas vezes geradores de atrito antes mesmo do processo de transmissão.
É muito importante que o planejamento sucessório e tributário nas empresas rurais sejam sempre executados por profissionais que conheçam os negócios do meio rural, seja com relação aos tipos de imóveis existentes como as formas de exploração dos mesmos.
Essas reflexões, sobre o caminho da sucessão nas empresas rurais, seus problemas e soluções, a sua sobrevivência, a manutenção da unidade familiar, devem fazer parte da gestão dos empresários rurais.
A solução passa necessariamente pela decisão do empreendedor de agir na busca de informações da qual é a melhor forma de continuar gerindo a sua empresa ao mesmo tempo em que começa a preparar a transmissão do patrimônio com segurança, para que fique protegido assim como também possa proteger seus filhos.
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1Cilotér Borges Iribarrem, Eng. Agrônomo com Pós Graduação em Administração Rural, Economia e Produção Vegetal. Professor aposentado da Universidade Federal de Pelotas. Consultor da empresa SAFRAS & CIFRAS que atende empresários rurais do Brasil e Uruguai.
Publicado por:
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ANTÔNIO CARLOS DE SOUZA LIMA JR.
GOIÂNIA - GOIÁS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 05/03/2006
Parabéns pelo inédito artigo. Ainda não havia lido nada que abordasse tal matéria no setor leiteiro.
Um interessante exemplo, de planejamento sucessório das propriedades de produção de leite, é o sistema de parcerias adotado por 30% das fazendas da Nova Zelândia (Share Milk). Os mais velhos vão gradativamente passando os seus negócios para colaboradores, em geral, jovens e muito bem preparados para a atividade.
Inicialmente vendem parte do rebanho, até um dia venderem a própria fazenda. Também fiz um amigo, em São José do Rio Pardo-SP, o advogado Rubens Lobato Pinheiro, que planejou seus retiros de uma forma estratégica, pensando no futuro, na divisão da propriedade entre os filhos.
A fazenda do Dr. Rubens, onde por mais de uma vez levei produtores do Vale do Paraíba e do Sul de Minas para visitar, nos apresentava uma ótima visão do planejamento sucessório da propriedade leiteira.
Antônio Carlos de Souza Lima Júnior
Um interessante exemplo, de planejamento sucessório das propriedades de produção de leite, é o sistema de parcerias adotado por 30% das fazendas da Nova Zelândia (Share Milk). Os mais velhos vão gradativamente passando os seus negócios para colaboradores, em geral, jovens e muito bem preparados para a atividade.
Inicialmente vendem parte do rebanho, até um dia venderem a própria fazenda. Também fiz um amigo, em São José do Rio Pardo-SP, o advogado Rubens Lobato Pinheiro, que planejou seus retiros de uma forma estratégica, pensando no futuro, na divisão da propriedade entre os filhos.
A fazenda do Dr. Rubens, onde por mais de uma vez levei produtores do Vale do Paraíba e do Sul de Minas para visitar, nos apresentava uma ótima visão do planejamento sucessório da propriedade leiteira.
Antônio Carlos de Souza Lima Júnior

ADIR FAVA
MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 28/02/2006
O tema "Sucessão nas empresas rurais" é de extrema importância. Seria muito valioso que o artigo pudesse avançar um pouco mais. Acredito que a atividade rural enquanto apenas familiar, tem muitas limitações ao longo do tempo. A atividade rural necessita ser cada vez mais empresarial, portanto, deve funcionar ao longo do tempo de forma mais impessoal e menos vulnerável às questões emotivas que, em geral, caracterizam o ambiente familiar, que muitas vezes prejudica o negócio.
A questão, entretanto, é que uma atividade empresarial necessita ser rentável, assim, muita coisa deve mudar. De qualquer modo, a prática da empresa rural deve ser mais divulgada e existe uma grande carência de artigos e cursos profissionais de boa qualidade para gestão de negócios rurais. Quando se aborda as questões das sucessões e heranças é que podemos avaliar a importância de se dar mais ênfase aos empreendimentos rurais sob pontos de vistas empresariais.
<b>Resposta do autor:</b>
Em resposta a carta de Adir Fava, sobre o tema "Sucessão nas Empresas Rurais", gostaria de fazer os seguintes comentários:
- Mais de 90,00% das empresas no Brasil são familiares;
- 20,00% das empresas estão passando por processo de sucessão que demorarão de 3 a 5 anos para serem concluídos;
- Em 1991, apenas 5,0% das empresas fundadas por famílias preparavam a geração seguinte, percentual este que vem aumentando nos últimos anos.
No caso das empresas rurais o processo de sucessão é bem mais complexo, devido ao vínculo com a terra e sede, de gerações que passaram por aquele local da mesma família.
A divisão física das propriedades rurais é extremamente complexa, já que na maioria das vezes as fontes de água, sede, acesso, topografia do terreno e fertilidade do solo, levam a um valor do bem segmentado completamente menor por unidade de área em comparação ao mesmo explorado conjuntamente.
O aspecto das relações pessoais, mais as necessidades financeiras dos membros da família geram conflitos que dificultam o processo de divisão das empresas rurais.
A SAFRAS & CIFRAS identificou ao longo dos anos que muitas empresas rurais não obtém rendimentos econômicos satisfatórios por causa dos atritos familiares e não pelo negócio explorado.
A partir da realidade existente no campo onde várias famílias querem viver dos rendimentos da empresa e os mesmos não são suficientes para atender a demanda necessária, é que a SAFRAS & CIFRAS criou dentro da empresa uma estrutura para atender a Gestão das Empresas Rurais no que se refere à família.
O primeiro passo é a necessidade de ser implantado um sistema de controle econômico e financeiro nas empresas rurais que permita identificar e analisar os resultados do negócio.
A partir dos números levantados e analisados, a família tem condições de conhecer a realidade econômica da empresa e isto faz diminuir possíveis fantasias existentes sobre o tamanho dos rendimentos obtidos na exploração da propriedade.
Estabelecem-se reuniões familiares onde, em algumas, participam somente os administradores e em outras toda a família, com informações numéricas que permitam avaliar o passado e projetar o futuro da empresa.
As reuniões são fundamentais para diminuir o atrito dos membros da família, além dos mesmos poderem acompanhar a evolução das atividades econômicas da empresa.
Com relação ao processo de sucessão o mesmo deve ser iniciado com os pais em condições de saúde satisfatórias, que permita que tenham autonomia e poder de decisão em relação aos demais membros da família.
<i>Passos importantes para realizar a sucessão em Empresas Rurais Familiares</i>
- Conhecer a situação financeira e econômica da empresa;
- Conhecer os objetivos dos proprietários em relação a divisão da propriedade e gestão da mesma;
- Conhecer os membros da família que serão os sucessores com relação aos interesses sobre o patrimônio que receberão;
- Levantar e avaliar os bens que compõem o patrimônio;
- Orientar os proprietários sobre o processo de sucessão com relação as vantagens e desvantagens em transmitir os bens em vida do casal;
- Posterior ao conhecimento do negócio da família, dos objetivos dos pais e do valor do patrimônio inicia-se o processo de sucessão.
O processo de sucessão caracteriza pelas fases anteriormente descritas, acrescidas da constituição das novas empresas, suas relações com as explorações agropecuárias, da definição da administração e da proteção dos bens transmitidos.
A certeza que existe é que o processo de sucessão em vida traz grandes vantagens nas relações familiares, além da diminuição dos custos de transmissão e da possibilidade de a empresa sobreviver economicamente nas mudanças para os novos proprietários.
Atenciosamente
Cilotér Borges Iribarrem
SAFRAS & CIFRAS
A questão, entretanto, é que uma atividade empresarial necessita ser rentável, assim, muita coisa deve mudar. De qualquer modo, a prática da empresa rural deve ser mais divulgada e existe uma grande carência de artigos e cursos profissionais de boa qualidade para gestão de negócios rurais. Quando se aborda as questões das sucessões e heranças é que podemos avaliar a importância de se dar mais ênfase aos empreendimentos rurais sob pontos de vistas empresariais.
<b>Resposta do autor:</b>
Em resposta a carta de Adir Fava, sobre o tema "Sucessão nas Empresas Rurais", gostaria de fazer os seguintes comentários:
- Mais de 90,00% das empresas no Brasil são familiares;
- 20,00% das empresas estão passando por processo de sucessão que demorarão de 3 a 5 anos para serem concluídos;
- Em 1991, apenas 5,0% das empresas fundadas por famílias preparavam a geração seguinte, percentual este que vem aumentando nos últimos anos.
No caso das empresas rurais o processo de sucessão é bem mais complexo, devido ao vínculo com a terra e sede, de gerações que passaram por aquele local da mesma família.
A divisão física das propriedades rurais é extremamente complexa, já que na maioria das vezes as fontes de água, sede, acesso, topografia do terreno e fertilidade do solo, levam a um valor do bem segmentado completamente menor por unidade de área em comparação ao mesmo explorado conjuntamente.
O aspecto das relações pessoais, mais as necessidades financeiras dos membros da família geram conflitos que dificultam o processo de divisão das empresas rurais.
A SAFRAS & CIFRAS identificou ao longo dos anos que muitas empresas rurais não obtém rendimentos econômicos satisfatórios por causa dos atritos familiares e não pelo negócio explorado.
A partir da realidade existente no campo onde várias famílias querem viver dos rendimentos da empresa e os mesmos não são suficientes para atender a demanda necessária, é que a SAFRAS & CIFRAS criou dentro da empresa uma estrutura para atender a Gestão das Empresas Rurais no que se refere à família.
O primeiro passo é a necessidade de ser implantado um sistema de controle econômico e financeiro nas empresas rurais que permita identificar e analisar os resultados do negócio.
A partir dos números levantados e analisados, a família tem condições de conhecer a realidade econômica da empresa e isto faz diminuir possíveis fantasias existentes sobre o tamanho dos rendimentos obtidos na exploração da propriedade.
Estabelecem-se reuniões familiares onde, em algumas, participam somente os administradores e em outras toda a família, com informações numéricas que permitam avaliar o passado e projetar o futuro da empresa.
As reuniões são fundamentais para diminuir o atrito dos membros da família, além dos mesmos poderem acompanhar a evolução das atividades econômicas da empresa.
Com relação ao processo de sucessão o mesmo deve ser iniciado com os pais em condições de saúde satisfatórias, que permita que tenham autonomia e poder de decisão em relação aos demais membros da família.
<i>Passos importantes para realizar a sucessão em Empresas Rurais Familiares</i>
- Conhecer a situação financeira e econômica da empresa;
- Conhecer os objetivos dos proprietários em relação a divisão da propriedade e gestão da mesma;
- Conhecer os membros da família que serão os sucessores com relação aos interesses sobre o patrimônio que receberão;
- Levantar e avaliar os bens que compõem o patrimônio;
- Orientar os proprietários sobre o processo de sucessão com relação as vantagens e desvantagens em transmitir os bens em vida do casal;
- Posterior ao conhecimento do negócio da família, dos objetivos dos pais e do valor do patrimônio inicia-se o processo de sucessão.
O processo de sucessão caracteriza pelas fases anteriormente descritas, acrescidas da constituição das novas empresas, suas relações com as explorações agropecuárias, da definição da administração e da proteção dos bens transmitidos.
A certeza que existe é que o processo de sucessão em vida traz grandes vantagens nas relações familiares, além da diminuição dos custos de transmissão e da possibilidade de a empresa sobreviver economicamente nas mudanças para os novos proprietários.
Atenciosamente
Cilotér Borges Iribarrem
SAFRAS & CIFRAS

LEANDRO SILVEIRA DE LIMA
ALEGRETE - RIO GRANDE DO SUL - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS
EM 19/02/2006
Gostei muito do artigo sobre sucessão, é um tema bastante difícil de lidar mas muito importante e quase sempre as pessoas quando se deparam com uma situação de morte de um familiar, não sabem o que fazer, inclusive causando desavenças entre os familiares.